Notícias

Jornal Folha de São Paulo - Capa do dia

14/10/2015 16:13
Decisões do STF embaralham rito do impeachment de Dilma • Tribunal suspendeu regras definidas por Cunha para encaminhar denúncias   Supremo trava marcha do impeachment na Câmara   • Tribunal suspende regras definidas por Cunha para encaminhar denúncias   • Decisão ajuda Dilma a...
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STF trava rito de impeachment; Oposição vai rever estratégia

14/10/2015 09:30
STF trava rito de impeachment e obriga Cunha e oposição a reverem estratégia • Liminares concedidas por dois ministros do STF impedem presidente da Câmara dos Deputados de levar adiante roteiro que culminaria na abertura de um processo contra Dilma Rousseff; bloco oposicionista promete apresentar...
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Jornal Folha de São Paulo - Capa do dia

13/10/2015 08:44
Pedido de impeachment incluirá novas pedaladas • Alas do governo Dilma divergem entre tentar acordo com Cunha e atacá-lo   Oposição amplia justificativa para pedido de impeachment   • Operação pode adiar a definição sobre um eventual início do processo   • Ideia é incluir que o...
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Jornal O Globo - Capa do dia

13/10/2015 08:02
Planalto e PT partem para o confronto com Cunha • Petistas ameaçam apoiar cassação de mandato do presidente da Câmara   ‘ Preparem- se para o combate’, diz Berzoini a petistas prevendo início de processo de impeachment; oposição também se reúne   Em reuniões no Palácio do Planalto,...
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Deputado volta a negar renúncia e promete analisar os pedidos

12/10/2015 16:50
• Cunha ainda conta com o apoio de seu partido, o PMDB, que não fará manifestação pública de reprovação a ele   Daiene Cardoso, Daniel Carvalho, Erich Decat - O Estado de S. Paulo BRASÍLIA – O deputado Eduardo Cunha voltou a afirmar ontem que não renunciará ao mandato nem se afastará do...
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Dilma já preprara defesa contra Impeachment

12/10/2015 14:15
Dilma já prepara defesa contra Impeachment • Pressionado, Cunha diz que decide sobre processo amanhã   Parecer encomendado por advogado da campanha da presidente a juristas defende que rejeição de contas não implica crime de responsabilidade e que ela e o vice, Michel Temer, não podem ser...
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Dilma teme reação imprevisível de peemedebista

11/10/2015 12:44
Dilma teme reação 'imprevisível' de peemedebista • Cúpula do PMDB tem dificuldades para conter presidente da Câmara Cristiane Jungblut e Geralda Doca - O Globo   BRASÍLIA - A presidente Dilma Rousseff teme as consequências do chamado “comportamento imprevisível” do presidente da Câmara,...
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Oposição pede saída de Cunha

11/10/2015 10:36
Oposição pede saída de Cunha Cinco partidos pediram o afastamento do presidente da Câmara, que tem o apoio de três bancadas. O Planalto age para conter atos “imprevisíveis” do deputado.   Oposição tira apoio a Cunha   • Grupo sugere saída, mas espera que presidente defira antes pedido...
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Jornal O Estado de São Paulo - Capa do dia

11/10/2015 09:47
Líderes da oposição cobram afastamento de Eduardo Cunha • Após Suíça confirmar que conta do deputado recebeu verba da Petrobrás, partidos pedem saída da presidência da Câmara; ele diz que não renuncia e ataca Janot O apoio político ao presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), começou a se...
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Dilma manda distribuir cargos de 2º e 3º escalões aos aliados

10/10/2015 10:20
Dilma manda distribuir cargos de 2º e 3º escalões aos aliados Dilma usa cargos para amarrar apoios • Presidente determina a responsáveis pela articulação política que entreguem postos de 2º e 3º escalões para garantir governabilidade   Tânia Monteiro - O Estado de S. Paulo   BRASÍLIA...
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Dias Toffoli refuta tese de jurista e diz que TSE pode cassar Dilma

09/10/2015 18:23
Dias Toffoli refuta tese de jurista e diz que TSE pode cassar Dilma Estadão Conteúdo   O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro José Antonio Dias Toffoli, considerou "absolutamente equivocado do ponto de vista jurídico" o parecer do professor Dalmo Dallari segundo o qual...
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O Globo - Governo ainda paga pelas pedaladas

