Notícias

Papa: como Santo Inácio, colocar-se a serviço

31/07/2017 21:11
Papa Francisco \ Encontros e Eventos Papa: como Santo Inácio, colocar-se a serviço do próximo   Cidade do Vaticano (RV) – “Como Santo Inácio de Loyola, deixemo-nos conquistar pelo Senhor Jesus e, guiados por Ele, coloquemo-nos ao serviço do próximo.” Esta é a mensagem do Papa...
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As chances de Bolsonaro e Lula | Gaudêncio Torquato

31/07/2017 17:44
As chances de Bolsonaro e Lula | Gaudêncio Torquato - Blog do Noblat   A fatura que a República tira de seus ismos - grupismo, mandonismo, caciquismo, nepotismo, individualismo, fisiologismo – cresce exponencialmente com o acirramento da crise política, propiciando especulações e...
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A agenda possível | Cida Damasco

31/07/2017 14:54
A agenda possível | Cida Damasco - O Estado de S. Paulo   Sem dinheiro, governo tapa buracos no setor público e derruba investimentos   Por tudo que se tem visto e ouvido nos últimos dias, cresce a expectativa de que Temer “mude de fase” nesse jogo em que se transformou a...
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Temer pato manco | Ricardo Noblat

31/07/2017 14:47
Temer pato manco | Ricardo Noblat - O Globo “A palavra propina foi inventada pelos empresários para tentarem culpar os políticos” LULA   Não está em jogo se Michel Temer é culpado por crime de corrupção. Nem se existe prova de que de fato o cometeu. Na sessão da Câmara dos...
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31 de julho - dia de Santo Inácio de Loyola

31/07/2017 00:36
Santo Inácio de Loyola, reconhecido tendo a alma maior que o mundo A única ambição de santo Inácio de Loyola tornou-se a aventura de salvar almas e o seu amor a Jesus   Neste dia celebramos a memória deste santo que, em sua bula de canonização, foi reconhecido como tendo “uma alma...
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Custo Brasil subiu 120% mas funcionários só 10%

31/07/2017 00:20
31 DE JULHO DE 2017 CUSTO BRASIL SUBIU 120%, MAS FUNCIONÁRIOS SÓ 10% O inchaço resultante do aparelhamento do Estado brasileiro na última década elevou os gastos com pessoal em cerca 120% entre 2007 e o ano passado, passando de R$ 126,8 bilhões para os atuais R$284 bilhões por ano para...
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Marco Túlio Cícero: advogado, político e filósofo

30/07/2017 22:15
Marco Túlio Cícero e as lições para se conduzir um país (II)   Textos do político e filósofo romano do ano 63 a.C. inspiram momento atual   Jornal do Brasil   Marco Túlio Cícero foi um advogado, político, escritor, orador e filósofo da República Romana eleito cônsul...
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Temer recompõe apoio para barrar denúncia

30/07/2017 22:07
Temer recompõe apoio para barrar denúncia na Câmara Após a denúncia chegar à Câmara em 29 de junho, Temer iniciou uma verdadeira "blitze política" para receber deputados e convencê-los a votar contra a abertura de investigação no Supremo Tribunal Federal. Em um único dia, o presidente...
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Presidente Michel visita Comando Militar do Leste

30/07/2017 20:22
Temer diz no Rio que operação militar já produz resultado e pode ser renovada Presidente reforçou que a Operação no Rio terá várias etapas   R7   RIO DE JANEIRO - Da Agência Brasil   O presidente Michel Temer disse na tarde deste domingo (30) que os primeiros dias...
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Quem foi Marco Túlio Cícero ? Saiba agora!

30/07/2017 20:13
Quem foi Marco Túlio Cícero ?   Marco Túlio Cícero e as lições para se conduzir um país Textos de filósofo romano do ano 63 a.C. inspiram momento atual   Jornal do Brasil - Jornal On line   Marco Túlio Cícero foi um advogado, político, escritor, orador e filósofo...
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Com Jesus Cristo, sempre nasce e renasce a alegria

30/07/2017 19:29
Papa Francisco \ Angelus Angelus: com Jesus, a alegria nasce e renasce. A graça em primeiro lugar   Cidade do Vaticano (RV) – A alegria do Evangelho nos livra da tristeza e do vazio interior: palavras do Papa no Angelus do último domingo de julho (30/07).   Aos milhares de...
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Bolsonaro escolhe partido pelo qual vai se filiar

