Notícias

Dora Kramer: Direito autoral

18/12/2015 07:38
H3 { margin-bottom: 0.21cm; }H3.western { }H3.cjk { font-family: "Droid Sans"; }H3.ctl { font-family: "FreeSans"; }P { margin-bottom: 0.21cm; }P.western { }A:link { } O Estado de S. Paulo O descrédito assola o governo por todos os lados e solapa os alicerces de sustentação da presidente da...
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Luiz Carlos Azedo: Pediu pra sair, Levy?

18/12/2015 07:36
H3 { margin-bottom: 0.21cm; }H3.western { }H3.cjk { font-family: "Droid Sans"; }H3.ctl { font-family: "FreeSans"; }P { margin-bottom: 0.21cm; }P.western { }A:link { } • O líder do governo faz uma emenda ao Orçamento da União, a presidente da República acolhe a proposta e o ministro da Fazenda...
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Bernardo Mello Franco: Juntos à beira do abismo

18/12/2015 07:33
- Folha de S. Paulo Ao fim de um ano de duelo em praça pública, Dilma Rousseff e Eduardo Cunha chegaram juntos a seu momento mais dramático. No mesmo dia, os dois sofreram ontem duras derrotas na luta pela sobrevivência política.   A Procuradoria-Geral da República pediu que o...
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Levy encerra reunião do CMN dizendo que não participará do próximo encontro

17/12/2015 18:27
Levy encerra reunião do CMN dizendo que não participará do próximo encontro Estadão Conteúdo   O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, encerrou nesta quinta-feira (17), à tarde sua participação na reunião do Conselho Monetário Nacional (CMN) sugerindo que pode sair do governo. Segundo fonte...
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Maria Alice Rezende de Carvalho*: Sobre “tudo que está aí”

17/12/2015 14:35
 Boletim CEDES – agosto-dezembro Alguém já disse que o ensaísta Otávio Paz se sentia à vontade “no todo”, no trato de questões que lhe permitiam viajar por largos períodos de tempo, transitando, quase sempre, do domínio da política para o da cultura, do conjuntural para um aspecto...
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Visita ao núcleo político da corrupção – Editorial / O Globo

17/12/2015 14:32
• A Lava-Jato não pode condicionar suas operações ao momento político ou se preocupar com especulações sobre hipotéticos interesses ocultos   A operação de terça-feira da Lava-Jato tem ingredientes de sobra para inspirar visões conspiratórias. A começar pelo nome, carregado de ironia:...
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Jarbas de Holanda: Pré e pós crise do impeachment. Ruptura do PMDB. Amplitude da Lava-Jato

17/12/2015 14:28
A judicialização tentada pelo Palácio do Planalto não conseguirá evitar que o processo de impeachment da presidente Dilma confirme-se, e reforçe-se, como tema central da agenda do país – incluindo o embate entre a continuidade do mandato dela e a alternativa de novo governo – neste final de ano e...
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Executiva Nacional intervém e tira Romário da presidência do PSB do Rio

17/12/2015 11:33
• Decisão é motivada por revelação de que assessor do senador é réu por homicídio   Marco Grillo - O Globo   O senador Romário (PSB-RJ) foi destituído ontem da presidência do partido no Rio. A Executiva Nacional decidiu intervir no diretório estadual após a revelação, feita pelo GLOBO, de...
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PF mira três assessores do presidente do Senado

17/12/2015 11:30
• Inquérito, que tramita em sigilo, foi aberto a partir de acusações de empreiteiro   Vinicius Sassine - O Globo   -BRASÍLIA- Num dos inquéritos que levaram à Operação Catilinárias, deflagrada anteontem, a Polícia Federal pediu a investigação da atuação de três assessores do presidente do...
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Temer receia espionagem do governo e é atacado por Renan

17/12/2015 11:28
Por Raymundo Costa - Valor Econômico   BRASÍLIA - O vice-presidente da República, Michel Temer, suspeita que está sob vigilância. Seus aliados mais próximos desconfiam da Abin, serviço de inteligência que na última reforma ministerial deixou o guarda-chuva do Gabinete de Segurança...
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Temer diz que PMDB 'não tem dono nem coronéis' em resposta a Renan