09/10/2015 09:46
Governo ainda paga pelas 'pedaladas' • Repasses a BNDES, BB e FGTS para cobrir subsídios, represados em 2014, já chegam a R$ 14,4 bi este ano O Tesouro Nacional já repassou a BNDES, Banco do Brasil e FGTS, nos primeiros oito meses deste ano, R$ 14,4 bilhões com o objetivo de cobrir os gastos que...
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Jornal Folha de São Paulo - Capa do dia

08/10/2015 16:14
Governo Dilma é o 1º a ter contas reprovadas no TCU desde Getúlio • Presidente sofre derrotas no Supremo e no Congresso 5 dias após reforma ministerial para recuperar apoio   Dilma sofre novas derrotas em tribunais e no Congresso   * TCU reprova contas da presidente * STF barra tentativa...
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Jornal O Globo - capa do dia

08/10/2015 08:11
Por unanimidade, TCU rejeita contas de Dilma • Decisão do tribunal será enviada ao Congresso como recomendação   Governo afirma não ver motivos legais para rejeição; oposição diz que votação abre caminho para impeachment   O Tribunal de Contas da União ( TCU) recomendou ontem a...
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Dilma busca apoio do PSB em ato com governador do DF

07/10/2015 11:35
Dilma busca apoio do PSB em ato com governador do DF Por Andrea Jubé e Raphael Di Cunto – Valor Econômico   BRASÍLIA - Na tentativa de atrair o PSB para a base governista, a presidente Dilma Rousseff participou ontem de um ato do governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg, no...
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Jornal O Estado de São Paulo - O Estadão

07/10/2015 08:44
TSE abre aç~ao que pede cassação de Dilma e Temer TSE abre ação que pode levar à cassação de Dilma e Temer   • Corte conclui votação de pedido do PSDB e, pela primeira vez, autoriza investigação da campanha de um presidente e seu vice   Beatriz Bulla e Gustavo Aguiar - O Estado de S....
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Jornal O Estado de São Paulo - Capa do dia

06/10/2015 08:22
TCU ignora governo e mantém votação de contas de Dilma TCU mantém julgamento de contas de Dilma para esta quarta   • O anúncio foi feito na noite desta segunda-feira, 5, após reunião a portas fechadas entre seis ministros.   Fábio Fabrini e João Villaverde - O Estado de S....
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Não vai dar certo, nem para segurar o impeachment

06/10/2015 07:33
Alberto Goldman - Ministério Dilma: não vai dar certo, nem para segurar o impeachment!   O recém-constituído ministério do Brasil só tem um objetivo, de curto prazo: prolongar a agonia da presidente Dilma Rousseff. Pode ser até que obtenha algum sucesso, de curta duração. Porém é mais uma...
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Jornal O Estado de São Paulo - Capa do dia

05/10/2015 16:31
Governo pede afastamento de relator das 'pedaladas' Governo vai pedir para julgamento de contas de Dilma ser suspenso   • Argumento é de que o relator Augusto Nardes já antecipou várias vezes seu voto pela reprovação, o que é vedado por lei   André Borges e Lorenna Cardoso - O Estado...
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Regra sem exceção - Vinicius Mota

05/10/2015 08:16
Vinicius Mota - Regra sem exceção - Folha de S. Paulo Criticou-se a presidente Dilma Rousseff por ter-se disposto a trocar os titulares de pastas como Saúde e Educação na reforma ministerial da semana passada. Seriam áreas muito importantes para ser loteadas a representantes do baixo clero da...
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Jornal O Estado de São Paulo - Capa do dia

04/10/2015 10:30
PMDB comandará orçamento maior do que os petistas na nova Esplanada • Ministérios que a partir de agora estarão nas mãos dos peemedebistas têm alto poder político e econômico   Alberto Bombig, Vera Rosa - O Estado de S. Paulo   A reforma ministerial deu fôlego à presidente Dilma...
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As praias cariocas e a Política

04/10/2015 09:27
Luiz Werneck Viana - As praias cariocas e a política  O Estado de S. Paulo   A linguagem das ruas registra o uso da expressão "desgraça pouca é bobagem", pois se não nos bastasse conviver com a ração amarga que diariamente nos é servida, vinda da polícia e dos tribunais sobre o...
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Jornal O Estado de São Paulo - Capa do dia

