Notícias

Cristovam Buarque: Perdemos feio

06/02/2016 11:34
 O Globo Ao falar que o Brasil está “perdendo feio” a guerra contra a dengue, o ministro Marcelo Castro prestou um serviço, embora incompleto, porque essa não é nossa única “derrota feia”.   Perdemos a guerra contra a violência: o clima de guerra já se apossou tanto da sociedade, que nos...
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Demétrio Magnoli: Lacunas de um discurso

06/02/2016 11:31
- Folha de S. Paulo "Não vou falar sobre política ou sobre economia", antecipou Dilma, na introdução do pronunciamento dedicado à "guerra contra o mosquito transmissor do zika". Palavras prudentes! Alegando "falar sobre política ou sobre economia", a presidente consagrou todos os pronunciamentos...
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Ana Maria Machado: Ontem, hoje, amanhã

06/02/2016 11:30
- O Globo Não gosto de fazer previsões e não sou dada a exercícios de futurologia. Mas quando tento analisar uma situação, procuro ter em vista aonde quero chegar e quais podem ser os melhores caminhos para que o objetivo seja alcançado da forma mais eficiente e com o mínimo de perda. Ou seja,...
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Igor Gielow: A praga como arma

06/02/2016 11:28
- Folha de S. Paulo A emergência do vírus da zika como foco de atenção mundial que resta ao país, fonte de uma má notícia por dia (a mera hipótese de ser transmissível por saliva surgir à véspera do Carnaval parece pegadinha), é vista como oportunidade por alguns governistas.   A lógica é...
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Míriam Leitão: Velha inimiga

06/02/2016 11:26
- O Globo A inflação surpreendeu por subir forte apesar de a recessão estar castigando. As projeções foram superadas, após terem sido revistas para cima nos últimos dias. O número mostra que a inflação está resistente, que os mecanismos de indexação estão produzindo seus efeitos, e que os...
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Vinicius Torres Freire: Não tinha teto, não tinha nada

06/02/2016 10:40
- Folha de S. Paulo Os economistas do governo vão mesmo apresentar até abril um projeto que pretende limitar os gastos federais de 2017 a 2019, a princípio. O teto legal para o crescimento da despesa deve constar da Lei de Responsabilidade Fiscal ou de uma lei complementar, embora ainda se discuta...
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Alberto Aggio*: A democracia e a ‘cidade futura’

06/02/2016 10:37
- O Estado de S. Paulo Apesar das circunstâncias que atormentam a vida da maioria dos brasileiros em razão da crise que assola o País, as eleições municipais de outubro próximo, como sempre foi no passado, não deixarão de demarcar a sua importância. Se as instituições da República suportarem a...
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César Felício: As bifurcações nos caminhos de março

06/02/2016 10:35
• Impeachment de Dilma não deve mais ser único foco - Valor Econômico   Figura mais discreta entre os agitadores das manifestações contra a presidente Dilma Rousseff, o empresário paulista Rogério Chequer, um dos porta-vozes do movimento Vem pra Rua, não esconde a avaliação conservadora sobre...
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Bernardo Mello Franco: A primeira derrota

06/02/2016 10:31
- Folha de S. Paulo Bastou uma votação. No primeiro teste importante do ano, o governo voltou a ser derrotado no plenário da Câmara. Aconteceu na noite de quarta, quando os deputados derrubaram parte da medida provisória que aumenta o Imposto de Renda sobre ganhos de capital.   Hoje o governo...
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Claudia Safatle: BCs esvaziam caixa de ferramentas

06/02/2016 10:28
• "Nós estamos em um outro planeta", diz Arminio - Valor Econômico   Parte relevante do mundo experimenta juros negativos, o que seria inimaginável alguns anos atrás. O ambiente que propicia essa prática singular é o de baixo crescimento e deflação nas economias desenvolvidas. Esta é mais uma...
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Uma ousadia de Dilma – Editorial / O Estado de S. Paulo

06/02/2016 10:25
A presidente Dilma Rousseff terá de renegar as piores tradições da administração pública brasileira, a começar pelas de seu partido, se quiser ser fiel às melhores propostas de seu discurso de terça-feira no Congresso Nacional. O governo poderá ser muito mais eficiente, menos perdulário e mais útil...
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IPCA de janeiro é o maior para o mês desde 2003