30/07/2017 19:21
Fim do mistério. Bolsonaro escolhe partido pelo qual vai se candidatar à Presidência em 2018 Deputado Jair Bolsonaro vai se filiar ao Partido Ecológico Nacional, o PEN. Sigla deve mudar de nome para Patriotas ou Prona, resgatando a legenda que projetou o ex-deputado Enéas   Brasilia...
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Temer convida Aécio Neves para jantar

30/07/2017 17:55
Temer convida Aécio Neves para jantar Jornal do Brasil - Foto: G1   O presidente Michel Temer e o senador Aécio Neves (PSDB-MG) jantaram neste sábado (30), no Palácio do Jaburu, residência oficial do peemedebista. Interlocutores relataram que o objetivo do convite de Temer foi...
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Marco Túlio Cícero e as lições para se conduzir um país

30/07/2017 17:44
Marco Túlio Cícero e as lições para se conduzir um país (VI)    Textos do político e filósofo romano do ano 63 a.C. inspiram momento atual   Jornal do Brasil Marco Túlio Cícero foi um advogado, político, escritor, orador e filósofo da República Romana eleito cônsul no...
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Editorial do Jornal Diário do Povo do Piauí

30/07/2017 16:10
Editorial do Jornal Diário do Povo Edição do final de semana, 29 e 30 de julho de 2017   LIBERDADE É FUNDAMENTAL - Editorial    Chamada por muitos de Quarto Poder, a imprensa tem certamente um papel fundamental para que a sociedade, entre outras informações, possa...
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Entre a ordem e a malandragem | Luiz Carlos Azedo

30/07/2017 14:06
Entre a ordem e a malandragem | Luiz Carlos Azedo  Correio Brazilense   As Forças Armadas estão empregando o conceito de “guerra assimétrica” . Isso tem a ver com combate ao terrorismo. Faz sentido, o tráfico de drogas atua como uma espécie de guerrilha urbana   Desde...
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Wellington Dias processa Jornal Diário do Povo

30/07/2017 13:49
Wellington Dias processa Jornal Diário do Povo   Wellington Dias processa jornal por informações sobre dinheiro recebido pelo PT no Piauí   Audiência será no dia 9 de agosto e governador pede R$ 37.840,00 de indenização   Informações do Jornal Diário do Povo - edição 29...
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Uma ditadura bem ali na esquina | Clóvis Rossi

30/07/2017 10:07
Uma ditadura bem ali na esquina | Clóvis Rossi - Folha de S. Paulo   A Venezuela dá neste domingo (30) o passo final para a instalação de uma ditadura.   Foi "despacito", para citar um sucesso mundial. Hugo Chávez foi comendo a democracia pelas bordas, pouco a pouco, mas...
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Retomando os trabalhos | Samuel Pessôa

30/07/2017 10:02
Retomando os trabalhos | Samuel Pessôa Folha de S. Paulo   A semana que hoje se abre marca a retomada dos trabalhos no Congresso Nacional.   O período recente tem sido de muita atividade no Congresso, que tem reconhecido que há temas que precisam ser tratados...
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Cleptocracia renitente | Por Vera Magalhães

30/07/2017 08:29
Cleptocracia renitente | Vera Magalhães  O Estado de S.Paulo   Os escalões ignoram o Estado de Direito, zombam da capacidade de punição dos corruptos   A espantosa revelação de que, com a Lava Jato comendo solta e um monte de gente presa, Aldemir Bendine negociou o...
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Temer e Joesley | Eliane Cantanhêde

30/07/2017 08:14
Temer e Joesley | Eliane Cantanhêde - O Estado de S.Paulo   Temer luta pelo mandato; Joesley, para manter acordo de delação e impunidade   Às vésperas da votação da denúncia contra o presidente Michel Temer na Câmara, a JBS solta provas e detalhes que atingem não apenas...
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Artigo: Três pilares, um fundamento de amor!