03/10/2015 10:39
Dilma corta 8 ministérios e PMDB já apóia nova CPMF *Salários de presidente, vice e ministros são reduzidos em 10% * Promessa é extinguir 30 secretarias e 3 mil cargos em comissão * Plano prevê gastos 20% menores com custeio e contratação de terceiros Com atraso, a...
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Dilma muda Ministério para ganhar fôlego

03/10/2015 08:33
Dilma muda Ministério para ganhar fôlego • Presidente corta oito pastas, mas amplia poder do PMDB e de Lula   Reforma para garantir maior apoio ao governo no Congresso prevê também o corte de 30 secretarias e de 3 mil cargos comissionados, além da redução de salários do primeiro...
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A política como ela é - Alberto Carlos Almeida

03/10/2015 07:42
Alberto Carlos Almeida - A política como ela é  - Valor Econômico / Eu & Fim de Semana Otto von Bismarck, o unificador da Alemanha, afirmou que as pessoas não poderiam dormir tranquilas se soubessem como são feitas as salsichas e as leis. A frase sugere algo muito importante e que, na...
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Entrevista com Marina Silva

02/10/2015 13:16
Entrevista - "Brasil é um país cindido" diz Marina Por Daniela Chiaretti e César Felício - Valor Econômico SÃO PAULO - Marina Silva, ex-senadora e ex-ministra, duas vezes terceira colocada em eleições presidenciais, é formalmente uma simples filiada ao Rede Sustentabilidade, o 34º partido a ser...
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Um terço dos deputados do PMDB assina manifesto contra Dilma

02/10/2015 08:05
Um terço dos deputados do PMDB assina manifesto contra Dilma Ranier Bragon, Débora Álvares – Folha de S. Paulo   BRASÍLIA - Apesar de o governo estar finalizando a negociação para emplacar o PMDB em sete ministérios, um terço dos 66 deputados federais da legenda figuram em manifesto que...
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O desmonte da CGU

01/10/2015 14:40
Merval Pereira - O desmonte da CGU - O Globo O “fatiamento” da Controladoria- Geral da União ( CGU), anunciado na reforma ministerial que o governo pretende fazer para tentar garantir sua base no Congresso em troca de cargos, pode ter uma consequência mais grave para a Operação Lava- Jato...
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Jornal O Estado de São Paulo - Capa do dia

01/10/2015 08:43
Documentos apontam ‘compra’ de medida provisória no governo Lula Documentos apontam que MP editada na gestão Lula foi 'comprada' por lobby   • Empresas negociaram pagamento de até R$ 36 milhões a lobistas para conseguir da Casa Civil um 'ato normativo' que prorrogou incentivos...
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O modelo esgotado - Celso Ming

01/10/2015 07:43
Celso Ming - O modelo esgotado • Dilma passou um recado para a principal facção do seu partido, o PT, que, embora base do governo, inicia ampla manobra de oposição à sua atual política econômica   - O Estado de S. Paulo   Quando reconheceu nessa segunda-feira, em pronunciamento na...
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STF libera candidatura de Maia à reeleição

02/02/2017 11:25
STF libera candidatura de Maia à reeleição Supremo nega quatro pedidos para barrar candidatura de Maia   • Celso de Mello, decano da Corte, rejeita pedidos de liminares para barrar a candidatura do presidente da Casa; deputado do DEM é favorito e tem apoio do...
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Família autoriza doação dos órgãos de Marisa Letícia

02/02/2017 11:07
Família autoriza doação dos órgãos de Marisa Letícia A ex-primeira dama Marisa Letícia Lula da Silva, esposa e companheira do ex-presidente, durante o Encontro das mulheres e militantes com Lula, na Casa de Portugal do Grande ABC em Santo André (SP) (Leonardo Benassatto/Futura...
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Eunício Oliveira é eleito presidente do Senado

01/02/2017 20:15
Eunício Oliveira é eleito presidente do Senado   Peemedebista recebeu 61 votos, contra 10 do seu único adversário, José Medeiros. Novo presidente foi citado em delação da Odebrecht   Por Da redação - Site da Revista Veja O novo presidente do Senado, Eunício Oliveira...
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Eunício deve ser eleito hoje no Senado - Estadão

01/02/2017 13:29
Eunício deve ser eleito hoje no Senado • Com apoio da base e da oposição, senador do PMDB é defensor da agenda de reformas do governo Michel Temer, de quem se diz amigo   Ricardo Brito | O Estado de S.Paulo   BRASÍLIA - Num contraponto à tensa disputa ao comando da Câmara,...
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Artigo: A grande jogada de mestre ?