17/12/2015 11:26
• Vice-presidente afirma, em nota, que decisão da Executiva Nacional de dar a palavra final sobre filiações ao partido foi 'democrática e legítima' após senador chamar de 'um horror' resolução aprovada sobre o tema   Ricardo Brito - O Estado de S. Paulo   BRASÍLIA - O presidente do PMDB e...
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'Temer rasgou sua história' com freio a filiações, diz presidente do PMDB-RJ

17/12/2015 11:23
• Jorge Picciani, pai do líder destituído do partido na Câmara, critica decisão da Executiva Nacional de aprovar resolução que obriga direção nacional, sob comando de vice-presidente, a dar a palavra final sobre ingresso no partido   Luciana Nunes Leal - O Estado de S. Paulo   RIO - A...
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Renan critica Temer e diz que resolução sobre filiações ao PMDB é 'retrocesso'

17/12/2015 11:19
• Para o senador, presidente do partido tem culpa em processo que aumentará a divisão da bancada   Igor Gadelha e Adriana Fernandes - O Estado de S. Paulo   BRASÍLIA - O presidente do Senado, Renan Calheiros (AL), classificou nesta quarta-feira, 16, como um "horror" e "retrocesso...
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Pedro Paulo volta à Câmara para socorrer Picciani

17/12/2015 11:16
• Na disputa pela liderança do partido, bancada do PMDB do Rio cresce 33%   Fernanda Krakovics e Marco Grillo - O Globo   O deputado federal Pedro Paulo Carvalho reassumiu ontem o mandato na Câmara, como parte de uma estratégia do PMDB do Rio para devolver a liderança do partido na Casa a...
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Renan acusa Temer de ser responsável pela divisão do PMDB

17/12/2015 09:42
• Senador chama de retrocesso decisão de proibir filiação de deputados   Cristiane Jungblut, Maria Lima - O Globo   -BRASÍLIA- O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), culpou ontem o presidente nacional do PMDB e vice-presidente da República, Michel Temer, pela crise interna do...
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Cerveró afirma em delação que pagou propina a Renan, Jader e Delcídio

17/12/2015 09:40
Bela Megale, Graciliano Rocha – Folha de S. Paulo   SÃO PAULO - O ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró disse em seu acordo de delação premiada que pagou US$ 6 milhões em propina ao presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), e ao senador Jader Barbalho (PMDB-PA).   O senador...
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Cerveró fala em propina a Renan

17/12/2015 09:37
Em delação premiada, o ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró disse ter pagado US$ 6 milhões em propina ao presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), e ao senador Jader Barbalho (PMDB-PA). O senador do PT Delcídio Amaral, preso há três semanas, teria recebido US$ 2 milhões.   Cerveró diz...
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Voto de Fachin impõe derrotas a Dilma

17/12/2015 09:34
Por Maíra Magro, Juliano Basile e Letícia Casado – Valor Econômico   BRASÍLIA - Relator da ação que definirá o rito do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin defendeu ontem a validade de todos os atos feitos até agora...
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Dilma vê ‘invenção de motivos’ para afastá-la da Presidência

17/12/2015 09:32
• Presidente acusa adversários de querer ‘saltar a eleição’ e critica Alckmin por crise na educação em SP Eduardo Bresciani, Washington Luiz Isabel Braga - O Globo   -BRASÍLIA- No mesmo dia em que militantes ligados ao PT e simpatizantes do governo foram às ruas defender seu mandato, a...
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Senado não pode negar instauração de pedido de impeachment, diz Fachin

17/12/2015 08:16
Márcio Falcão – Folha de S. Paulo BRASÍLIA - O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Luiz Edson Fachin votou nesta quarta-feira (16) contra a possibilidade de o Senado poder recusar a instauração de um processo de impeachment aprovado pela Câmara dos Deputados.   Ele é relator da ação...
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Temer diz que PMDB 'não tem dono nem coronéis' em resposta a Renan

17/12/2015 07:42
• Vice-presidente afirma, em nota, que decisão da Executiva Nacional de dar a palavra final sobre filiações ao partido foi 'democrática e legítima' após senador chamar de 'um horror' resolução aprovada sobre o tema   Ricardo Brito - O Estado de S. Paulo   BRASÍLIA - O presidente do PMDB e...
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'Temer rasgou sua história' com freio a filiações, diz presidente do PMDB-RJ

17/12/2015 07:40
• Jorge Picciani, pai do líder destituído do partido na Câmara, critica decisão da Executiva Nacional de aprovar resolução que obriga direção nacional, sob comando de vice-presidente, a dar a palavra final sobre ingresso no partido   Luciana Nunes Leal - O Estado de S. Paulo   RIO - A...
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Renan critica Temer e diz que resolução sobre filiações ao PMDB é 'retrocesso'