05/02/2016 14:26
Por Robson Sales - Valor Econômico   RIO - Com o reajuste dos transportes públicos e os alimentos mais caros, a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) acelerou para 1,27% em janeiro, após alta de 0,96% um mês antes, informou o Instituto Brasileiro de...
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Primeira derrota do governo no Congresso vira termômetro para CPMF

05/02/2016 14:24
• Líderes avaliam que há indicativos de que Planalto vai enfrentar dificuldade para aprovar a volta do tributo   Igor Gadelha - O Estado de S. Paulo   BRASÍLIA - A votação na noite de quarta-feira, 3, na Câmara dos Deputados da Medida Provisória 692, que elevou as alíquotas da tributação...
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PF inclui Renan em inquérito sobre lavagem

05/02/2016 14:23
Inquérito no Supremo que era sigiloso até dezembro investiga, entre outros, o presidente do Senado, Renan Calheiros, por indícios de corrupção passiva e lavagem de dinheiro.   • Investigação encontrou indícios de corrupção em pedidos de doação de campanha eleitoral em 2014   Vinicius...
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Laudo da PF conclui que Renan não era capaz de bancar pensão alimentícia

05/02/2016 14:20
• Relatório de 2010 concluiu que o presidente do Senado não tinha recursos para repassar à jornalista Mônica Veloso, com quem ele teve uma filha fora do casamento; investigadores acusam empreiteira de ter feito os pagamentos   Ricardo Brito e Beatriz Bulla - O Estado de S....
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PF investiga se Lula envolveu-se em esquema de MPs

05/02/2016 14:19
Letícia Casado – Valor Econômico   BRASÍLIA - A Polícia Federal apura se o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva teve algum envolvimento em suposto esquema de compra de medidas provisórias investigado no âmbito da Operação Zelotes ou se seu nome foi usado indevidamente por suspeitos de...
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Na Zelotes, inquérito sobre corrupção investiga Lula

05/02/2016 14:17
• Polícia Federal analisa citação a ex-presidente e a outros servidores   O ex-presidente Lula passou de informante a investigado num segundo inquérito já aberto na Operação Zelotes, que apura suposta venda de medidas provisórias. A PF investiga se Lula, os ex-ministros Erenice Guerra e...
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Petista é investigado em inquérito de venda de PMs

05/02/2016 14:15
Inquérito apura se Lula se envolveu em esquema de MPs, diz PF   • Delegado afirma que investigação foi aberta para averiguar a possibilidade de 'corrupção' de outros servidores, pois ainda estava pendente a análise de várias provas, incluindo material apreendido em computadores   Fábio...
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Lula é aconselhado a admitir que reforma de sítio foi um 'presente'

05/02/2016 14:13
Marina Dias, Daniela Lima – Folha de S. Paulo   BRASÍLIA - Atingido pela maior crise desde que deixou a Presidência, Luiz Inácio Lula da Silva está sendo aconselhado por aliados e integrantes do governo Dilma Rousseff a adotar oficialmente a tese de que "recebeu de presente" a reforma feita no...
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Documento liga Bumlai a obra de sítio em SP

05/02/2016 14:11
• Pecuarista deu R$ 550 mil a firma que ajudou na reforma; compra do imóvel foi fechada no escritório de compadre de Lula Thiago Herdy, Cleide Carvalho Silvia Amorim - O Globo   - SÃO PAULO - Documentos apreendidos pela Polícia Federal no escritório do pecuarista José Carlos Bumlai, em Campo...
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Missa em Santa Marta - A melhor herança

05/02/2016 07:44
Missa em Santa Marta - A melhor herança L’Osservatore Romano «A fé é a maior herança que o homem pode deixar». É precisamente a fé que nos convida a «não ter medo da morte», que é só o início de outra vida. Este foi o fulcro da reflexão proposta pelo Papa na missa celebrada na manhã de 4 de...
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O agradecimento de Dom Fisichella

05/02/2016 07:42
Papa visita alguns dicastérios: o agradecimento de Dom Fisichella Rádio Vaticana Cidade do Vaticano (RV) - Na manhã desta quinta-feira (04/02) o Papa Francisco visitou alguns dicastérios da Cúria Romana: a Congregação para as Igrejas Orientais e os Pontifícios Conselho “Cor Unum” e para a...
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Serviços de Signis em Roma (SSR) celebram 65 anos