01/02/2017 11:40
A grande jogada de mestre ? Por Josenildo Melo   Em se concretizando hoje a filiação de um grande nome da política piauiense; o grande mestre coloca no tabuleiro do xadrez político a concretização de um sonho em prol do Estado do Piauí. E não está errado? Afinal quem é o grande...
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Resposta ao desemprego - Míriam Leitão

01/02/2017 11:22
Resposta ao desemprego - Míriam Leitão - O Globo   O principal problema da economia brasileira hoje é o desemprego. Ele é o fruto mais amargo da grave crise na qual o país entrou por má condução da política econômica. Foi o governo Dilma que jogou o emprego nesta queda livre, mas o...
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Cármen Lúcia quer sortear relatoria da Lava Jato

31/01/2017 11:57
Cármen Lúcia quer sortear relatoria da Lava Jato entre cinco Novo relator decidirá sobre sigilo de delação da Odebrecht   • Nome deve ser escolhido entre os integrantes da 2ª Turma do tribunal   Letícia Casado, Valdo Cruz | Folha de S. Paulo   BRASÍLIA - Após a...
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Supremo homologa delação da Odebrecht - Estadão

31/01/2017 11:47
Supremo homologa delação da Odebrecht, mas mantém sigilo Ministra Carmen Lúcia homologa as 77 delações da Odebrecht   • Presidente do STF, contudo, decidiu manter o sigilo dos depoimentos dos executivos e ex-executivos da empresa   Breno Pires e Rafael Moraes Moura | O...
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Estatais do Rio, MG e RS valem R$ 34 bilhões

30/01/2017 12:14
Estatais do Rio, MG e RS valem R$ 34 bilhões Por Rodrigo Carro | Valor Econômico   RIO - Se privatizarem todas as suas estatais, os Estados do Rio de Janeiro, Minas Gerais e Rio Grande do Sul conseguirão abater quase 50% de sua dívida com a União. Levantamento feito pela agência de...
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Sinais para a sociedade - Merval Pereira

29/01/2017 13:24
Sinais para a sociedade - Merval Pereira - O Globo   Homologar delações da Odebrecht será bom sinal. Caso a presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Cármen Lúcia, a “lucidade senhora” nas palavras do músico Tom Zé, homologue as delações dos 77 executivos da Odebrecht, ou pelo...
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Consumo puxa economia e faz disparar ações do varejo
Por Juliana Machado | Valor Econômico
 
SÃO PAULO - No momento em que a bolsa de valores brasileira ganha impulso e o Ibovespa rompe níveis históricos, ações de companhias de varejo básico e consumo de eletrodomésticos, vestuário e alimentação proporcionam ganhos extraordinários a seus acionistas. Em movimento coerente com a dinâmica de recuperação da economia, puxada pelo consumo, os papéis dessas empresas tiveram neste ano alta muito superior aos 23,76% do Ibovespa. Magazine Luiza, por exemplo, subiu 423%, Guararapes, 130% e Arezzo, 125%. Outros bons exemplos são Hering, Via Varejo, B2W, Renner e Pão de Açúcar.
 
A queda dos juros e a retomada gradual do crescimento econômico compõem a equação que provocou a recente recuperação da bolsa e mantém boas perspectivas para essas ações. Para analistas ouvidos pelo Valor, a retomada beneficia primeiramente empresas que atendem o consumo de menor valor, menos dependente do crédito e que tira proveito da melhora da renda real provocada pela queda da inflação.
 
A leitura é de que muitos consumidores só vão conseguir trocar de carro dentro de um ano e comprar um apartamento em 2019, mas já começam a adquirir eletrodomésticos e roupas.
 
Especialistas consideram que muitos desses papéis de empresas de varejo ainda têm espaço para ganhos. Ricardo Peretti, da Santander Corretora, chama a atenção para o fato de que há algumas empresas com cotações ainda relativamente baratas, como Americanas, Hering e Carrefour, pelas quais o interesse do investidor pode ser maior.
 