30/07/2017 03:40
DOM JACINTO Três pilares, um fundamento de amor!   Por David Solano   “Quero que nos considere ministros de Cristo e dispensadores dos mistérios de Deus” (I Cor 4,1).   Com essas palavras, o Apóstolo Paulo, que se orgulhava do título “Servidor (ministro) de...
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De tão maduro o governo venezuelano apodreceu

30/07/2017 03:17
30 DE JULHO DE 2017 FRAGA É OPÇÃO TUCANA PARA O LUGAR DE MEIRELLES O ministro Henrique Meirelles (Fazenda) é uma espécie de último fiapo de credibilidade do governo Michel Temer, mas têm sido insistentes os rumores de sua saída, em razão de supostas desavenças com Eliseu Padilha. Segundo...
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Criou um bordão: Ficou rico na política, é ladrão

29/07/2017 21:08
Uma aposta liberal | João Domingos - O Estado de S.Paulo   A dupla Henrique Meirelles e Rodrigo Maia está cada vez mais afinada   Apesar do confuso quadro sobre a disputa presidencial do ano que vem, é bom prestar atenção no surgimento de uma dupla que, se vingar, vai fazer...
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O sangue dos Mártires não é derramado em vão

29/07/2017 21:00
Artigos \ Editorial Editorial: o caminho do martírio de todos os dias   Cidade do Vaticano (RV) - O assassinato do Pe. Jacques Hamel, em 26 de julho do ano passado, traz à tona o tema do martírio. O sacerdote tinha oitenta e cinco anos quando foi degolado por dois terroristas,...
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INTERNACIONAL - O exemplo alemão

29/07/2017 18:54
INTERNACIONAL   O exemplo alemão   Após escândalos de corrupção, Alemanha adota políticas para fiscalizar doações partidárias e suborno de empresas. Hoje, está entre as dez nações mais transparentes MUDANÇAS País de Angela Merkel se prepara para um pleito mais...
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O mito do BNDES grátis - Por Constantino

29/07/2017 18:49
O mito do BNDES grátis Por Rodrigo Constantino   ” O governo grátis pode acontecer em qualquer lugar. Basta que as condições políticas e econômicas se tornem propícias ao surgimento de atores que irão organizar seus interesses em torno do domínio das instituições do...
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Primeira melhora | Míriam Leitão - O Globo

29/07/2017 14:16
Primeira melhora | Míriam Leitão - O Globo   O desemprego teve “a primeira queda estatisticamente significativa desde o último trimestre de 2014”, segundo o IBGE. A situação do mercado de trabalho continua dramática, mas o número veio melhor do que o esperado e confirma sinais já...
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Como Lula nadou | Demétrio Magnoli

29/07/2017 13:50
Como Lula nadou | Demétrio Magnoli - Folha de S. Paulo   O gato de sete vidas continua à tona, apoiando-se nos cadáveres que boiam ao seu redor para não afundar   "Eles vão perceber que não dá para nadar teoricamente. Entra na água e vai nadar, porra". Isso aí, o trecho da...
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Alzugaray - Um Senhor Editor - Revista IstoÉ

29/07/2017 08:24
Um senhor editor INOVADOR Em suas publicações, Alzugaray reinventou o jornalismo informativo e alinhavou novos princípios de edição, cobertura e enfoque (Crédito: Divulgação)   Por Carlos José Marques e Amauri Segalla - Site da Revista IstoÉ   Os antepassados bascos...
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STF libera candidatura de Maia à reeleição

02/02/2017 11:25
STF libera candidatura de Maia à reeleição Supremo nega quatro pedidos para barrar candidatura de Maia   • Celso de Mello, decano da Corte, rejeita pedidos de liminares para barrar a candidatura do presidente da Casa; deputado do DEM é favorito e tem apoio do...
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Família autoriza doação dos órgãos de Marisa Letícia

02/02/2017 11:07
Família autoriza doação dos órgãos de Marisa Letícia A ex-primeira dama Marisa Letícia Lula da Silva, esposa e companheira do ex-presidente, durante o Encontro das mulheres e militantes com Lula, na Casa de Portugal do Grande ABC em Santo André (SP) (Leonardo Benassatto/Futura...
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Eunício Oliveira é eleito presidente do Senado

01/02/2017 20:15
Eunício Oliveira é eleito presidente do Senado   Peemedebista recebeu 61 votos, contra 10 do seu único adversário, José Medeiros. Novo presidente foi citado em delação da Odebrecht   Por Da redação - Site da Revista Veja O novo presidente do Senado, Eunício Oliveira...
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Eunício deve ser eleito hoje no Senado - Estadão

01/02/2017 13:29
Eunício deve ser eleito hoje no Senado • Com apoio da base e da oposição, senador do PMDB é defensor da agenda de reformas do governo Michel Temer, de quem se diz amigo   Ricardo Brito | O Estado de S.Paulo   BRASÍLIA - Num contraponto à tensa disputa ao comando da Câmara,...
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Artigo: A grande jogada de mestre ?

