Notícias

Papa: Deus é o fundamento da existência

23/10/2017 07:39
Postado Por Josenildo Melo Jornalista MTB DRT PI 01958 - Credenciado Vaticanista   Papa Francisco \ Missa Santa Marta Papa: a idolatria do dinheiro mata; Deus é o fundamento da existência   Cidade do Vaticano (RV) – O Papa começou a segunda-feira (23/10) celebrando a...
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Temer Manda ABIN contratar mais 300 Arapongas

23/10/2017 06:20
23 DE OUTUBRO DE 2017 - Coluna do Cláudio Humberto - Segunda-feira TEMER MANDA ABIN CONTRATAR MAIS 300 ARAPONGAS Dois dias após a revista Veja acusar o governo de acionar seu serviço secreto para investigar o ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), o...
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Papa Francisco prefacia livro sobre suas entrevistas

23/10/2017 06:07
Postado Por Josenildo Melo Jornalista MTB DRT PI 01958 - Credenciado Vaticanista   Papa Francisco \ Documentos Papa prefacia livro sobre suas entrevistas: elas têm um valor pastoral   Cidade do Vaticano (RV) - "As entrevistas, para mim, têm sempre um valor pastoral", "se...
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Artigo: Imposição da Ideologia pelo Medo

23/10/2017 05:57
Por SILVIA CAETANO IMPOSIÇÃO DA IDEOLOGIA PELO MEDO   Lisboa - O Primeiro Ministro da Espanha,Mariano Rajoy, já havia cometido o pior de todos os erros com relação à Catalunha, que foi a repressão.Ontem, trancou e jogou fora a chave da porta para uma solução negociada com os...
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Atualidade\Geral: Cultura tribal dos hebreus e árabes

23/10/2017 05:51
Postado Por Josenildo Melo Jornalista MTB DRT PI 01958 - Credenciado Vaticanista   Atualidade \ Geral Cultura tribal dos hebreus e árabes   Dubai (RV) - Amigas e amigos, é com imensa alegria que os saúdo.   Para conhecer as culturas e as religiões faz-se...
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A humanidade conheceu figuras representativas

22/10/2017 22:49
Por IPOJUCA PONTES LULA – O RATO QUE RUGE (E AINDA BOLSONARO)     Conclui meu último artigo (“Bolsonaro, Lula e a mídia”), indagando: “E quanto ao Lula, o rato que ruge, réu condenado e arauto do PT, o partido dos trambiques?”   No histórico, Lula sempre foi um...
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As urnas perdoam a corrupção? | Clóvis Rossi

22/10/2017 22:46
As urnas perdoam a corrupção? | Clóvis Rossi - Folha de S. Paulo   Cristina Fernández de Kirchner, a ex-presidente da Argentina, está sendo investigada em oito casos diferentes de corrupção. Não obstante, é praticamente certo que será eleita neste domingo (22) senadora pela...
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Uma agenda para o centro político - Estadão

22/10/2017 19:00
Uma agenda para o centro político | *Sergio Fausto - O Estado de S.Paulo   Não é preciso escolher entre sociedade justa e economia produtiva; lutemos pelas duas   À direita se escuta: é preciso aumentar a produtividade da economia. À esquerda se ouve: é necessário reduzir a...
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Francisco \ Audiencias, Catequesis y Ángelus

22/10/2017 18:55
Postado Por Josenildo Melo Jornalista MTB DRT PI 01958 - Credenciado Vaticanista   Francisco \ Audiencias, Catequesis y Ángelus Mártires, Mes Misionero Extraordinario, San Juan Pablo II, Paz en el mundo, Señor de los Milagros, en los saludos del Papa   Después de rezar el...
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Fernando Gabeira: Onde é mesmo que estamos?

22/10/2017 14:56
Onde é mesmo que estamos? | Fernando Gabeira - O Globo   Questão colocada para mim no Twitter: o que responderia sobre o Brasil de hoje, se alguém me perguntasse: “O que é isso, companheiro?” Responderia que isso que estamos vendo é o fim de um sistema político partidário. A própria...
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The Power of North Korea’s Cyberthreat

22/10/2017 14:28
O poder da Cyberthreat da Coréia do Norte - EDITORIAL   O inquérito de refrigeração do cyberpower da Coréia do Norte no The Times, descrevendo um programa sofisticado não só de armas de guerra, mas também de roubo, chantagem, assédio e assentamento, é chocante, mas não é...
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Lula o presidente do Conselho Contra Corrupção?