Levantamento feito pelo Valor Data mostra que a receita dessas empresas teve uma clara recuperação nos últimos trimestres, desempenho que contrasta com companhias que reagem mais diretamente a investimentos, como bens de capital e siderurgia, ou das incorporadoras, que dependem da capacidade de endividamento de longo prazo do consumidor.
 
Ações ligadas a varejo disparam em meio à retomada do consumo
No momento em que a bolsa de valores brasileira ganha impulso e o Ibovespa rompe níveis históricos, ações de companhias de varejo básico e consumo discricionário - eletrodomésticos, vestuário e alimentação - ganham destaque. O movimento é coerente com a dinâmica de recuperação da economia, que vem sendo puxada pelo consumo, e não pelo investimento, o que faz com que essas empresas continuem no foco dos gestores, mesmo depois de valorizações expressivas nos últimos meses.
 
A queda da taxa de juros e a retomada, ainda que gradual, do crescimento econômico compõem a equação que provocou a recente recuperação da bolsa e mantém boas perspectivas para as ações. Mas, para analistas ouvidos pelo Valor, essa retomada beneficia primeiramente empresas que atendem ao consumo de menor valor, menos dependente do crédito e que tira proveito da melhora da renda real provocada pela queda da inflação.
 
A leitura é de que o consumidor só vai conseguir trocar de carro dentro de um ano e comprar um apartamento em 2019, mas já começa a gastar com eletrodomésticos ou roupas. Comportamento esse que beneficia empresas como Lojas Americanas, Lojas Renner, Natura e Pão de Açúcar, que fazem parte do Ibovespa. Mas também Marisa, Carrefour, Hering, Arezzo, Magazine Luiza e Guararapes, dona da Riachuelo.
 
Todas essas ações acumulam forte alta este ano, superando, inclusive, o Ibovespa, com valorização de 23,76% no período. O caso mais impressionante é o de Magazine Luiza, cuja ação avançou 422,6%. Entre outros exemplos emblemáticos, estão Guararapes, com alta de 130%, e Arezzo, cujo papel já subiu 124,6%.
 
Ainda assim, para especialistas, muitas dessas ações ainda têm espaço para ganhos adicionais. Em relatório de julho deste ano, o Bradesco BBI apontava trajetória crescente para a Magazine Luiza diante da perspectiva de resultados ainda fortes, ganho de participação de mercado e de rentabilidade.
 
Já Ricardo Peretti, da Santander Corretora, chama a atenção para o fato de que há algumas empresas relativamente mais atrasadas, pelas quais o interesse do investidor pode ser maior. Ele destaca Lojas Americanas, que acumula alta de 24,3% no ano - pouco acima do Ibovespa -, Hering (+98%) e Carrefour, que desde a estreia na bolsa, em 20 de julho, sobe 11,41%, abaixo do índice (14,78%).
 
Levantamento feito pelo Valor Data mostra que a receita líquida somada de 13 empresas ligadas ao varejo teve uma clara recuperação ao longos dos últimos trimestres, desempenho que contrasta com o de companhias que reagem mais diretamente a investimentos, de setores como bens de capital e siderurgia, ou das incorporadoras, que dependem da capacidade de endividamento de longo prazo do consumidor.
 
O bom desempenho está refletido nos dados divulgados ontem pelo IBGE, que confirmam que a recuperação do varejo observada no segundo trimestre tem continuidade. Em julho, as vendas ficaram 1,7% acima da média do segundo trimestre. Isso reforça que o setor continua sendo a principal força motriz para a retomada da atividade brasileira na segunda metade do ano, assim como aconteceu no semestre passado.
 
"Companhias e setores mais conectados com a economia, como consumo discricionário e bens de capital, podem contar com revisões para cima das estimativas de lucro por ação conforme o crescimento econômico seja incorporado aos preços", dizem os analistas do Bank of America Merrill Lynch (BofA) Felipe Hirai e Nicole Inui, em relatório. Eles explicam que a expectativa é que haja crescimento das receitas para o setor de varejo em 2017 e 2018, enquanto as vendas no conceito mesmas lojas, isto é, unidades abertas há pelo menos um ano, também devem registrar expansão de 6,2% este ano e 6,4% em 2018, ante 2,3% registrados em 2016.
 