01/02/2017 11:40
A grande jogada de mestre ? Por Josenildo Melo   Em se concretizando hoje a filiação de um grande nome da política piauiense; o grande mestre coloca no tabuleiro do xadrez político a concretização de um sonho em prol do Estado do Piauí. E não está errado? Afinal quem é o grande...
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Resposta ao desemprego - Míriam Leitão

01/02/2017 11:22
Resposta ao desemprego - Míriam Leitão - O Globo   O principal problema da economia brasileira hoje é o desemprego. Ele é o fruto mais amargo da grave crise na qual o país entrou por má condução da política econômica. Foi o governo Dilma que jogou o emprego nesta queda livre, mas o...
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Cármen Lúcia quer sortear relatoria da Lava Jato

31/01/2017 11:57
Cármen Lúcia quer sortear relatoria da Lava Jato entre cinco Novo relator decidirá sobre sigilo de delação da Odebrecht   • Nome deve ser escolhido entre os integrantes da 2ª Turma do tribunal   Letícia Casado, Valdo Cruz | Folha de S. Paulo   BRASÍLIA - Após a...
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Supremo homologa delação da Odebrecht - Estadão

31/01/2017 11:47
Supremo homologa delação da Odebrecht, mas mantém sigilo Ministra Carmen Lúcia homologa as 77 delações da Odebrecht   • Presidente do STF, contudo, decidiu manter o sigilo dos depoimentos dos executivos e ex-executivos da empresa   Breno Pires e Rafael Moraes Moura | O...
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Estatais do Rio, MG e RS valem R$ 34 bilhões

30/01/2017 12:14
Estatais do Rio, MG e RS valem R$ 34 bilhões Por Rodrigo Carro | Valor Econômico   RIO - Se privatizarem todas as suas estatais, os Estados do Rio de Janeiro, Minas Gerais e Rio Grande do Sul conseguirão abater quase 50% de sua dívida com a União. Levantamento feito pela agência de...
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Sinais para a sociedade - Merval Pereira

29/01/2017 13:24
Sinais para a sociedade - Merval Pereira - O Globo   Homologar delações da Odebrecht será bom sinal. Caso a presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Cármen Lúcia, a “lucidade senhora” nas palavras do músico Tom Zé, homologue as delações dos 77 executivos da Odebrecht, ou pelo...
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Charlottesville à brasileira | José Roberto de Toledo
 O Estado de S.Paulo
 
No Brasil, os saudosos da ditadura continuam sendo tratados como café com leite
 
Neonazistas desfilando orgulhosamente em Charlottesville, a cidade de Thomas Jefferson, o autor da inspiradora declaração de independência dos EUA, foi chocante. Ver um deles matando covardemente quem se levanta contra o racismo, em atentado para inspirar terror, fez do escândalo tragédia e ameaça. Mas o presidente relativizar tudo isso ao equiparar a vítima ao algoz (duas vezes) dá tentação de invocar Drogon e gritar “dracarys”.
 
Tentação passageira e irrealizável, decerto. Dragões voadores e incendiários só aparecem nas noites de domingo e, ainda assim, confinados às telas para onde escaparam das páginas de ficção.
 
A “alt-right” e seu inspirador com cabelos à la Targaryen, porém, estão aí todo dia, toda hora, em todo lugar. Não são ficcionais, mas evocações fantasmagóricas de um passado que se esperava morto e enterrado. Trump está ajudando a exumá-lo.
 
No Brasil, fantasmas políticos não são levados a sério – como Trump não era nos EUA. Quando só apareciam segurando um cartaz em uma manifestação ou fazendo um comentário preconceituoso em uma mídia social, eram tachados de malucos excêntricos. Quando se multiplicaram e passaram a ter validade estatística, continuaram a ser considerados exotismo e motivo de piada.
 