05/02/2016 07:39
Rádio Vaticana Os Serviços de Signis em Roma (SSR) celebraram nesta quinta-feira (04/02) o 65° aniversário da sua fundação. Os católicos em África e na Ásia envolvidos no jornalismo, rádio, televisão ou internet e que utilizam a conexão via satélite, material catequético audiovisual ou música...
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Papa a refugiados em Dobova, na Eslovênia

05/02/2016 07:37
Card. Parolin leva saudação do Papa a refugiados em Dobova, na Eslovênia Rádio Vaticana Liubliana (RV) - O Cardeal Secretário de Estado Pietro Parolin, em visita à Eslovênia, centro-sul da Europa, abraçou esta quinta-feira os refugiados no campo de acolhimento de Dobova: trata-se em sua...
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Ajuda da Igreja chegou a 4 milhões de sírios

05/02/2016 07:34
Santa Sé na Conferência de Londres: ajuda da Igreja chegou a 4 milhões de sírios Rádio Vaticana Londres (RV) – O Secretário para as Relações com os Estados, Arcebispo Paul Gallagher, afirmou que a Igreja católica continuará a prestar assistência humanitária às vítimas da guerra na Síria, que entra...
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Os corpos dos santos confessores Pio e Leopoldo

05/02/2016 07:32
Jubileu: estão em Roma os corpos dos santos confessores Pio e Leopoldo Rádio Vaticana Estão em Roma os corpos dos Santos Pio de Pietrelcina e de Leopoldo Mandic, vindos, respetivamente, de S. Giovanni Rotondo e de Pádua, por ocasião do Jubileu da Misericórdia. Foi grande a emoção e a comoção entre...
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Ribamar Oliveira: As experiências que inspiram Barbosa

04/02/2016 18:06
• Falta definir vários aspectos do limite de gasto - Valor Econômico   Em julho do ano passado, quando a área econômica concluiu que era impossível alcançar o superávit primário de 1,2% do Produto Interno Bruto (PIB), fixado para aquele ano, por causa de uma forte queda da receita da União,...
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Pedir ajuda implica dialogar e ceder – Editorial / O Globo

04/02/2016 18:03
Num ato de sensatez, a presidente Dilma desceu do pedestal em que costuma ficar e aceitou a sugestão do ex-ministro Delfim Netto de comparecer à abertura dos trabalhos no Congresso e apresentar propostas contra a crise. Mas só cumpriu parte do conselho de Delfim, porque não seguiu na íntegra a...
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Discurso vazio – Editorial / O Estado de S. Paulo

04/02/2016 18:00
Sua simples presença na abertura da sessão legislativa do Congresso Nacional dá a medida do desespero de Dilma Rousseff diante da enorme encrenca em que ela própria colocou o País. Mas nem o “gesto de humildade” destacado pelo ministro Jaques Wagner nem a “excepcionalidade do momento” apontada pela...
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Jarbas de Holanda: Implicações para o governo e o PT do forte desgaste da imagem de Lula

04/02/2016 17:06
Ademais da mistura de ceticismo do mercado e de avaliação negativa pelos analistas e pela imprensa, o pacote de medidas basicamente de estímulo ao consumo com recursos dos bancos públicos, apresentado ao Conselhão na última quinta-feira, teve seu verdadeiro objetivo – a criação de um protagonismo...
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STF libera candidatura de Maia à reeleição

02/02/2017 11:25
STF libera candidatura de Maia à reeleição Supremo nega quatro pedidos para barrar candidatura de Maia   • Celso de Mello, decano da Corte, rejeita pedidos de liminares para barrar a candidatura do presidente da Casa; deputado do DEM é favorito e tem apoio do...
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Família autoriza doação dos órgãos de Marisa Letícia

02/02/2017 11:07
Família autoriza doação dos órgãos de Marisa Letícia A ex-primeira dama Marisa Letícia Lula da Silva, esposa e companheira do ex-presidente, durante o Encontro das mulheres e militantes com Lula, na Casa de Portugal do Grande ABC em Santo André (SP) (Leonardo Benassatto/Futura...
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Eunício Oliveira é eleito presidente do Senado

01/02/2017 20:15
Eunício Oliveira é eleito presidente do Senado   Peemedebista recebeu 61 votos, contra 10 do seu único adversário, José Medeiros. Novo presidente foi citado em delação da Odebrecht   Por Da redação - Site da Revista Veja O novo presidente do Senado, Eunício Oliveira...
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Eunício deve ser eleito hoje no Senado - Estadão

01/02/2017 13:29
Eunício deve ser eleito hoje no Senado • Com apoio da base e da oposição, senador do PMDB é defensor da agenda de reformas do governo Michel Temer, de quem se diz amigo   Ricardo Brito | O Estado de S.Paulo   BRASÍLIA - Num contraponto à tensa disputa ao comando da Câmara,...
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Artigo: A grande jogada de mestre ?