22/10/2017 14:17
22 DE OUTUBRO DE 2017 MULTAS IMPOSTAS AOS POLÍTICOS VOLTAM PARA ELES Até agosto, a Justiça Eleitoral distribuiu entre os partidos políticos R$ 55,8 milhões arrecadados apenas com multas e outras penalidades eleitorais. O valor não inclui a distribuição regular do Fundo Partidário, que...
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Apesar de vocês - Por Guilherme Fiuza

22/10/2017 14:13
Apesar de vocês - GUILHERME FIUZA O Globo    Vocação dos brasileiros para santificar picaretas não é novidade. Se fosse, o conto do vigário pornô não teria durado 13 anos   O gigante está se guardando pra quando o carnaval eleitoral chegar. A opinião pública — essa...
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Cicatrizes de Temer - - O Estado de S.Paulo

22/10/2017 12:45
Cicatrizes de Temer | Eliane Cantanhêde - O Estado de S.Paulo   Joesley preso, Janot já era e Temer se salva; apesar disso... cicatrizes ficam   Aos solavancos, de delação em delação, de denúncia em denúncia, o presidente Michel Temer acredita que, daqui para frente, tudo...
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Pré-candidatos à Presidência buscam agenda

22/10/2017 12:37
Pré-candidatos à Presidência buscam agenda contra a crise Presidenciáveis sabem que serão cobrados sobre temas espinhosos e discutem abordagem com economistas   Renata Agostini, Douglas Gavras, Ricardo Galhardo | O Estado de S. Paulo.   Políticos que pretendem se lançar na...
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Papa: Comprometer-se com as realidades sociais

22/10/2017 12:27
Postado Por Josenildo Melo Jornalista MTB DRT PI 01958 - Credenciado Vaticanista   Papa Francisco \ Angelus Papa: cristão é chamado a comprometer-se com as realidades humanas e sociais   Cidade do Vaticano (RV) - O Papa Francisco rezou a oração mariana do Angelus, deste...
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Temer: Planalto elege slogan do day after

22/10/2017 12:21
Brasil   Certo de enterrar denúncia, Planalto elege slogan do ‘day after’   Governo vai adotar mote 'Agora é Avançar' não apenas em campanhas publicitárias, mas também em discursos e programas O presidente Michel Temer - Foto de Evaristo Sá/AFP   Por Estadão...
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A lógica do medo - Jornal Correio Braziliense

22/10/2017 10:26
A lógica do medo | Luiz Carlos Azedo Correio Braziliense   A “unidade dos contrários” acontece entre o ex-presidente Lula e o deputado Bolsonaro, que parecem manter um acordo tácito quanto à estratégia de campanha   Na política a unidade dos contrários é mais comum do que...
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O silêncio das ruas – O Estado de S. Paulo

22/10/2017 10:22
O silêncio das ruas – Editorial | O Estado de S. Paulo Um aparente paradoxo tem intrigado os institutos de pesquisa e uma parcela significativa da imprensa e da academia: o silêncio das ruas. Parece desconcertante, para este grupo, a ideia de que um presidente tão impopular como Michel Temer...
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Teatro dos vampiros - Vera Magalhães - Estadão

22/10/2017 09:42
Teatro dos vampiros | Vera Magalhães - O Estado de S.Paulo   Eis que, em 2017, voltamos a viver como há 26 anos. E não cansamos de andar para trás   “Voltamos a viver como há dez anos atrás E a cada hora que passa Envelhecemos dez semanas”   A epígrafe acima é...
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Governo coloca equipamentos públicos à venda

22/10/2017 09:24
POLÍTICA - PARCERIAS   Governo coloca equipamentos públicos do Estado à venda As parcerias público privadas foram a forma para fazer dinheiro   Luciano Coelho - Editor de Política - Jornal Diário do Povo Luciano Coelho - Editor de Política - Jornal Diário do...
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A doutrina que não evolui perde sua eficácia

21/10/2017 23:05
Postado Por Josenildo Melo Jornalista MTB DRT PI 01958 - Credenciado Vaticanista.   Artigos \ Editorial Editorial: Catecismo 25 anos - a doutrina que não evolui perde sua eficácia   Cidade do Vaticano (RV) - Em 11 de outubro próximo passado foi celebrado o 25º aniversário...
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Não basta que um governante não roube

21/10/2017 23:01
INCÊNDIOS - O inferno passou por aqui! P. Gonçalo Portocarrero de Almada - Portugal   Não basta que um governante não roube, nem mate, porque também por omissão pode faltar gravemente aos seus deveres, se não fizer o que devia ter feito.   Um jornalista perguntou uma...
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O Brasil entrou em novo ciclo - Revista IstoÉ