Mesmo depois de elegerem bancada no Congresso, de se tornarem arroz de festa em protestos e de comentarem todo post de Facebook que trate de política, os saudosos da ditadura e do obscurantismo continuam sendo tratados como café com leite. O Brasil parece se julgar imunizado ao que aconteceu meio século atrás. Esquece-se que a maioria do eleitorado de hoje não tomou essa vacina. Não viveu a doença nem foi educada sobre ela.
 
Passado o perigo imediato, os humanos baixam a guarda. A recidiva da Aids entre os jovens que não vivenciaram a epidemia dos anos 80 e 90 ou a ressurgência periódica de doenças contagiosas que dependem de vetores erradicáveis são lembranças constantes de como a memória é menos perene que a ameaça.
 
Os sintomas, entretanto, estão aí para quem quiser conferi-los. Organizações políticas que execram a política a pretexto de combater a corrupção e o esquerdismo? Check. Sites de notícias falsas que conseguem viralizar com frequência nas mídias sociais? Check. Financiadores dispostos a bancá-los? Check. Militância organizada e capaz de ir às ruas? Check. Aventureiros dispostos a surfar essa onda a qualquer preço? Check.
 
Se o vírus existe e está incubado, quais são as condições de saúde do organismo social para resistir a ele? As piores. As defesas imunológicas representadas pelas instituições jamais estiveram tão baixas. As taxas de confiança no Congresso, na Presidência da República e nos partidos nunca foram menores. Para completar, a Justiça entrou na mira da opinião pública.
 
Tudo isso em meio à maior recessão econômica experimentada em duas ou três gerações – com desemprego recorde, extinção progressiva dos melhores empregos formais, desocupação especialmente alta entre jovens, mesmo entre quem fez faculdade. Sem contar o déficit público explosivo a generalizar os cortes de gastos sociais que serviriam de proteção para o tombo.
 
O que falta, então, para desencadear um processo equivalente ao que aconteceu nos EUA e provocou a assunção ao poder de um “mad king” de cabeleira descolorida e esvoaçante? O catalisador.
 
Em comparação a Enéas, Jair Bolsonaro tem capacidade eleitoral ampliada. Mas o quarto do eleitorado que admite votar nele o faz menos por entusiasmo com a figura do que pelas ideias que simboliza. Por isso, ele se arrisca a perder esses votos se outro conseguir personificar o Trump brasileiro. Candidatos não faltam.

 

Nomeação infeliz – Editorial | Folha de S. Paulo
Em episódio que marcou os estertores do governo petista, a ex-presidente Dilma Rousseff anunciou a escolha de seu antecessor, Luiz Inácio Lula da Silva, para a chefia da Casa Civil.
 
Como ficou mais que evidente à época, tratava-se de manobra que tinha como um de seus objetivos garantir foro privilegiado ao ministro recém-nomeado, em cujo encalço estava a força-tarefa da Operação Lava Jato em Curitiba.
 
Eis que agora o Palácio do Planalto, sob o comando de Michel Temer (PMDB), decide conceder status ministerial a Moreira Franco, peemedebista citado ao menos 34 vezes em delação premiada de um ex-dirigente da construtora Odebrecht.
 
Há que se guardar, por óbvio, as proporções entre as circunstâncias, os personagens envolvidos e as consequências esperadas em um e outro caso. Mas o eventual sentido administrativo da medida de Temer permanece muito menos visível que o benefício concedido ao correligionário.
 
Moreira Franco é um dos auxiliares mais próximos ao presidente. Ocupava o cargo, estratégico para a política econômica, de secretário-executivo do Programa de Parceria em Investimentos (PPI), ao qual cabe desfazer os gargalos no setor de infraestrutura.
 
Assumirá a recriada Secretaria-Geral da Presidência, à qual estará subordinado o mesmo PPI, além das estruturas de comunicação, administração e cerimonial.
 
Sobre ele pesa a suspeita —que evidentemente ainda precisaria ser corroborada por provas— de ter auferido propinas, sob o codinome "Angorá", para fazer avançarem os interesses da empreiteira quando era ministro da Aviação Civil do governo Dilma.
 