01/02/2017 11:40
A grande jogada de mestre ? Por Josenildo Melo   Em se concretizando hoje a filiação de um grande nome da política piauiense; o grande mestre coloca no tabuleiro do xadrez político a concretização de um sonho em prol do Estado do Piauí. E não está errado? Afinal quem é o grande...
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Resposta ao desemprego - Míriam Leitão

01/02/2017 11:22
Resposta ao desemprego - Míriam Leitão - O Globo   O principal problema da economia brasileira hoje é o desemprego. Ele é o fruto mais amargo da grave crise na qual o país entrou por má condução da política econômica. Foi o governo Dilma que jogou o emprego nesta queda livre, mas o...
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Cármen Lúcia quer sortear relatoria da Lava Jato

31/01/2017 11:57
Cármen Lúcia quer sortear relatoria da Lava Jato entre cinco Novo relator decidirá sobre sigilo de delação da Odebrecht   • Nome deve ser escolhido entre os integrantes da 2ª Turma do tribunal   Letícia Casado, Valdo Cruz | Folha de S. Paulo   BRASÍLIA - Após a...
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Supremo homologa delação da Odebrecht - Estadão

31/01/2017 11:47
Supremo homologa delação da Odebrecht, mas mantém sigilo Ministra Carmen Lúcia homologa as 77 delações da Odebrecht   • Presidente do STF, contudo, decidiu manter o sigilo dos depoimentos dos executivos e ex-executivos da empresa   Breno Pires e Rafael Moraes Moura | O...
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Estatais do Rio, MG e RS valem R$ 34 bilhões

30/01/2017 12:14
Estatais do Rio, MG e RS valem R$ 34 bilhões Por Rodrigo Carro | Valor Econômico   RIO - Se privatizarem todas as suas estatais, os Estados do Rio de Janeiro, Minas Gerais e Rio Grande do Sul conseguirão abater quase 50% de sua dívida com a União. Levantamento feito pela agência de...
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Sinais para a sociedade - Merval Pereira

29/01/2017 13:24
Sinais para a sociedade - Merval Pereira - O Globo   Homologar delações da Odebrecht será bom sinal. Caso a presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Cármen Lúcia, a “lucidade senhora” nas palavras do músico Tom Zé, homologue as delações dos 77 executivos da Odebrecht, ou pelo...
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Consumo puxa economia e faz disparar ações do varejo
Por Juliana Machado | Valor Econômico
 
SÃO PAULO - No momento em que a bolsa de valores brasileira ganha impulso e o Ibovespa rompe níveis históricos, ações de companhias de varejo básico e consumo de eletrodomésticos, vestuário e alimentação proporcionam ganhos extraordinários a seus acionistas. Em movimento coerente com a dinâmica de recuperação da economia, puxada pelo consumo, os papéis dessas empresas tiveram neste ano alta muito superior aos 23,76% do Ibovespa. Magazine Luiza, por exemplo, subiu 423%, Guararapes, 130% e Arezzo, 125%. Outros bons exemplos são Hering, Via Varejo, B2W, Renner e Pão de Açúcar.
 
A queda dos juros e a retomada gradual do crescimento econômico compõem a equação que provocou a recente recuperação da bolsa e mantém boas perspectivas para essas ações. Para analistas ouvidos pelo Valor, a retomada beneficia primeiramente empresas que atendem o consumo de menor valor, menos dependente do crédito e que tira proveito da melhora da renda real provocada pela queda da inflação.
 
A leitura é de que muitos consumidores só vão conseguir trocar de carro dentro de um ano e comprar um apartamento em 2019, mas já começam a adquirir eletrodomésticos e roupas.
 
Especialistas consideram que muitos desses papéis de empresas de varejo ainda têm espaço para ganhos. Ricardo Peretti, da Santander Corretora, chama a atenção para o fato de que há algumas empresas com cotações ainda relativamente baratas, como Americanas, Hering e Carrefour, pelas quais o interesse do investidor pode ser maior.
 