17/12/2015 07:36
• Para o senador, presidente do partido tem culpa em processo que aumentará a divisão da bancada   Igor Gadelha e Adriana Fernandes - O Estado de S. Paulo   BRASÍLIA - O presidente do Senado, Renan Calheiros (AL), classificou nesta quarta-feira, 16, como um "horror" e "retrocesso...
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Dora Kramer: Ligações tenebrosas

16/12/2015 21:58
- O Estado de S. Paulo A mais recente desventura do deputado Eduardo Cunha era de certa forma esperada. Em algum momento, a Polícia Federal e o Ministério Público precisariam ir atrás de provas para sustentar as denúncias contra o presidente da Câmara. O inesperado, nessa nova fase da Lava Jato...
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Rosângela Bittar: Melhor prender a respiração

16/12/2015 21:56
Há um filtro na PGR, de critério obscuro e subjetivo - Valor Econômico   O país amanhece esta quarta-feira à espera de uma definição do seu destino por um instrumento da disfunção: o Supremo Tribunal Federal, numa mistura de atribuições, usurpou a do Parlamento e decidiu produzir, em uma...
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Luiz Carlos Azedo: Virada de vante

16/12/2015 21:53
• Cunha sai ferido de morte da operação de ontem, mas resiste aos apelos — inclusive de Temer — para que renuncie ao cargo de presidente da Câmara - Correio Braziliense   Com as operações de busca e apreensão realizadas pela Polícia Federal em mais uma fase da Operação Lava-Jato, o...
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Aperta-se o cerco – Editorial / O Estado de S. Paulo

16/12/2015 15:54
Brasília está com os nervos à flor da pele. A Operação Lava Jato, em passo acelerado, vai se aproximando cada vez mais do centro do poder, local em que os corruptos se julgam a salvo da lei. Somente ontem, no mesmo momento em que o País tomava conhecimento de que um famoso “amigo do Lula”...
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O papel de cada um – Editorial / Folha de S. Paulo

16/12/2015 15:52
O Supremo Tribunal Federal (STF) realizará nesta quarta-feira (16) um julgamento que talvez fosse desnecessário se o Legislativo tivesse feito seu próprio trabalho.   Trata-se de, a pedido do PC do B, dissipar dúvidas relativas aos ritos que devem ser observados durante o processo de...
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Limites institucionais no julgamento do STF – Editorial / O Globo

16/12/2015 15:50
• O Supremo cumpre a função de defender a Carta, ao mediar conflitos em torno do impeachment de Dilma, mas não pode invadir espaços do Legislativo   Recorrer ao Judiciário, a qualquer momento, na defesa de direitos é prerrogativa garantida nas democracias. O fato de aliados de Dilma Rousseff...
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Raymundo Costa: Casuísmo é o risco a ser evitado

16/12/2015 15:28
• Avança no TSE ação para impugnar presidente e vice - Valor Econômico   O tempo do Judiciário é diferente do tempo político, mas corre célere no Tribunal Superior Eleitoral a ação de impugnação dos mandatos da presidente Dilma Rousseff e do vice-presidente Michel Temer movida pelo PSDB. A...
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STF libera candidatura de Maia à reeleição

02/02/2017 11:25
STF libera candidatura de Maia à reeleição Supremo nega quatro pedidos para barrar candidatura de Maia   • Celso de Mello, decano da Corte, rejeita pedidos de liminares para barrar a candidatura do presidente da Casa; deputado do DEM é favorito e tem apoio do...
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Família autoriza doação dos órgãos de Marisa Letícia

02/02/2017 11:07
Família autoriza doação dos órgãos de Marisa Letícia A ex-primeira dama Marisa Letícia Lula da Silva, esposa e companheira do ex-presidente, durante o Encontro das mulheres e militantes com Lula, na Casa de Portugal do Grande ABC em Santo André (SP) (Leonardo Benassatto/Futura...
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Eunício Oliveira é eleito presidente do Senado

01/02/2017 20:15
Eunício Oliveira é eleito presidente do Senado   Peemedebista recebeu 61 votos, contra 10 do seu único adversário, José Medeiros. Novo presidente foi citado em delação da Odebrecht   Por Da redação - Site da Revista Veja O novo presidente do Senado, Eunício Oliveira...
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Eunício deve ser eleito hoje no Senado - Estadão

01/02/2017 13:29
Eunício deve ser eleito hoje no Senado • Com apoio da base e da oposição, senador do PMDB é defensor da agenda de reformas do governo Michel Temer, de quem se diz amigo   Ricardo Brito | O Estado de S.Paulo   BRASÍLIA - Num contraponto à tensa disputa ao comando da Câmara,...
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Artigo: A grande jogada de mestre ?