Boas razões embasam o princípio do foro privilegiado —pelo qual ministros de Estado, entre outras autoridades de primeiro escalão, só podem ser processados e julgados pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Trata-se de uma proteção contra a litigância de má-fé por parte de inimigos políticos.
 
A garantia constitucional, entretanto, não pode se converter em atalho para a impunidade, o que muitas vezes ocorre devido ao acúmulo de processos que se arrastam no STF.
 
Como revelou uma pesquisa efetuada por este jornal, em novembro passado havia nada menos que 362 inquéritos e 84 ações envolvendo profissionais da política na corte.
 
Por ineficiência geral da Justiça e chicanas jurídicas dos interessados, o foro é visto com desconfiança pela opinião pública. Quaisquer que tenham sido seus propósitos, a nomeação infeliz anunciada por Michel Temer acaba por contribuir para essa imagem nega
O fundão da discórdia | Merval Pereira
- O Globo
 
A Câmara caminha para um acordo que pode, até a próxima semana, alterar o texto básico aprovado pela comissão especial da reforma política em pontos fundamentais, com a reintrodução do financiamento por parte de pessoa jurídica nas campanhas eleitorais, reduzindo consideravelmente, ou até mesmo extinguindo, o tal Fundo Democrático de R$ 3,6 milhões de triste memória, rejeitado pela sociedade.
 
Também o distritão, um sistema eleitoral de transição, pode ser substituído pelo voto distrital misto já nas eleições municipais de 2020, antecipando sua adoção, prevista apenas para 2022 no projeto original. Há diversos projetos sobre financiamento privado de campanhas eleitorais prontos para serem debatidos, todos com limitações e controles através dos órgãos governamentais, para coibir ao máximo o financiamento ilegal das campanhas eleitorais.
 
Dois personagens contribuíram para que os deputados e senadores se sentissem em condições de retomar o assunto, o juiz Sérgio Moro e o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luís Roberto Barroso, além, evidentemente, da repercussão negativa do tal Fundo Democrático.
 
Os dois, por sinal, foram ferrenhos críticos do financiamento privado, Barroso tendo sido o relator do processo que acabou proibindo esse tipo de financiamento e gerou o escandaloso fundo público, e Sérgio Moro, o juiz da Lava-Jato, que via no financiamento por empresas uma das principais razões da corrupção que dominou o processo eleitoral brasileiro todos estes anos.
 
Diante do simulacro de reforma política que está sendo gestado na Câmara, o juiz Sérgio Moro disse há dois dias que o melhor seria a volta do financiamento privado, com limitações rígidas. O ministro Luís Roberto Barroso havia esclarecido em declarações anteriores que não foi o financiamento privado que foi considerado inconstitucional, mas a maneira como ele estava sendo utilizado no Brasil.
 
Ambos criticam, por exemplo, a possibilidade de uma mesma empresa financiar diversos candidatos de partidos diferentes, e esse aspecto deve ser revisto na proposta que será apresentada na próxima semana. A questão da limitação de gastos nas campanhas eleitorais será atacada também pela adoção do voto distrital misto.
 
Como as campanhas se darão nos distritos, que ainda serão definidos de acordo com critérios geopolíticos com a ajuda do IBGE, elas serão bem mais baratas. A parte proporcional será feita através de listas, e a discussão se dará para definir se elas serão abertas, como no voto proporcional de hoje, ou fechadas, quando o eleitor vota no partido e elege os escolhidos na lista partidária.
 
Nessa discussão da próxima semana, haverá também a proposta de valorizar o voto de legenda no distritão, para que os partidos políticos não fiquem desprestigiados com a adoção desse sistema provisório.
 
A falta de consenso sobre a reforma política serviu para reabrir a discussão sobre qual a melhor solução, e, nos destaques que serão discutidos na próxima semana, haverá até mesmo a possibilidade de manter-se o sistema proporcional atual em vez do distritão, mas com cláusulas de desempenho mais rígidas e a proibição das coligações proporcionais. Uma discussão que certamente se dará será sobre as federações de partidos, previstas no projeto original, que acabam substituindo as coligações.

 

Interesses cruzados | Leandro Colon
- Folha de S. Paulo
 
A linha de corte criada por Michel Temer para definir a vida de ministros implicados pela Odebrecht deu certo fôlego ao Planalto, mas entregou à Procuradoria-Geral da República responsabilidade sobre o futuro do governo.
 