Levantamento feito pelo Valor Data mostra que a receita dessas empresas teve uma clara recuperação nos últimos trimestres, desempenho que contrasta com companhias que reagem mais diretamente a investimentos, como bens de capital e siderurgia, ou das incorporadoras, que dependem da capacidade de endividamento de longo prazo do consumidor.
 
Ações ligadas a varejo disparam em meio à retomada do consumo
No momento em que a bolsa de valores brasileira ganha impulso e o Ibovespa rompe níveis históricos, ações de companhias de varejo básico e consumo discricionário - eletrodomésticos, vestuário e alimentação - ganham destaque. O movimento é coerente com a dinâmica de recuperação da economia, que vem sendo puxada pelo consumo, e não pelo investimento, o que faz com que essas empresas continuem no foco dos gestores, mesmo depois de valorizações expressivas nos últimos meses.
 
A queda da taxa de juros e a retomada, ainda que gradual, do crescimento econômico compõem a equação que provocou a recente recuperação da bolsa e mantém boas perspectivas para as ações. Mas, para analistas ouvidos pelo Valor, essa retomada beneficia primeiramente empresas que atendem ao consumo de menor valor, menos dependente do crédito e que tira proveito da melhora da renda real provocada pela queda da inflação.
 
A leitura é de que o consumidor só vai conseguir trocar de carro dentro de um ano e comprar um apartamento em 2019, mas já começa a gastar com eletrodomésticos ou roupas. Comportamento esse que beneficia empresas como Lojas Americanas, Lojas Renner, Natura e Pão de Açúcar, que fazem parte do Ibovespa. Mas também Marisa, Carrefour, Hering, Arezzo, Magazine Luiza e Guararapes, dona da Riachuelo.
 
Todas essas ações acumulam forte alta este ano, superando, inclusive, o Ibovespa, com valorização de 23,76% no período. O caso mais impressionante é o de Magazine Luiza, cuja ação avançou 422,6%. Entre outros exemplos emblemáticos, estão Guararapes, com alta de 130%, e Arezzo, cujo papel já subiu 124,6%.
 
Ainda assim, para especialistas, muitas dessas ações ainda têm espaço para ganhos adicionais. Em relatório de julho deste ano, o Bradesco BBI apontava trajetória crescente para a Magazine Luiza diante da perspectiva de resultados ainda fortes, ganho de participação de mercado e de rentabilidade.
 
Já Ricardo Peretti, da Santander Corretora, chama a atenção para o fato de que há algumas empresas relativamente mais atrasadas, pelas quais o interesse do investidor pode ser maior. Ele destaca Lojas Americanas, que acumula alta de 24,3% no ano - pouco acima do Ibovespa -, Hering (+98%) e Carrefour, que desde a estreia na bolsa, em 20 de julho, sobe 11,41%, abaixo do índice (14,78%).
 
Levantamento feito pelo Valor Data mostra que a receita líquida somada de 13 empresas ligadas ao varejo teve uma clara recuperação ao longos dos últimos trimestres, desempenho que contrasta com o de companhias que reagem mais diretamente a investimentos, de setores como bens de capital e siderurgia, ou das incorporadoras, que dependem da capacidade de endividamento de longo prazo do consumidor.
 
O bom desempenho está refletido nos dados divulgados ontem pelo IBGE, que confirmam que a recuperação do varejo observada no segundo trimestre tem continuidade. Em julho, as vendas ficaram 1,7% acima da média do segundo trimestre. Isso reforça que o setor continua sendo a principal força motriz para a retomada da atividade brasileira na segunda metade do ano, assim como aconteceu no semestre passado.
 
"Companhias e setores mais conectados com a economia, como consumo discricionário e bens de capital, podem contar com revisões para cima das estimativas de lucro por ação conforme o crescimento econômico seja incorporado aos preços", dizem os analistas do Bank of America Merrill Lynch (BofA) Felipe Hirai e Nicole Inui, em relatório. Eles explicam que a expectativa é que haja crescimento das receitas para o setor de varejo em 2017 e 2018, enquanto as vendas no conceito mesmas lojas, isto é, unidades abertas há pelo menos um ano, também devem registrar expansão de 6,2% este ano e 6,4% em 2018, ante 2,3% registrados em 2016.
 