01/02/2017 11:40
A grande jogada de mestre ? Por Josenildo Melo   Em se concretizando hoje a filiação de um grande nome da política piauiense; o grande mestre coloca no tabuleiro do xadrez político a concretização de um sonho em prol do Estado do Piauí. E não está errado? Afinal quem é o grande...
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Resposta ao desemprego - Míriam Leitão

01/02/2017 11:22
Resposta ao desemprego - Míriam Leitão - O Globo   O principal problema da economia brasileira hoje é o desemprego. Ele é o fruto mais amargo da grave crise na qual o país entrou por má condução da política econômica. Foi o governo Dilma que jogou o emprego nesta queda livre, mas o...
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Cármen Lúcia quer sortear relatoria da Lava Jato

31/01/2017 11:57
Cármen Lúcia quer sortear relatoria da Lava Jato entre cinco Novo relator decidirá sobre sigilo de delação da Odebrecht   • Nome deve ser escolhido entre os integrantes da 2ª Turma do tribunal   Letícia Casado, Valdo Cruz | Folha de S. Paulo   BRASÍLIA - Após a...
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Supremo homologa delação da Odebrecht - Estadão

31/01/2017 11:47
Supremo homologa delação da Odebrecht, mas mantém sigilo Ministra Carmen Lúcia homologa as 77 delações da Odebrecht   • Presidente do STF, contudo, decidiu manter o sigilo dos depoimentos dos executivos e ex-executivos da empresa   Breno Pires e Rafael Moraes Moura | O...
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Estatais do Rio, MG e RS valem R$ 34 bilhões

30/01/2017 12:14
Estatais do Rio, MG e RS valem R$ 34 bilhões Por Rodrigo Carro | Valor Econômico   RIO - Se privatizarem todas as suas estatais, os Estados do Rio de Janeiro, Minas Gerais e Rio Grande do Sul conseguirão abater quase 50% de sua dívida com a União. Levantamento feito pela agência de...
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Sinais para a sociedade - Merval Pereira

29/01/2017 13:24
Sinais para a sociedade - Merval Pereira - O Globo   Homologar delações da Odebrecht será bom sinal. Caso a presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Cármen Lúcia, a “lucidade senhora” nas palavras do músico Tom Zé, homologue as delações dos 77 executivos da Odebrecht, ou pelo...
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Consumo puxa economia e faz disparar ações do varejo
Por Juliana Machado | Valor Econômico
 
SÃO PAULO - No momento em que a bolsa de valores brasileira ganha impulso e o Ibovespa rompe níveis históricos, ações de companhias de varejo básico e consumo de eletrodomésticos, vestuário e alimentação proporcionam ganhos extraordinários a seus acionistas. Em movimento coerente com a dinâmica de recuperação da economia, puxada pelo consumo, os papéis dessas empresas tiveram neste ano alta muito superior aos 23,76% do Ibovespa. Magazine Luiza, por exemplo, subiu 423%, Guararapes, 130% e Arezzo, 125%. Outros bons exemplos são Hering, Via Varejo, B2W, Renner e Pão de Açúcar.
 
A queda dos juros e a retomada gradual do crescimento econômico compõem a equação que provocou a recente recuperação da bolsa e mantém boas perspectivas para essas ações. Para analistas ouvidos pelo Valor, a retomada beneficia primeiramente empresas que atendem o consumo de menor valor, menos dependente do crédito e que tira proveito da melhora da renda real provocada pela queda da inflação.
 
A leitura é de que muitos consumidores só vão conseguir trocar de carro dentro de um ano e comprar um apartamento em 2019, mas já começam a adquirir eletrodomésticos e roupas.
 
Especialistas consideram que muitos desses papéis de empresas de varejo ainda têm espaço para ganhos. Ricardo Peretti, da Santander Corretora, chama a atenção para o fato de que há algumas empresas com cotações ainda relativamente baratas, como Americanas, Hering e Carrefour, pelas quais o interesse do investidor pode ser maior.
 