A regra tem preservado os ministros investigados, mesmo que, para abertura dos inquéritos, o Supremo tenha considerado a existência de indícios de que cometeram crimes.
 
Pelos critérios do presidente, o ministro que for denunciado pela PGR será afastado temporariamente. A demissão deve ocorrer no caso de o Supremo transformá-lo em réu.
 
Oito ministros estão na lista de inquéritos. É improvável que o tribunal julgue até o fim de 2018 possíveis denúncias contra todos eles.
 
A regra de Temer é frágil porque, uma vez fora do governo, dificilmente um ministro retorna. O presidente sabe que uma denúncia da PGR, e não uma decisão do STF, pode estabelecer quem sai da Esplanada.
 
Reportagem da Folha deste domingo (23) mostrou que Temer pretende indicar um aliado do procurador-geral, Rodrigo Janot, à sucessão do próprio, marcada para setembro.
 
Janot poupou o presidente dos inquéritos da Odebrecht por considerar que ele tem "imunidade temporária" no cargo. O peemedebista é citado como personagem de reunião vinculada a acerto de propina.
 
O procurador tem feito circular a versão de que não quer um terceiro mandato. Seus aliados agem nos bastidores para garantir o substituto, enquanto os adversários de Janot na procuradoria articulam nomes.
 
Temer vai escolher um dos indicados da listra tríplice da associação de procuradores, sem precisar optar pelo mais votado pela classe.
 
Em meio a reformas importantes no Congresso, o presidente quer segurar até quando for possível ministros de peso e sob investigação, como Eliseu Padilha e Moreira Franco.
 
E não interessa ao grupo de Janot dentro da PGR perder a condução da Lava Jato a partir de setembro.

Distritão cria dilemas insuperáveis para partidos | Marcus Melo

- Folha de S. Paulo
 
Distritão incentivaria as legendas a pedir que eleitores não votem em massa em candidatos de maior potencial
 
O distritão é péssimo, mas não pelas razões frequentemente apontadas.
 
O distritão, ou SNTV (voto único não transferível, como é conhecido internacionalmente), não levará a campanhas mais caras, desperdício massivo de votos. Tampouco levará a uma redução no número de partidos, nem garantirá apenas a sobrevivência dos partidos maiores.
 
O cientista político americano Gary Cox, em contribuição seminal para a matemática dos sistemas eleitorais, apresentou a prova formal de que o SNTV e a representação proporcional baseada no sistema D'Hondt para o cálculo das sobras do quociente (utilizado no Brasil) produzem resultados equivalentes.
 
Ou seja, como temos distritos eleitorais gigantescos (variando de 8 a 70), o distritão na prática levará aos mesmos resultados do atual sistema.
 
Os partidos pequenos não serão afetados pelo distritão, salvo se uma cláusula de desempenho for também aprovada. O distritão inibe a renovação dentro dos partidos, mas não afeta a viabilidade de pequenas legendas.
 
Numerosos trabalhos acadêmicos já foram realizados sobre o distritão. As causas de sua ineficiência são conhecidas e pouco têm a ver com as apontadas no debate público. A mais importante é que o sistema cria dilemas de coordenação quase insuperáveis para os partidos.
 
Um caso hipotético para ilustrar. Se indivíduos muito populares (por exemplo o juiz Sergio Moro ou o ex-presidente Lula), capazes de atrair o sufrágio de 10 ou 20 vezes o quociente eleitoral do Estado de São Paulo (300 mil), fossem candidatos, suas legendas seriam instadas a convencer seus eleitores a não votar neles, sob o risco de não eleger vários de seus parlamentares e no limite ver o número de eleitos se reduzir.
 
Qualquer voto adicional será um voto perdido, e o número ideal de votos para cada candidato é muito difícil de ser estimado. O partido teria um dilema entre promover certas candidaturas muito populares e ao mesmo tempo reduzir seu apelo.
 
Essa consequência bizarra –um partido instruir seus eleitores a limitar os votos nos seus candidatos– cria problemas severos de responsabilização e de comunicação.
 
Apenas partidos muito fortes como o Kuomintang de Taiwan ou LDP do Japão, onde o sistema foi adotado entre 1948 e 1993, puderam mitigar os problemas.
 