Peretti, da Santander, confirma que o cenário macroeconômico - inflação baixa, juros em queda, crescimento do salário médio e redução do endividamento das famílias - dá suporte à perspectiva positiva para o consumo e para a própria atividade. "Varejistas são as primeiras a responder", afirma o analista. "Essa dinâmica é importante para todos os segmentos da economia, mas o tíquete médio é um pouco menor nas empresas de varejo, o que significa que a necessidade de crédito do setor é menor do que para os demais."
 
Para Ivo Chermont, economista-chefe da gestora Quantitas, o menor endividamento das famílias deve colaborar ainda mais para a renda disponível para gastos básicos e discricionários. "E isso vai melhorando à medida que os juros forem caindo", diz.
 
A ata do Copom confirmou que a Selic vai continuar em queda, ainda que em um ritmo mais lento. E a maior parte dos economistas acredita que a taxa possa fechar o ano em 7%, abaixo da mínima histórica, de 7,25%.
 
Analistas têm citado as incertezas políticas, que ganham intensidade com a aproximação da eleição presidencial, como um elemento de risco para a continuidade desse cenário favorável para atividade e, consequentemente, para o mercado de ações. Somente com a confirmação da continuidade da agenda de reformas depois de 2018 é que o investimento deve ganhar tração. "Para o crescimento [da economia e das empresas] ser sustentável, vale frisar que precisamos que os investimentos aumentem também. Para isso, além da menor taxa de juros, é fundamental a reorganização fiscal do Brasil. Se não conseguirmos isso, podemos voltar a andar para trás", pondera Chermont prisão, o que não tem respaldo na Constituição. O Senado tem que deliberar sobre isso — disse Gilmar, acrescentando: — Temos que evitar o populismo constitucional, institucional. Devemos nos balizar pela Constituição. Quando começamos a reescrever a Constituição, é preocupaPnte.A traição original- Editorial: O Estado de S. PauloMadri intervém e põe nas urnas destino da Catalunha – Editorial: Valor EconômicoFernando Henrique Cardoso*: Hora de decidirGoverno mostrou que não está imobilizado – Editorial: Valor Econômico
 
 
Nomeação infeliz – Editorial | Folha de S. Paulo
Em episódio que marcou os estertores do governo petista, a ex-presidente Dilma Rousseff anunciou a escolha de seu antecessor, Luiz Inácio Lula da Silva, para a chefia da Casa Civil.
 
Como ficou mais que evidente à época, tratava-se de manobra que tinha como um de seus objetivos garantir foro privilegiado ao ministro recém-nomeado, em cujo encalço estava a força-tarefa da Operação Lava Jato em Curitiba.
 
Eis que agora o Palácio do Planalto, sob o comando de Michel Temer (PMDB), decide conceder status ministerial a Moreira Franco, peemedebista citado ao menos 34 vezes em delação premiada de um ex-dirigente da construtora Odebrecht.
 
Há que se guardar, por óbvio, as proporções entre as circunstâncias, os personagens envolvidos e as consequências esperadas em um e outro caso. Mas o eventual sentido administrativo da medida de Temer permanece muito menos visível que o benefício concedido ao correligionário.
 
Moreira Franco é um dos auxiliares mais próximos ao presidente. Ocupava o cargo, estratégico para a política econômica, de secretário-executivo do Programa de Parceria em Investimentos (PPI), ao qual cabe desfazer os gargalos no setor de infraestrutura.
 
Assumirá a recriada Secretaria-Geral da Presidência, à qual estará subordinado o mesmo PPI, além das estruturas de comunicação, administração e cerimonial.
 
Sobre ele pesa a suspeita —que evidentemente ainda precisaria ser corroborada por provas— de ter auferido propinas, sob o codinome "Angorá", para fazer avançarem os interesses da empreiteira quando era ministro da Aviação Civil do governo Dilma.
 
Boas razões embasam o princípio do foro privilegiado —pelo qual ministros de Estado, entre outras autoridades de primeiro escalão, só podem ser processados e julgados pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Trata-se de uma proteção contra a litigância de má-fé por parte de inimigos políticos.
 
A garantia constitucional, entretanto, não pode se converter em atalho para a impunidade, o que muitas vezes ocorre devido ao acúmulo de processos que se arrastam no STF.
 