21/10/2017 18:17
Os números não mentem: o Brasil entrou em novo ciclo Por Carlos José Marques - Revista IstoÉ - Site   É fato que os indicadores atestam: a economia melhorou – e muito – em um ano, após longa fase no purgatório desandando sob a batuta da senhora Dilma & Cia. Um alívio sentido no...
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Papa: defender e promover pessoas com deficiência

21/10/2017 18:12
Postado Por Josenildo Melo Jornalista MTB DRT PI 01958 - Credenciado Vaticanista   Papa Francisco \ Atividades Papa: Igreja deve defender e promover pessoas com deficiência   O Papa Francisco recebeu em audiência, neste sábado na Sala Clementina, os participantes no...
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Temer: Não admitimos um brasileiro contra o outro

21/10/2017 16:33
'Não admitimos um brasileiro contra o outro', diz Temer Presidente exaltou estabilidade econômica e foi aplaudido em cerimônia de inauguração de um abatedouro de peixes, no Paraná; na próxima semana, Câmara votará denúncia   Caio Rinaldi, Marcelo Osakabe e Francisco Carlos de Assis,...
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Empresários temem calote do Governo do Piauí

21/10/2017 16:27
FALÊNCIA - Empresários temem calote do Governo com anulação de empenhos em obras   Jornal Impresso - Diário do Povo - Edição dos dias 21 e 22 de outubro de 2017   O presidente da Associação Piauiense de Empresários de Obras Públicas (Apeop-PI), Arthur Feitosa , diz que "o...
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A mudança política na Argentina: a receita de Macri

21/10/2017 13:53
Mundo - A mudança política na Argentina: a receita de Macri Antipopulista - Macri, em discurso no “dia” do peronismo, em Buenos Aires: dez minutos sem emoção (Diego Giudice/VEJA)   Presidente argentino imprime um estilo que é a antítese de Perón   Por Duda Teixeira -...
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Veja quem quer ser presidente em 2018

21/10/2017 13:45
Veja quem quer ser presidente em 2018 Nomes se despontam dentro dos partidos para a próxima disputa eleitoral   Igor Moraes e Rubens Anater | O Estado de S.Paulo   A um ano da eleição de 2018, a movimentação dentro dos partidos já é intensa para definir quais serão os nomes...
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Brasil precisa que os seus padres sejam esperança

21/10/2017 11:51
Postado Por Josenildo Melo Jornalista MTB DRT PI 01958 - Credenciado Vaticanista   Papa Francisco \ Encontros e Eventos Papa: Brasil precisa que os seus padres sejam sinal de esperança   Cidade do Vaticano (RV) - O Papa Francisco recebeu em audiência, neste sábado...
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El País: há tanta santidade na Igreja

25/01/2017 10:41
Papa a El País: há tanta santidade na Igreja, é a revolução do Evangelho Rádio Vaticana   Cidade do Vaticano (RV) - O jornal espanhol El País publicou neste domingo uma longa entrevista com o Papa Francisco, concedida ao jornalista Pablo Ordaz em 20 de janeiro. Muitos os assuntos...
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Avenida de oportunidades - Eliane Cantanhêde

24/01/2017 10:45
Avenida de oportunidades - Eliane Cantanhêde - O Estado de S. Paulo   • Saída dos EUA do TPP é boa para o Brasil, mas protecionismo de Trump é péssimo para o mundo   O mundo, aí incluído o Brasil, está em polvorosa com a posse do indescritível Donald Trump, suas nomeações e...
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Fernando Ocáriz é o novo Prelado do Opus Dei

24/01/2017 10:36
Mons. Fernando Ocáriz é o novo Prelado do Opus Dei Rádio Vaticana   Cidade do Vaticano (RV) – O Papa Francisco nomeou o novo Prelado do Opus Dei: trata-se do Mons. Fernando Ocáriz.   A notícia foi divulgada na noite de segunda-feira (23/01), no primeiro dia de votações dos...
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Gandra Filho e Torres cotados para Supremo

23/01/2017 11:35
Gandra Filho e Torres cotados para Supremo Por Andrea Jubé, Maíra Magro, Raymundo Costa Claudia Safatle e Raphael Di Cunto | Valor Econômico   BRASÍLIA E PORTO ALEGRE - Os nomes mais cotados para vaga do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Teori Zavascki, morto em acidente...
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Porandubas Políticas Por Gaudêncio Torquato