Levantamento feito pelo Valor Data mostra que a receita dessas empresas teve uma clara recuperação nos últimos trimestres, desempenho que contrasta com companhias que reagem mais diretamente a investimentos, como bens de capital e siderurgia, ou das incorporadoras, que dependem da capacidade de endividamento de longo prazo do consumidor.
 
Ações ligadas a varejo disparam em meio à retomada do consumo
No momento em que a bolsa de valores brasileira ganha impulso e o Ibovespa rompe níveis históricos, ações de companhias de varejo básico e consumo discricionário - eletrodomésticos, vestuário e alimentação - ganham destaque. O movimento é coerente com a dinâmica de recuperação da economia, que vem sendo puxada pelo consumo, e não pelo investimento, o que faz com que essas empresas continuem no foco dos gestores, mesmo depois de valorizações expressivas nos últimos meses.
 
A queda da taxa de juros e a retomada, ainda que gradual, do crescimento econômico compõem a equação que provocou a recente recuperação da bolsa e mantém boas perspectivas para as ações. Mas, para analistas ouvidos pelo Valor, essa retomada beneficia primeiramente empresas que atendem ao consumo de menor valor, menos dependente do crédito e que tira proveito da melhora da renda real provocada pela queda da inflação.
 
A leitura é de que o consumidor só vai conseguir trocar de carro dentro de um ano e comprar um apartamento em 2019, mas já começa a gastar com eletrodomésticos ou roupas. Comportamento esse que beneficia empresas como Lojas Americanas, Lojas Renner, Natura e Pão de Açúcar, que fazem parte do Ibovespa. Mas também Marisa, Carrefour, Hering, Arezzo, Magazine Luiza e Guararapes, dona da Riachuelo.
 
Todas essas ações acumulam forte alta este ano, superando, inclusive, o Ibovespa, com valorização de 23,76% no período. O caso mais impressionante é o de Magazine Luiza, cuja ação avançou 422,6%. Entre outros exemplos emblemáticos, estão Guararapes, com alta de 130%, e Arezzo, cujo papel já subiu 124,6%.
 
Ainda assim, para especialistas, muitas dessas ações ainda têm espaço para ganhos adicionais. Em relatório de julho deste ano, o Bradesco BBI apontava trajetória crescente para a Magazine Luiza diante da perspectiva de resultados ainda fortes, ganho de participação de mercado e de rentabilidade.
 
Já Ricardo Peretti, da Santander Corretora, chama a atenção para o fato de que há algumas empresas relativamente mais atrasadas, pelas quais o interesse do investidor pode ser maior. Ele destaca Lojas Americanas, que acumula alta de 24,3% no ano - pouco acima do Ibovespa -, Hering (+98%) e Carrefour, que desde a estreia na bolsa, em 20 de julho, sobe 11,41%, abaixo do índice (14,78%).
 
Levantamento feito pelo Valor Data mostra que a receita líquida somada de 13 empresas ligadas ao varejo teve uma clara recuperação ao longos dos últimos trimestres, desempenho que contrasta com o de companhias que reagem mais diretamente a investimentos, de setores como bens de capital e siderurgia, ou das incorporadoras, que dependem da capacidade de endividamento de longo prazo do consumidor.
 
O bom desempenho está refletido nos dados divulgados ontem pelo IBGE, que confirmam que a recuperação do varejo observada no segundo trimestre tem continuidade. Em julho, as vendas ficaram 1,7% acima da média do segundo trimestre. Isso reforça que o setor continua sendo a principal força motriz para a retomada da atividade brasileira na segunda metade do ano, assim como aconteceu no semestre passado.
 
"Companhias e setores mais conectados com a economia, como consumo discricionário e bens de capital, podem contar com revisões para cima das estimativas de lucro por ação conforme o crescimento econômico seja incorporado aos preços", dizem os analistas do Bank of America Merrill Lynch (BofA) Felipe Hirai e Nicole Inui, em relatório. Eles explicam que a expectativa é que haja crescimento das receitas para o setor de varejo em 2017 e 2018, enquanto as vendas no conceito mesmas lojas, isto é, unidades abertas há pelo menos um ano, também devem registrar expansão de 6,2% este ano e 6,4% em 2018, ante 2,3% registrados em 2016.
 