Peretti, da Santander, confirma que o cenário macroeconômico - inflação baixa, juros em queda, crescimento do salário médio e redução do endividamento das famílias - dá suporte à perspectiva positiva para o consumo e para a própria atividade. "Varejistas são as primeiras a responder", afirma o analista. "Essa dinâmica é importante para todos os segmentos da economia, mas o tíquete médio é um pouco menor nas empresas de varejo, o que significa que a necessidade de crédito do setor é menor do que para os demais."
 
Para Ivo Chermont, economista-chefe da gestora Quantitas, o menor endividamento das famílias deve colaborar ainda mais para a renda disponível para gastos básicos e discricionários. "E isso vai melhorando à medida que os juros forem caindo", diz.
 
A ata do Copom confirmou que a Selic vai continuar em queda, ainda que em um ritmo mais lento. E a maior parte dos economistas acredita que a taxa possa fechar o ano em 7%, abaixo da mínima histórica, de 7,25%.
 
Analistas têm citado as incertezas políticas, que ganham intensidade com a aproximação da eleição presidencial, como um elemento de risco para a continuidade desse cenário favorável para atividade e, consequentemente, para o mercado de ações. Somente com a confirmação da continuidade da agenda de reformas depois de 2018 é que o investimento deve ganhar tração. "Para o crescimento [da economia e das empresas] ser sustentável, vale frisar que precisamos que os investimentos aumentem também. Para isso, além da menor taxa de juros, é fundamental a reorganização fiscal do Brasil. Se não conseguirmos isso, podemos voltar a andar para trás", pondera Chermont prisão, o que não tem respaldo na Constituição. O Senado tem que deliberar sobre isso — disse Gilmar, acrescentando: — Temos que evitar o populismo constitucional, institucional. Devemos nos balizar pela Constituição. Quando começamos a reescrever a Constituição, é preocupaPnte.A traição original- Editorial: O Estado de S. PauloMadri intervém e põe nas urnas destino da Catalunha – Editorial: Valor EconômicoFernando Henrique Cardoso*: Hora de decidirGoverno mostrou que não está imobilizado – Editorial: Valor Econômico
 
 
Nomeação infeliz – Editorial | Folha de S. Paulo
Em episódio que marcou os estertores do governo petista, a ex-presidente Dilma Rousseff anunciou a escolha de seu antecessor, Luiz Inácio Lula da Silva, para a chefia da Casa Civil.
 
Como ficou mais que evidente à época, tratava-se de manobra que tinha como um de seus objetivos garantir foro privilegiado ao ministro recém-nomeado, em cujo encalço estava a força-tarefa da Operação Lava Jato em Curitiba.
 
Eis que agora o Palácio do Planalto, sob o comando de Michel Temer (PMDB), decide conceder status ministerial a Moreira Franco, peemedebista citado ao menos 34 vezes em delação premiada de um ex-dirigente da construtora Odebrecht.
 
Há que se guardar, por óbvio, as proporções entre as circunstâncias, os personagens envolvidos e as consequências esperadas em um e outro caso. Mas o eventual sentido administrativo da medida de Temer permanece muito menos visível que o benefício concedido ao correligionário.
 
Moreira Franco é um dos auxiliares mais próximos ao presidente. Ocupava o cargo, estratégico para a política econômica, de secretário-executivo do Programa de Parceria em Investimentos (PPI), ao qual cabe desfazer os gargalos no setor de infraestrutura.
 
Assumirá a recriada Secretaria-Geral da Presidência, à qual estará subordinado o mesmo PPI, além das estruturas de comunicação, administração e cerimonial.
 
Sobre ele pesa a suspeita —que evidentemente ainda precisaria ser corroborada por provas— de ter auferido propinas, sob o codinome "Angorá", para fazer avançarem os interesses da empreiteira quando era ministro da Aviação Civil do governo Dilma.
 
Boas razões embasam o princípio do foro privilegiado —pelo qual ministros de Estado, entre outras autoridades de primeiro escalão, só podem ser processados e julgados pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Trata-se de uma proteção contra a litigância de má-fé por parte de inimigos políticos.
 
A garantia constitucional, entretanto, não pode se converter em atalho para a impunidade, o que muitas vezes ocorre devido ao acúmulo de processos que se arrastam no STF.
 
Como revelou uma pesquisa efetuada por este jornal, em novembro passado havia nada menos que 362 inquéritos e 84 ações envolvendo profissionais da política na corte.
 