23/01/2017 10:26
Porandubas Políticas por Gaudêncio Torquato Depois de alguns dias, voltamos com Porandubas. Deixamos os "causos" da política, desta feita com o folclórico ex-governador Newton Cardoso, mais adiante, no fecho.   A crise da segurança I   A segurança pública desafia os Poderes...
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Temer busca ministro com perfil para o Supremo

23/01/2017 10:20
Temer busca ministro com perfil técnico para o Supremo Gustavo Uribe, Letícia Casado, Catia Seabra | Folha de S. Paulo   PORTO ALEGRE - Com o receio de indicar alguém que passe a mensagem pública de interferência no Poder Judiciário, o presidente Michel Temer avalia para o STF...
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Discrição e ousadia - João Domingos

21/01/2017 18:00
Discrição e ousadia - João Domingos - O Estado de S. Paulo   Caso venha mesmo a escolher o novo relator da Operação Lava Jato, como tem sido falado nos bastidores, a presidente do STF, ministra Cármen Lúcia, vai tirar um peso das costas do presidente Michel Temer e de quem vier a...
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Promulgação de sete Decretos da Congregação

21/01/2017 17:56
Promulgação de sete Decretos da Congregação das Causas dos Santos Rádio Vaticana   Cidade do Vaticano (RV) - O Santo Padre recebeu em audiência, na manhã deste sábado, no Vaticano, o Cardeal Ângelo Amato, Prefeito da Congregação das Causas dos Santos, ao qual autorizou a promulgar...
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Papa: cristãos devem superar mentalidade egoísta

20/01/2017 20:39
Papa: cristãos devem superar mentalidade egoísta Rádio Vaticana   Cidade do Vaticano (RV) – Vencer a mentalidade egoísta dos doutores da lei, que condena sempre. Esta é a advertência de Francisco na Missa matutina na Casa Santa Marta (20/01)   Inspirando-se na Primeira...
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Trocam princípios diz candidato da oposição

20/01/2017 10:28
Trocam princípios por cargo, diz candidato da oposição • Para André Figueiredo (PDT-CE), apoio de PT e PC do B a Maia é lamentável   Daniel Carvalho | Folha de S. Paulo   BRASÍLIA - Único candidato da oposição a disputar a presidência da Câmara, o deputado André Figueiredo...
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Consumo puxa economia e faz disparar ações do varejo
Por Juliana Machado | Valor Econômico
 
SÃO PAULO - No momento em que a bolsa de valores brasileira ganha impulso e o Ibovespa rompe níveis históricos, ações de companhias de varejo básico e consumo de eletrodomésticos, vestuário e alimentação proporcionam ganhos extraordinários a seus acionistas. Em movimento coerente com a dinâmica de recuperação da economia, puxada pelo consumo, os papéis dessas empresas tiveram neste ano alta muito superior aos 23,76% do Ibovespa. Magazine Luiza, por exemplo, subiu 423%, Guararapes, 130% e Arezzo, 125%. Outros bons exemplos são Hering, Via Varejo, B2W, Renner e Pão de Açúcar.
 
A queda dos juros e a retomada gradual do crescimento econômico compõem a equação que provocou a recente recuperação da bolsa e mantém boas perspectivas para essas ações. Para analistas ouvidos pelo Valor, a retomada beneficia primeiramente empresas que atendem o consumo de menor valor, menos dependente do crédito e que tira proveito da melhora da renda real provocada pela queda da inflação.
 
A leitura é de que muitos consumidores só vão conseguir trocar de carro dentro de um ano e comprar um apartamento em 2019, mas já começam a adquirir eletrodomésticos e roupas.
 
Especialistas consideram que muitos desses papéis de empresas de varejo ainda têm espaço para ganhos. Ricardo Peretti, da Santander Corretora, chama a atenção para o fato de que há algumas empresas com cotações ainda relativamente baratas, como Americanas, Hering e Carrefour, pelas quais o interesse do investidor pode ser maior.
 
Levantamento feito pelo Valor Data mostra que a receita dessas empresas teve uma clara recuperação nos últimos trimestres, desempenho que contrasta com companhias que reagem mais diretamente a investimentos, como bens de capital e siderurgia, ou das incorporadoras, que dependem da capacidade de endividamento de longo prazo do consumidor.
 
Ações ligadas a varejo disparam em meio à retomada do consumo
No momento em que a bolsa de valores brasileira ganha impulso e o Ibovespa rompe níveis históricos, ações de companhias de varejo básico e consumo discricionário - eletrodomésticos, vestuário e alimentação - ganham destaque. O movimento é coerente com a dinâmica de recuperação da economia, que vem sendo puxada pelo consumo, e não pelo investimento, o que faz com que essas empresas continuem no foco dos gestores, mesmo depois de valorizações expressivas nos últimos meses.
 