Peretti, da Santander, confirma que o cenário macroeconômico - inflação baixa, juros em queda, crescimento do salário médio e redução do endividamento das famílias - dá suporte à perspectiva positiva para o consumo e para a própria atividade. "Varejistas são as primeiras a responder", afirma o analista. "Essa dinâmica é importante para todos os segmentos da economia, mas o tíquete médio é um pouco menor nas empresas de varejo, o que significa que a necessidade de crédito do setor é menor do que para os demais."
 
Para Ivo Chermont, economista-chefe da gestora Quantitas, o menor endividamento das famílias deve colaborar ainda mais para a renda disponível para gastos básicos e discricionários. "E isso vai melhorando à medida que os juros forem caindo", diz.
 
A ata do Copom confirmou que a Selic vai continuar em queda, ainda que em um ritmo mais lento. E a maior parte dos economistas acredita que a taxa possa fechar o ano em 7%, abaixo da mínima histórica, de 7,25%.
 
Analistas têm citado as incertezas políticas, que ganham intensidade com a aproximação da eleição presidencial, como um elemento de risco para a continuidade desse cenário favorável para atividade e, consequentemente, para o mercado de ações. Somente com a confirmação da continuidade da agenda de reformas depois de 2018 é que o investimento deve ganhar tração. "Para o crescimento [da economia e das empresas] ser sustentável, vale frisar que precisamos que os investimentos aumentem também. Para isso, além da menor taxa de juros, é fundamental a reorganização fiscal do Brasil. Se não conseguirmos isso, podemos voltar a andar para trás", pondera Chermont prisão, o que não tem respaldo na Constituição. O Senado tem que deliberar sobre isso — disse Gilmar, acrescentando: — Temos que evitar o populismo constitucional, institucional. Devemos nos balizar pela Constituição. Quando começamos a reescrever a Constituição, é preocupaPnte.A traição original- Editorial: O Estado de S. PauloMadri intervém e põe nas urnas destino da Catalunha – Editorial: Valor EconômicoFernando Henrique Cardoso*: Hora de decidirGoverno mostrou que não está imobilizado – Editorial: Valor Eco

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Nomeação infeliz – Editorial | Folha de S. Paulo
Em episódio que marcou os estertores do governo petista, a ex-presidente Dilma Rousseff anunciou a escolha de seu antecessor, Luiz Inácio Lula da Silva, para a chefia da Casa Civil.
 
Como ficou mais que evidente à época, tratava-se de manobra que tinha como um de seus objetivos garantir foro privilegiado ao ministro recém-nomeado, em cujo encalço estava a força-tarefa da Operação Lava Jato em Curitiba.
 
Eis que agora o Palácio do Planalto, sob o comando de Michel Temer (PMDB), decide conceder status ministerial a Moreira Franco, peemedebista citado ao menos 34 vezes em delação premiada de um ex-dirigente da construtora Odebrecht.
 
Há que se guardar, por óbvio, as proporções entre as circunstâncias, os personagens envolvidos e as consequências esperadas em um e outro caso. Mas o eventual sentido administrativo da medida de Temer permanece muito menos visível que o benefício concedido ao correligionário.
 
Moreira Franco é um dos auxiliares mais próximos ao presidente. Ocupava o cargo, estratégico para a política econômica, de secretário-executivo do Programa de Parceria em Investimentos (PPI), ao qual cabe desfazer os gargalos no setor de infraestrutura.
 
Assumirá a recriada Secretaria-Geral da Presidência, à qual estará subordinado o mesmo PPI, além das estruturas de comunicação, administração e cerimonial.
 
Sobre ele pesa a suspeita —que evidentemente ainda precisaria ser corroborada por provas— de ter auferido propinas, sob o codinome "Angorá", para fazer avançarem os interesses da empreiteira quando era ministro da Aviação Civil do governo Dilma.
 
Boas razões embasam o princípio do foro privilegiado —pelo qual ministros de Estado, entre outras autoridades de primeiro escalão, só podem ser processados e julgados pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Trata-se de uma proteção contra a litigância de má-fé por parte de inimigos políticos.
 
A garantia constitucional, entretanto, não pode se converter em atalho para a impunidade, o que muitas vezes ocorre devido ao acúmulo de processos que se arrastam no STF.
 
Como revelou uma pesquisa efetuada por este jornal, em novembro passado havia nada menos que 362 inquéritos e 84 ações envolvendo profissionais da política na corte.
 