Como revelou uma pesquisa efetuada por este jornal, em novembro passado havia nada menos que 362 inquéritos e 84 ações envolvendo profissionais da política na corte.
 
Por ineficiência geral da Justiça e chicanas jurídicas dos interessados, o foro é visto com desconfiança pela opinião pública. Quaisquer que tenham sido seus propósitos, a nomeação infeliz anunciada por Michel Temer acaba por contribuir para essa imagem nega
 
Rezemos juntos a oração de São Francisco
 
Senhor, fazei de mim um instrumento da Vossa paz.
 
Onde houver ódio, que eu leve o amor.
Onde houver ofensa, que eu leve o perdão.
Onde houver discórdia, que eu leve a união.
Onde houver dúvidas, que eu leve a fé.
Onde houver erro, que eu leve a verdade.
Onde houver desespero, que eu leve a esperança.
Onde houver tristeza, que eu leve a alegria.
Onde houver trevas, que eu leve a luz.
Ó Mestre, fazei que eu procure mais:
consolar, que ser consolado;
compreender, que ser compreendido;
amar, que ser amado.
Pois é dando que se recebe.
É perdoando que se é perdoado.
E é morrendo que se vive para a vida eterna.

 

Celso Ming: São as incertezas, senhores
- O Estado de S.Paulo
 
O País está imerso em indefinições e isso ameaça, outra vez, empacar a vida econômica.
 
Uma dessas indefinições tem a ver com o tratamento a ser dado ao rombo crescente da Previdência Social (veja gráfico ao lado). Até quem pensa com apenas dois neurônios sabe que à frente há um abismo e, depois do abismo, o imponderável.
 
Ou sai imediatamente a reforma ou ficará mais perto o dia em que o Brasil inteiro se transformará num gigantesco Rio de Janeiro, onde os salários estão atrasados, o 13.º deste ano ficará para quando der e as aposentadorias, se chegarem, chegarão no pinga-pinga – e, obviamente, num cenário em que a bandidagem ganhará mais campo aberto.
 
O astral da economia tinha melhorado porque, embora lenta e insegura, a recuperação vinha dando bons sinais. Mas essa recuperação da confiança se baseia numa aposta: na de que pelo menos alguma coisa da reforma da Previdência viria antes das eleições. Não seria a virada definitiva do jogo hoje perdedor; seria apenas o primeiro passo de muitos que ainda terão de ser dados para reequilibrar as finanças da Previdência Social.
 
E foi com base nessa aposta que os investimentos reapareceram, que a Bolsa avançou em setembro e outubro e que outras aplicações de risco passaram a ser consideradas viáveis nos mercados, não só no financeiro.
 
Mas bastou que o presidente da República admitisse publicamente que a reforma poderia ficar para depois, para que fosse colocado em dúvida o sucesso da aposta sobre a qual se apoiou boa parte da retomada da confiança e para que o azedume se reinstalasse em todos os setores da economia.
 
Ainda há aqueles que não acreditam na aritmética. São os que se aferram a pretensos direitos adquiridos, aqueles para os quais pagamento de aposentadoria é cláusula pétrea. Não é, senhoras e senhores. Não há mais milagres da multiplicação dos pães e dos peixes. É a receita que define a despesa, e não o contrário. Nas condições atuais, não há pagamento futuro garantido de aposentadorias e pensões.
 
Quanto ao projeto de reforma da Previdência propriamente dita, estamos diante de duas hipóteses. Ou se aprova uma parcela das propostas em discussão, talvez apenas a imposição de idade mínima para aposentadoria; ou não se aprova nada. No primeiro caso, será um passo insuficiente para devolver a confiança no futuro das contas públicas, mas, pelo menos, será um passo na direção correta.
 
Se a reforma for rejeitada ou se o projeto continuar indefinidamente encalhado em Brasília, o risco de novo desastre será muito alto. O País ficará sujeito a aumento de impostos ou, simplesmente, ao calote da dívida pública, algo que, antes mesmo das agências de classificação de risco, o mercado financeiro se encarregará de prever.
 
Para quem tem um dinheiro aplicado no mercado financeiro, este cenário confuso imporá novas incertezas. A derrubada da inflação e dos juros empurra o aplicador para as opções de risco e, no entanto, diante desse céu exposto a turbulências, como se conformar com retorno cada vez mais baixo das aplicações financeiras?
 
 

 

 
 

PARCERIA ESTRATÉGICA

 

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