A Missa é a oração por excelência - Audiência geral

15/11/2017 19:51
Postado Por Josenildo Melo
Jornalista MTB DRT PI 01958 - Credenciado Vaticanista
 
Papst Franziskus \ Audienzen & Angelus
Generalaudienz: Heilige Messe ist konkreteste Art von Gebet
 
Die Heilige Messe ist die „konkreteste” Art von Gebet. Das betonte Papst Franziskus im Rahmen seiner neuen Themenreihe zur Eucharistie an diesem Mittwoch. Dies sei ein „sehr einfacher Aspekt“, erklärte er den zahlreichen Pilgern, die sich unter bewölktem Himmel zur Generalaudienz auf dem Petersplatz versammelt hatten.
 
„Die Messe ist Gebet, ja sogar das Gebet schlechthin, das höchste, erhabenste und gleichzeitig das „konkreteste“. In der Tat stellt sie die Begegnung der Liebe mit dem Herrn durch sein Wort und den Leib und das Blut Christi dar. Sie ist eine Begegnung mit dem Herrn.“
Wichtig: das Schweigen vor dem Miteinander-Reden
 
Das Gebet sei vor allem anderen zunächst Dialog, fuhr Franziskus in seinen Gedanken fort. Doch man dürfe auch die Bedeutung des Schweigens in einem Dialog nicht unterbewerten, so die Mahnung des Papstes. Dazu führte er ein konkretes Beispiel an:
 
„Wenn wir in die Messe gehen, dann kommen wir vielleicht fünf Minuten vorher und beginnen ein Schwätzchen mit demjenigen, der neben uns sitzt. Aber das ist nicht der Augenblick, sich zu unterhalten: es ist der Augenblick des Schweigens, das uns auf den Dialog vorzubereitet. Es ist der Augenblick, sich innerlich zu sammeln, um uns auf die Begegnung mit Jesus vorzubereiten. Das Schweigen ist sehr wichtig. Erinnert euch daran, was ich euch letzte Woche gesagt habe: wir gehen nicht ins Theater, sondern wir gehen zur Begegnung mit dem Herrn, und das Schweigen bereitet uns vor und begleitet uns.“
 
Jesus selbst sei es, der uns aufzeige, wie man mit dem Vater in Dialog treten könne, erinnerte der Papst mit Blick auf das gehörte Evangelium. In diesem bitten die Jünger Jesus, ihnen das Gebet zu lehren.
 
„Jesus antwortet, dass die erste Bedingung für das Gebet ist, ,Vater´ sagen zu können. Aufgepasst, wenn ich nicht in der Lage bin, Vater zu Gott zu sagen, dann bin ich auch nicht fähig zu beten. So einfach ist das das. Und so müssen wir lernen, ,Vater´ zu sagen.“
Lernen, Gott mit „Vater“ anzusprechen
 
Doch um zu lernen, unterstrich Franziskus, sei es nötig, demütig zu sein und anzuerkennen, dass man Anleitung benötige. Gleichzeitig brauche es jedoch Vertrauen, ähnlich demjenigen, das Kindern zu eigen ist, und das Wissen, „das Gott sich an dich erinnert“ und sich um alle kümmere, so der Papst.
 
„Die zweite Bedingung, und auch die ist den Kindern eigen, ist, sich überraschen zu lassen. Um ins Himmelreich zu gelangen, muss man staunen können. In unserer Beziehung mit Gott, im Gebet – so frage ich – lassen wir uns erstaunen oder denken wir, dass das Gebet bedeutet, wie Papageien zu Gott zu sprechen? Nein, es heißt, zu vertrauen und das Herz zu öffnen, um sich in Erstaunen versetzen zu lassen.“
 
Der Herr begegnet unserer Zerbrechlichkeit
 
Der Herr überrasche uns auch dadurch, dass er uns in unseren Schwächen liebe, fuhr der Papst fort. Das Geschenk, das der Herr uns in Jesus gemacht habe, sei eine Quelle wahren Trostes, und die sprudelt, so der Papst, in der Eucharistie:
 
„Kann ich sagen, wenn ich bei der Messe zur Kommunion gehe, dass der Herr meiner Zerbrechlichkeit begegnet? Ja! Das können wir sagen, weil es wahr ist. Der Herr begegnet unserer Zerbrechlichkeit, um uns auf unsere erste Berufung zurück zu führen: diejenige, Abbild Gottes zu sein. Das ist das Umfeld der Eucharistie, das ist das Gebet. Danke!“
 
Papa Francisco \ Discursos
A Missa é a oração por excelência - Papa na audiência geral
 
“A fé é uma grande companheira de vida: faz sentir a presença de um Pai que nunca deixa suas criaturas sozinhas”. Mensagem tweet do Papa nesta quarta-feira de manhã, antes da audiência geral da semana na Praça de São Pedro. Audiência em que continuou a catequese iniciada a semana passada sobre a Santa Missa. Para facilitar a compreensão, Francisco iniciou dizendo que “a Missa é uma oração, aliás, a oração por excelência, a mais alta, a mais sublime e, ao mesmo tempo, a mais “concreta”. Com efeito, é o encontro de amor com Deus mediante a sua Palavra e o Corpo e Sangue de Jesus. É um encontro com o Senhor” .
 