Por ineficiência geral da Justiça e chicanas jurídicas dos interessados, o foro é visto com desconfiança pela opinião pública. Quaisquer que tenham sido seus propósitos, a nomeação infeliz anunciada por Michel Temer acaba por contribuir para essa imagem nega
 
Rezemos juntos a oração de São Francisco
 
Senhor, fazei de mim um instrumento da Vossa paz.
 
Onde houver ódio, que eu leve o amor.
Onde houver ofensa, que eu leve o perdão.
Onde houver discórdia, que eu leve a união.
Onde houver dúvidas, que eu leve a fé.
Onde houver erro, que eu leve a verdade.
Onde houver desespero, que eu leve a esperança.
Onde houver tristeza, que eu leve a alegria.
Onde houver trevas, que eu leve a luz.
Ó Mestre, fazei que eu procure mais:
consolar, que ser consolado;
compreender, que ser compreendido;
amar, que ser amado.
Pois é dando que se recebe.
É perdoando que se é perdoado.
E é morrendo que se vive para a vida eterna.

 

Celso Ming: São as incertezas, senhores
- O Estado de S.Paulo
 
O País está imerso em indefinições e isso ameaça, outra vez, empacar a vida econômica.
 
Uma dessas indefinições tem a ver com o tratamento a ser dado ao rombo crescente da Previdência Social (veja gráfico ao lado). Até quem pensa com apenas dois neurônios sabe que à frente há um abismo e, depois do abismo, o imponderável.
 
Ou sai imediatamente a reforma ou ficará mais perto o dia em que o Brasil inteiro se transformará num gigantesco Rio de Janeiro, onde os salários estão atrasados, o 13.º deste ano ficará para quando der e as aposentadorias, se chegarem, chegarão no pinga-pinga – e, obviamente, num cenário em que a bandidagem ganhará mais campo aberto.
 
O astral da economia tinha melhorado porque, embora lenta e insegura, a recuperação vinha dando bons sinais. Mas essa recuperação da confiança se baseia numa aposta: na de que pelo menos alguma coisa da reforma da Previdência viria antes das eleições. Não seria a virada definitiva do jogo hoje perdedor; seria apenas o primeiro passo de muitos que ainda terão de ser dados para reequilibrar as finanças da Previdência Social.
 
E foi com base nessa aposta que os investimentos reapareceram, que a Bolsa avançou em setembro e outubro e que outras aplicações de risco passaram a ser consideradas viáveis nos mercados, não só no financeiro.
 
Mas bastou que o presidente da República admitisse publicamente que a reforma poderia ficar para depois, para que fosse colocado em dúvida o sucesso da aposta sobre a qual se apoiou boa parte da retomada da confiança e para que o azedume se reinstalasse em todos os setores da economia.
 
Ainda há aqueles que não acreditam na aritmética. São os que se aferram a pretensos direitos adquiridos, aqueles para os quais pagamento de aposentadoria é cláusula pétrea. Não é, senhoras e senhores. Não há mais milagres da multiplicação dos pães e dos peixes. É a receita que define a despesa, e não o contrário. Nas condições atuais, não há pagamento futuro garantido de aposentadorias e pensões.
 
Quanto ao projeto de reforma da Previdência propriamente dita, estamos diante de duas hipóteses. Ou se aprova uma parcela das propostas em discussão, talvez apenas a imposição de idade mínima para aposentadoria; ou não se aprova nada. No primeiro caso, será um passo insuficiente para devolver a confiança no futuro das contas públicas, mas, pelo menos, será um passo na direção correta.
 
Se a reforma for rejeitada ou se o projeto continuar indefinidamente encalhado em Brasília, o risco de novo desastre será muito alto. O País ficará sujeito a aumento de impostos ou, simplesmente, ao calote da dívida pública, algo que, antes mesmo das agências de classificação de risco, o mercado financeiro se encarregará de prever.
 
Para quem tem um dinheiro aplicado no mercado financeiro, este cenário confuso imporá novas incertezas. A derrubada da inflação e dos juros empurra o aplicador para as opções de risco e, no entanto, diante desse céu exposto a turbulências, como se conformar com retorno cada vez mais baixo das aplicações financeiras?
 
 

 

 
 

PARCERIA ESTRATÉGICA

 

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Jornalista Josenildo Melo

Teresina - Piauí - Brazil

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