A queda da taxa de juros e a retomada, ainda que gradual, do crescimento econômico compõem a equação que provocou a recente recuperação da bolsa e mantém boas perspectivas para as ações. Mas, para analistas ouvidos pelo Valor, essa retomada beneficia primeiramente empresas que atendem ao consumo de menor valor, menos dependente do crédito e que tira proveito da melhora da renda real provocada pela queda da inflação.
 
A leitura é de que o consumidor só vai conseguir trocar de carro dentro de um ano e comprar um apartamento em 2019, mas já começa a gastar com eletrodomésticos ou roupas. Comportamento esse que beneficia empresas como Lojas Americanas, Lojas Renner, Natura e Pão de Açúcar, que fazem parte do Ibovespa. Mas também Marisa, Carrefour, Hering, Arezzo, Magazine Luiza e Guararapes, dona da Riachuelo.
 
Todas essas ações acumulam forte alta este ano, superando, inclusive, o Ibovespa, com valorização de 23,76% no período. O caso mais impressionante é o de Magazine Luiza, cuja ação avançou 422,6%. Entre outros exemplos emblemáticos, estão Guararapes, com alta de 130%, e Arezzo, cujo papel já subiu 124,6%.
 
Ainda assim, para especialistas, muitas dessas ações ainda têm espaço para ganhos adicionais. Em relatório de julho deste ano, o Bradesco BBI apontava trajetória crescente para a Magazine Luiza diante da perspectiva de resultados ainda fortes, ganho de participação de mercado e de rentabilidade.
 
Já Ricardo Peretti, da Santander Corretora, chama a atenção para o fato de que há algumas empresas relativamente mais atrasadas, pelas quais o interesse do investidor pode ser maior. Ele destaca Lojas Americanas, que acumula alta de 24,3% no ano - pouco acima do Ibovespa -, Hering (+98%) e Carrefour, que desde a estreia na bolsa, em 20 de julho, sobe 11,41%, abaixo do índice (14,78%).
 
Levantamento feito pelo Valor Data mostra que a receita líquida somada de 13 empresas ligadas ao varejo teve uma clara recuperação ao longos dos últimos trimestres, desempenho que contrasta com o de companhias que reagem mais diretamente a investimentos, de setores como bens de capital e siderurgia, ou das incorporadoras, que dependem da capacidade de endividamento de longo prazo do consumidor.
 
O bom desempenho está refletido nos dados divulgados ontem pelo IBGE, que confirmam que a recuperação do varejo observada no segundo trimestre tem continuidade. Em julho, as vendas ficaram 1,7% acima da média do segundo trimestre. Isso reforça que o setor continua sendo a principal força motriz para a retomada da atividade brasileira na segunda metade do ano, assim como aconteceu no semestre passado.
 
"Companhias e setores mais conectados com a economia, como consumo discricionário e bens de capital, podem contar com revisões para cima das estimativas de lucro por ação conforme o crescimento econômico seja incorporado aos preços", dizem os analistas do Bank of America Merrill Lynch (BofA) Felipe Hirai e Nicole Inui, em relatório. Eles explicam que a expectativa é que haja crescimento das receitas para o setor de varejo em 2017 e 2018, enquanto as vendas no conceito mesmas lojas, isto é, unidades abertas há pelo menos um ano, também devem registrar expansão de 6,2% este ano e 6,4% em 2018, ante 2,3% registrados em 2016.
 
Peretti, da Santander, confirma que o cenário macroeconômico - inflação baixa, juros em queda, crescimento do salário médio e redução do endividamento das famílias - dá suporte à perspectiva positiva para o consumo e para a própria atividade. "Varejistas são as primeiras a responder", afirma o analista. "Essa dinâmica é importante para todos os segmentos da economia, mas o tíquete médio é um pouco menor nas empresas de varejo, o que significa que a necessidade de crédito do setor é menor do que para os demais."
 
Para Ivo Chermont, economista-chefe da gestora Quantitas, o menor endividamento das famílias deve colaborar ainda mais para a renda disponível para gastos básicos e discricionários. "E isso vai melhorando à medida que os juros forem caindo", diz.
 
A ata do Copom confirmou que a Selic vai continuar em queda, ainda que em um ritmo mais lento. E a maior parte dos economistas acredita que a taxa possa fechar o ano em 7%, abaixo da mínima histórica, de 7,25%.
 