Mas o que é exactamente uma oração? – perguntou o Papa que logo respondeu: “é antes de mais diálogo, relação pessoal com Deus. E o homem foi criado como um ser em relação pessoal com Deus que encontra a sua plena realização só no encontro com o seu Criador. O caminho da vida é em direcção ao encontro definitivo com o Senhor”. E todos, como recorda o Livro do Génesis, fomos criados para entrar numa relação perfeita de amor para podermos encontrar a plenitude do nosso ser.  Para isso, é necessário que vivamos em comunhão com o nosso Criador e com as pessoas que nos circundam. E, é na Eucaristia, na Missa, que isso se realiza.
 
O diálogo tem, todavia  momentos de silêncio – disse Francisco, fazendo notar que às vezes vamos mais cedo à Missa e dedicamos esse tempo à conversa com outras pessoas, quando na realidade deveria ser um momento de preparação para o diálogo com Jesus.
 
“O silêncio é muito importante! Recordai-vos aquilo que disse a semana passada: não vamos a um espectáculo, vamos ao encontro com o Senhor e o silêncio nos prepara e nos acompanha. Permanecer em silêncio com Jesus”.
 
Outro requesito para a oração – prosseguiu o Papa – é saber dizer “Pai”. Tal como Jesus ensinou aos discípulos, devemos aprender a dizer “Pai”, isto é a pôr-se na presença do Pai com confiança filial.  E dizer “Pai ensina-me a rezar”. Isto requer humildade, reconhecer-se como filhos, confiar em Deus, fazer-se pequenos como as crianças.
 
A primeira atitude é, portanto, confiança e confidencia, tal como as crianças com os pais. É “saber que Deus se recorda de ti, cuida de ti, de ti, de mim, de todos”.   
 
Outro aspecto essecial para a oração é, tal como as crianças, “deixar-se surpreender”. A oração não é falar com Deus à maneira dos papagaios. É confiar e abrir o coração  para se deixar maravilhar, surpreender por Deus que é sempre encontro vivo, não um encontro de museu. É um encontro vivo e vamos à Missa, não a um Museu. Vamos ao encontro vivo com o Senhor”.
 
Francisco citou depois Nicodemos para falar do desejo de renascer, a alegria de recomeçar, que existe em cada um de nós. Mas como fazê-lo perante as tantas tragédias do mundo. Esta é a pergunta fundamental da nossa fé – frisou o Papa que perguntou insistentemente aos presentes se sentem o desejo de renascer sempre para encontro o Senhor. É que perante as numerosas actividades e projectos podemos  não ter tempo e perder facilmente de vista para aquilo que é fundamental:
 
 “a nossa vida do coração, a nossa vida espiritual, a nossa vida que é encontro com o Senhor na oração.”
 
Mas o Senhor nos surpreende sempre com o seu amor. Ele é a vítima de expiação dos nossos pecados pessoais e do mundo inteiro. O Senhor nos perdoa sempre, e isto é uma verdadeira consolação, um dom que nos é dado através da Eucaristia, o banquete nupcial em que o Esposo encontra a nossa fragilidade. E o Papa concluiu a sua catequese com estas palavras:
 
“Posso dizer que quando faço a comunhão na Missa, o Senhor encontra a minha minha fragilidade? Sim! Podemos dizê-lo porque isto é verdade! O Senhor encontra a nossa fragilidade para a reconduzir à nossa chamada: a de ser à imagem e semelhança de Deus. Este é o ambiente da Eucaristia, esta é a oração.”
 
No final da catequese, como habitualmente o Papa saudou os peregrinos em diversas linguas. Eis a saudação em lingua portuguesa:
“Dirijo uma saudação cordial a todos os peregrinos de língua portuguesa, vindos de Portugal e do Brasil. Queridos amigos, sois chamados a ser testemunhas da alegria no mundo, transfigurados pela graça misericordiosa que Jesus nos dá na Santa Missa. Desça sobre vós e sobre vossas famílias a bênção de Deus”.
 
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Na saudações aos diversos grupos de lingua italiana presentes na Praça, o Papa dirigiu-se de modo particular aos jovens, doentes e recém-casados. Recordou antes de mais que hoje a Igreja celebra a Memória de Santo Alberto Magno, Bispo e Doutor da Igreja. Aos “caros jovens” exortou a reforçarem o seu dialogo com Deus, procurando-O com empenho em todas as “vossas acções”.
 
Aos “caros doentes” Francisco  exortou a encontrarem conforto no reflexo do mistério da cruz do Senhor Jesus, que continua a iluminar a vida de cada homem; E aos “caros novos casais”, o Papa recomendou que se esforcem por manter constante a relação com Cristo, a fim de que “o vosso amor seja cada vez mais reflexo do amor de Deus.” 
 
 
 

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