Por ineficiência geral da Justiça e chicanas jurídicas dos interessados, o foro é visto com desconfiança pela opinião pública. Quaisquer que tenham sido seus propósitos, a nomeação infeliz anunciada por Michel Temer acaba por contribuir para essa imagem nega
 
Rezemos juntos a oração de São Francisco
 
Senhor, fazei de mim um instrumento da Vossa paz.
 
Onde houver ódio, que eu leve o amor.
Onde houver ofensa, que eu leve o perdão.
Onde houver discórdia, que eu leve a união.
Onde houver dúvidas, que eu leve a fé.
Onde houver erro, que eu leve a verdade.
Onde houver desespero, que eu leve a esperança.
Onde houver tristeza, que eu leve a alegria.
Onde houver trevas, que eu leve a luz.
Ó Mestre, fazei que eu procure mais:
consolar, que ser consolado;
compreender, que ser compreendido;
amar, que ser amado.
Pois é dando que se recebe.
É perdoando que se é perdoado.
E é morrendo que se vive para a vida eterna.

 

Celso Ming: São as incertezas, senhores
- O Estado de S.Paulo
 
O País está imerso em indefinições e isso ameaça, outra vez, empacar a vida econômica.
 
Uma dessas indefinições tem a ver com o tratamento a ser dado ao rombo crescente da Previdência Social (veja gráfico ao lado). Até quem pensa com apenas dois neurônios sabe que à frente há um abismo e, depois do abismo, o imponderável.
 
Ou sai imediatamente a reforma ou ficará mais perto o dia em que o Brasil inteiro se transformará num gigantesco Rio de Janeiro, onde os salários estão atrasados, o 13.º deste ano ficará para quando der e as aposentadorias, se chegarem, chegarão no pinga-pinga – e, obviamente, num cenário em que a bandidagem ganhará mais campo aberto.
 
O astral da economia tinha melhorado porque, embora lenta e insegura, a recuperação vinha dando bons sinais. Mas essa recuperação da confiança se baseia numa aposta: na de que pelo menos alguma coisa da reforma da Previdência viria antes das eleições. Não seria a virada definitiva do jogo hoje perdedor; seria apenas o primeiro passo de muitos que ainda terão de ser dados para reequilibrar as finanças da Previdência Social.
 
E foi com base nessa aposta que os investimentos reapareceram, que a Bolsa avançou em setembro e outubro e que outras aplicações de risco passaram a ser consideradas viáveis nos mercados, não só no financeiro.
 
Mas bastou que o presidente da República admitisse publicamente que a reforma poderia ficar para depois, para que fosse colocado em dúvida o sucesso da aposta sobre a qual se apoiou boa parte da retomada da confiança e para que o azedume se reinstalasse em todos os setores da economia.
 
Ainda há aqueles que não acreditam na aritmética. São os que se aferram a pretensos direitos adquiridos, aqueles para os quais pagamento de aposentadoria é cláusula pétrea. Não é, senhoras e senhores. Não há mais milagres da multiplicação dos pães e dos peixes. É a receita que define a despesa, e não o contrário. Nas condições atuais, não há pagamento futuro garantido de aposentadorias e pensões.
 
Quanto ao projeto de reforma da Previdência propriamente dita, estamos diante de duas hipóteses. Ou se aprova uma parcela das propostas em discussão, talvez apenas a imposição de idade mínima para aposentadoria; ou não se aprova nada. No primeiro caso, será um passo insuficiente para devolver a confiança no futuro das contas públicas, mas, pelo menos, será um passo na direção correta.
 
Se a reforma for rejeitada ou se o projeto continuar indefinidamente encalhado em Brasília, o risco de novo desastre será muito alto. O País ficará sujeito a aumento de impostos ou, simplesmente, ao calote da dívida pública, algo que, antes mesmo das agências de classificação de risco, o mercado financeiro se encarregará de prever.
 
Para quem tem um dinheiro aplicado no mercado financeiro, este cenário confuso imporá novas incertezas. A derrubada da inflação e dos juros empurra o aplicador para as opções de risco e, no entanto, diante desse céu exposto a turbulências, como se conformar com retorno cada vez mais baixo das aplicações financeiras?
 
Josenildo Nascimento Melo - Bacharel em Serviço Social - CRESS PI 1826 22ª Região
 
Josenildo Nascimento Melo - Jornalista MTB DRT PI 01958 - Credenciado Vaticanista

 
 

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