Analistas têm citado as incertezas políticas, que ganham intensidade com a aproximação da eleição presidencial, como um elemento de risco para a continuidade desse cenário favorável para atividade e, consequentemente, para o mercado de ações. Somente com a confirmação da continuidade da agenda de reformas depois de 2018 é que o investimento deve ganhar tração. "Para o crescimento [da economia e das empresas] ser sustentável, vale frisar que precisamos que os investimentos aumentem também. Para isso, além da menor taxa de juros, é fundamental a reorganização fiscal do Brasil. Se não conseguirmos isso, podemos voltar a andar para trás", pondera Chermont prisão, o que não tem respaldo na Constituição. O Senado tem que deliberar sobre isso — disse Gilmar, acrescentando: — Temos que evitar o populismo constitucional, institucional. Devemos nos balizar pela Constituição. Quando começamos a reescrever a Constituição, é preocupaPnte.
Segunda-feira - Jornal Impresso Diário do Povo - Edição do dia 23 de outubro de 2017

 
Nomeação infeliz – Editorial | Folha de S. Paulo
Em episódio que marcou os estertores do governo petista, a ex-presidente Dilma Rousseff anunciou a escolha de seu antecessor, Luiz Inácio Lula da Silva, para a chefia da Casa Civil.
 
Como ficou mais que evidente à época, tratava-se de manobra que tinha como um de seus objetivos garantir foro privilegiado ao ministro recém-nomeado, em cujo encalço estava a força-tarefa da Operação Lava Jato em Curitiba.
 
Eis que agora o Palácio do Planalto, sob o comando de Michel Temer (PMDB), decide conceder status ministerial a Moreira Franco, peemedebista citado ao menos 34 vezes em delação premiada de um ex-dirigente da construtora Odebrecht.
 
Há que se guardar, por óbvio, as proporções entre as circunstâncias, os personagens envolvidos e as consequências esperadas em um e outro caso. Mas o eventual sentido administrativo da medida de Temer permanece muito menos visível que o benefício concedido ao correligionário.
 
Moreira Franco é um dos auxiliares mais próximos ao presidente. Ocupava o cargo, estratégico para a política econômica, de secretário-executivo do Programa de Parceria em Investimentos (PPI), ao qual cabe desfazer os gargalos no setor de infraestrutura.
 
Assumirá a recriada Secretaria-Geral da Presidência, à qual estará subordinado o mesmo PPI, além das estruturas de comunicação, administração e cerimonial.
 
Sobre ele pesa a suspeita —que evidentemente ainda precisaria ser corroborada por provas— de ter auferido propinas, sob o codinome "Angorá", para fazer avançarem os interesses da empreiteira quando era ministro da Aviação Civil do governo Dilma.
 
Boas razões embasam o princípio do foro privilegiado —pelo qual ministros de Estado, entre outras autoridades de primeiro escalão, só podem ser processados e julgados pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Trata-se de uma proteção contra a litigância de má-fé por parte de inimigos políticos.
 
A garantia constitucional, entretanto, não pode se converter em atalho para a impunidade, o que muitas vezes ocorre devido ao acúmulo de processos que se arrastam no STF.
 
Como revelou uma pesquisa efetuada por este jornal, em novembro passado havia nada menos que 362 inquéritos e 84 ações envolvendo profissionais da política na corte.
 
Por ineficiência geral da Justiça e chicanas jurídicas dos interessados, o foro é visto com desconfiança pela opinião pública. Quaisquer que tenham sido seus propósitos, a nomeação infeliz anunciada por Michel Temer acaba por contribuir para essa imagem nega
Seriedade gera emprego, mas quantos acreditam? | Rolf Kuntz
- O Estado de S.Paulo
 
A economia reage com inflação baixa e aperto fiscal, mas a conversa eleitoral é outra
 
Seriedade, quem diria, pode gerar crescimento, emprego e renda, mas, segundo uma tese muito popular em Brasília, pode também atrapalhar uma eleição ou reeleição. A crença nessa tese é hoje, e provavelmente será na maior parte do próximo ano, a principal ameaça à recuperação da economia brasileira. A preocupação apareceu, mais uma vez, numa palestra da secretária do Tesouro Nacional, Ana Paula Vescovi, em São Paulo. Depois de citar a melhora dos indicadores econômicos e os bons efeitos do esforço de arrumação das contas públicas, ela resumiu: “Disciplina fiscal rende, sim, crescimento sustentável”.
 