O Kuomintang instruiu seus eleitores a votar nos 5 candidatos de um distrito, segundo os últimos números de suas carteiras nacionais de identidade (se 1 ou 2, vote no candidato X etc.). O risco de subestimação das respostas é alto e dependerá de disciplina enorme dos membros.
 
Esse esforço de coordenação em distritos de grande magnitude como no Brasil criaria problemas insanáveis.
 
A segunda fonte de ineficiência é a inexistência de agregação de votos, cujos efeitos sobre os partidos são positivos. As estimativas de votos desperdiçados que têm sido apresentadas no debate público exageram enormemente o problema ignorando dois aspectos fundamentais.
 
Em primeiro lugar, o distritão, se adotado, produzirá uma gigantesca redução no número de candidaturas (dos quase 7.000 candidatos a deputado federal para cerca de 700), o que baratearia provavelmente as campanhas.
 
Muito provavelmente o número de votos desperdiçados sofreria uma redução proporcional de em torno de 90%, e consequentemente o número de votos desperdiçados seria muito baixo.
 
Em segundo lugar, a mudança da regra eleitoral também produzirá alteração no comportamento dos eleitores. Eles irão votar apenas em candidatos viáveis e ajustarão seu comportamento estrategicamente. O suposto de que as regras mudarão, mas os eleitores não, focaliza o equilíbrio parcial ignorando o equilíbrio geral do sistema.
 
Acontece que o distritão não vem sozinho. A proposta também inclui o megafundo eleitoral e cláusula de desempenho. Combinados, os seus efeitos são a fórmula perfeita para garantir a perpetuação dos atuais titulares dos cargos.
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Marcus Melo é professor de ciência política da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)
 

 

Virtude e Fortuna | Murillo de Aragão

- Blog do Noblat
 
Alguém poderia supor, em 2014, que Rodrigo Maia seria presidente interino da Câmara dos Deputados? Muito difícil. Maia foi presidente interino, presidente eleito da Câmara e ocupou interinamente a presidência da República algumas vezes. Nos dias de hoje, seu nome foi cogitado para a Presidência interina caso Michel Temer fosse julgado pelo STF.
 
A trajetória de Rodrigo Maia inclui as duas vertentes de criação do sucesso na política como veremos adiante. Elegeu-se deputado federal em 1999 e está em seu quinto mandato. Durante quinze anos foi considerado pelo DIAP um dos cem parlamentares mais influentes do Congresso. Mesmo não sendo um nome popular, conseguiu se reeleger com votações crescentes. Da mesma forma que, em seu partido, o DEM, chegou à liderança.
 
Enfim, Maia construiu seu futuro político passo a passo até chegar à presidência da Câmara em um cenário no qual poucos acreditavam que ele poderia ir tão longe. Ao longo dos anos, estruturou uma rede de aliados e simpatizantes. Inclusive na oposição, que o privilegia com visitas constantes à residência oficial do presidente da Câmara. Aldo Rabelo e Orlando Silva, por exemplo, são habitués da casa de Maia em Brasília, onde transitam parlamentares de todos os partidos e quase todas as tendências.
 
Para chegar onde chegou, exerceu aquilo que Maquiavel considerava uma das faces da virtude: a capacidade de tomar decisões corretas. Que, ao final de contas, o favoreceu quando a fortuna bateu à sua porta. Evidentemente, o acaso sempre tem voto decisivo.
 
De nada valeria Maia ter feito uma consistente carreira na Câmara dos Deputados se não houvesse o inesperado. Primeiro, a cassação de Eduardo Cunha. Depois o impeachment de Dilma Rousseff. Por fim a escolha como presidente-tampão da Câmara pelo fato de que poucos acreditavam – menos ele – que poderia se viabilizar como candidato à eleição pouco depois.
 
Maquiavel trata do acaso na política. Ele o chama de fortuna, que seriam os eventos inesperados e transformadores. Maia teve a boa fortuna a seu favor. Mas nunca deixou de tomar decisões que se tornaram as escolhas que o fundamentaram para o grande momento. Ao manter o apoio a Michel Temer, em meio à insistência da imprensa de que teria sido picado pela mosca azul, Maia deu uma lição a todos.
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Murillo de Aragão é cientista político


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Jornalista Josenildo Melo

Teresina - Piauí - Brazil

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