Mas será preciso, acrescentou, deixar essa mensagem mais clara para a sociedade em 2018, ano das próximas eleições. Falta saber quem se encarregará desse trabalho. Políticos em busca de votos para chegar ao Congresso ou lá se manter? Candidatos, ainda incertos ou desconhecidos, à Presidência da República? Provavelmente será muito mais fácil usar a linguagem populista, ou aparentada ao populismo, se a economia, como calculam muitos especialistas, ainda estiver crescendo na faixa, nada espetacular, de 1,5% a 2%. Muito mais trabalhoso será mostrar o avanço realizado a partir do fundo do poço e expor os fatos com racionalidade.
 
Os dados, no entanto, são simples e claros e têm sido divulgados, nem sempre com destaque, pelos meios de comunicação. Tome-se, por exemplo, a arrecadação federal de setembro. A parcela administrada pela Receita Federal chegou a R$ 103,89 bilhões, valor 8,68% maior que o de um ano antes, descontada a inflação. A soma foi levemente engordada por dois itens atípicos, a renegociação de dívidas fiscais em atraso, o chamado novo Refis, e o aumento do PIS/Cofins cobrado sobre combustíveis. Descartados esses componentes, sobraram R$ 98,26 bilhões, uma arrecadação 5,19% superior à de setembro de 2016.
 
Esse ganho é explicável, como indicou o relatório, por fatores como o aumento da massa de salários, o crescimento da produção industrial, o início de recuperação do varejo e a elevação das importações.
 
Todos esses dados são indicadores da recuperação econômica. A reação começou no primeiro trimestre, puxada estatisticamente pela agricultura, e em seguida ganhou impulso com a movimentação crescente da indústria. A reação do consumo tem sido moderada, mas suficiente para mostrar os primeiros efeitos da melhora da renda familiar. Essa melhora explica os aumentos de arrecadação do Imposto de Renda retido na fonte e das contribuições pagas à Previdência.
 
No exame dos fatos geradores da arrecadação os técnicos da Receita Federal discriminam alguns dados de agosto, comparados com os de um ano antes. A lista inclui, entre outros itens, variações positivas da produção industrial (+3,97%), das vendas do comércio varejista (+5,77%) e da massa de salários (+4,87%).
 
Para compreender mais amplamente o quadro é preciso ir além dos detalhes destacados no relatório da Receita Federal. O aumento real da massa de salários é atribuível em parte à criação de empregos e em parte ao recuo da inflação. Desde o segundo semestre do ano passado os preços de bens e serviços consumidos pelas famílias têm subido muito mais lentamente do que haviam subido até a transição de governo. Isso se explica parcialmente pela recessão e, é claro, pela dura política de juros do Banco Central, atenuada de forma gradativa a partir de outubro do ano passado. Desde esse momento os juros básicos caíram de 14,25% para 8,25% ao ano e ainda poderão cair mais um pouco, talvez até 7%.
 
Nos 12 meses terminados em setembro, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) aumentou 2,54%, ficando pouco abaixo do limite inferior da margem de tolerância (3%). Além disso, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), baseado nos orçamentos de famílias com renda mensal de até cinco salários mínimos, subiu apenas 1,63%. Isso significa menor corrosão da renda familiar e maior espaço, no orçamento, para a diversificação de despesas. Obviamente esse detalhe se reflete em maior demanda de bens industriais e de vários serviços.
 
Em agosto, a produção da indústria geral foi 4% maior que a de um ano antes. De janeiro a agosto superou por 1,5% a de igual período de 2016, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Houve condições, portanto, para a criação, de janeiro a setembro, de 81.523 empregos formais na indústria de transformação. O total gerado nos vários setores, em nove meses, chegou a 208.874 (diferença entre admissões e demissões). O acumulado em 12 meses continuou negativo (-466.654), mas esse buraco está sendo gradativamente fechado. O desemprego total continua muito alto, mas também tem diminuído, até mais velozmente do que se previa até há pouco.
 
A recuperação da economia tem ocorrido, em suma, com inflação declinante – e já quase civilizada – e enquanto o governo tenta arrumar as contas públicas, devastadas na administração anterior. O cenário desmente mais uma vez algumas velhas crenças da chamada heterodoxia – teses favoráveis ao desleixo orçamentário e à tolerância à inflação.
 
Disciplina fiscal, como disse a secretária do Tesouro, rende, sim, crescimento sustentável. O controle da inflação, acrescente-se, também favorece o aumento dos negócios e do emprego. Mas boa parte dos políticos mostra pouca ou nenhuma disposição para sustentar essa mensagem. Esse grupo inclui, naturalmente, muitos parlamentares da chamada base governamental.
 
Se esses decidirem deixar para depois a reforma da Previdência, o crescimento previsto para os próximos anos estará em risco. Na pior hipótese, os ganhos obtidos na área fiscal, na reativação econômica e no controle da inflação poderão ir pelo ralo. Os espertos arranjarão alguém para culpar, talvez os neoliberais ou os vilões do Império. Por que não?

 

Interesses cruzados | Leandro Colon
- Folha de S. Paulo
 
A linha de corte criada por Michel Temer para definir a vida de ministros implicados pela Odebrecht deu certo fôlego ao Planalto, mas entregou à Procuradoria-Geral da República responsabilidade sobre o futuro do governo.
 
A regra tem preservado os ministros investigados, mesmo que, para abertura dos inquéritos, o Supremo tenha considerado a existência de indícios de que cometeram crimes.
 
Pelos critérios do presidente, o ministro que for denunciado pela PGR será afastado temporariamente. A demissão deve ocorrer no caso de o Supremo transformá-lo em réu.
 
Oito ministros estão na lista de inquéritos. É improvável que o tribunal julgue até o fim de 2018 possíveis denúncias contra todos eles.
 
A regra de Temer é frágil porque, uma vez fora do governo, dificilmente um ministro retorna. O presidente sabe que uma denúncia da PGR, e não uma decisão do STF, pode estabelecer quem sai da Esplanada.
 
Reportagem da Folha deste domingo (23) mostrou que Temer pretende indicar um aliado do procurador-geral, Rodrigo Janot, à sucessão do próprio, marcada para setembro.
 
Janot poupou o presidente dos inquéritos da Odebrecht por considerar que ele tem "imunidade temporária" no cargo. O peemedebista é citado como personagem de reunião vinculada a acerto de propina.
 
O procurador tem feito circular a versão de que não quer um terceiro mandato. Seus aliados agem nos bastidores para garantir o substituto, enquanto os adversários de Janot na procuradoria articulam nomes.
 
Temer vai escolher um dos indicados da listra tríplice da associação de procuradores, sem precisar optar pelo mais votado pela classe.
 
Em meio a reformas importantes no Congresso, o presidente quer segurar até quando for possível ministros de peso e sob investigação, como Eliseu Padilha e Moreira Franco.
 
E não interessa ao grupo de Janot dentro da PGR perder a condução da Lava Jato a partir de setembro.

A lata velha do Huck | Bernardo Mello Franco

- Folha de S. Paulo
 
Foi-se o tempo em que Luciano Huck recorria a modelos seminuas para empinar a audiência. Esperto, o apresentador farejou a mudança do vento e trocou o chicote da Tiazinha pelo marketing da caridade. Passou a distribuir dinheiro, reformar casa, promover casamento. Deu uma cara nova ao velho assistencialismo televisivo.
 
Agora Huck flerta com outro personagem: o de presidenciável. "Quero e vou participar deste processo de renovação política no Brasil", afirma, em artigo publicado pela Folha na quarta-feira. Como os profissionais do ramo, ele evita revelar seus próximos passos. "Fora do dia a dia da política, minha contribuição pode ser mais efetiva", desconversa.
 
O apresentador se movimenta sem muita discrição. Ele tem conversado com quatro partidos: DEM, PPS, Rede e Novo. Nas últimas semanas, recebeu ao menos dois ministros do governo Temer. Um interlocutor diz que ele é cauteloso, mas demonstra "muita vontade" de se lançar. A ideia ganhou força com o desgaste de João Doria, que surfou a onda da antipolítica em 2016.
 
Há seis meses, o Datafolha testou o nome de Huck num cenário com dez presidenciáveis, e o apresentador ficou com apenas 3% das intenções de voto. Seus amigos apostam num crescimento rápido se ele assumir a candidatura até abril de 2018.
 
Os entusiastas da ideia dizem que o apresentador daria um rosto simpático ao discurso impopular das reformas. Seria uma boia para os náufragos do governo Temer e do PSDB. Ao mesmo tempo, ele teria potencial para "entrar no Nordeste" e disputar votos nas bases do lulismo.
 
A aventura seria mais arriscada para o próprio Huck, que teria que abrir mão de contratos milionários e da paz das celebridades. Nos últimos dias, ele já passou a ser cobrado pela proximidade com figuras como Aécio Neves, Sérgio Cabral e Eike Batista. Explicar essas amizades numa campanha pode ser mais difícil do que consertar uma lata velha na TV.

PARCERIA ESTRATÉGICA

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