Diário do Povo: Trinta anos de uma história de Coragem

11/10/2017 14:39
Diário do Povo: Trinta anos de uma história de Coragem
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O tempo é inexorável com tudo ao seu redor. Por ele tudo passou, passa, passará e todos passarão. Assim será com modelos, com conceitos. Passarão presidentes e seus países, passarão governadores e seus governos, passarão prefeitos e suas cidades, passarão parlamentares e seus plenários. Mas as ideias não passarão e, assim como elas, não passará a história, que vai sendo construída dia após dia pelas mãos daqueles que têm o dom de transformá-la em palavras. Nesse contexto não passará, a despeito do que digam ou professem, o jornal impresso.
Um dos primeiros meios de comunicação que existiu, o jornal impresso, ao que tudo indica, surgiu pelas mãos do Imperador Júlio César, que utilizou a Acta Diurna, por volta do ano de 59 A.C., escrita em blocos de pedra, a publicação era levada às praças públicas, para que a população pudesse ter conhecimento das conquistas do império. Foi através dela que o imperador construiu sua imagem.
 
Muito e muito tempo depois (olha o tempo aí de novo), quando o alemão Johannes Gutenberg inventou a prensa, foi dito por pensadores e filósofos da época, que ele conseguiu tirar o mundo da Idade Média, levando-o para a Renascença, período que anunciou o despertar definitivo do jornal impresso.
 
De lá até agora, o papel do jornal impresso continua o mesmo: levar informação para as pessoas. É o impresso que dentro do jornalismo encanta, porque se constitui em uma criação diária. Fruto de uma apuração que nunca acaba e nem fica pouca, mas que representa uma satisfação sem limites quando se sabe que permanece cumprindo o papel de bem informar.
 
A edição de hoje, é voltada para os 30 anos do Diário do Povo. Ao longo desse período, o jornal vem ajudando a construir a história do Piauí. Pelas mãos de homens e mulheres, que a ele se doam em todos os seus departamentos, o Diário alcança cada vez mais credibilidade, com a adoção de uma linha editorial independente, que muitas vezes tem contribuido significativamente para deixar insatisfeito o "coro dos contentes".
Aqui, com o passar do tempo, esse "compositor de destinos", o aprimoramento da informação tem sido a tônica. O Jornal resiste ao passar dos anos e cumpre o compromisso de levar ao seu público leitor a informação isenta e com qualidade. É na redação onde o coração do Diário do Povo pulsa continuamente na ânsia da vida, advinda do prazer de bem informar.
 
Apesar do advento da internet, do surgimento das redes sociais, e das inúmeras premonições contrárias, o Diário, assim como os demais impressos, vem se mantendo firme. E assim permanecerá se depender da vontade e trabalho de todos que a eles se dedicam.
 
Por aqui não se faz apenas jornalismo. Se pratica a busca da verdade de forma célere e constante, sempre dentro da ética e do compromisso. Em um fazer diário que só termina para começar de novo, cumprindo o papel de esclarecer, formar e confirmar, mas acima de tudo de levar a informação apurada até seus leitores.
 
E assim se mantém o Diário do Povo. Retrato vivo de uma história construída por muitas mãos. É o jornal que tem a coragem de tomar partido do povo, das causas sociais, denunciando desmandos e atestando o que é sério. Não temendo a crítica ferina dos que passarão, o Diário segue, ao longo dos anos, tomando emprestado para si os versos do espetacular Mário Quintana no seu poeminha do contra. "Todos esses que aí estão, atravancando meu caminho, eles passarão...Eu passarinho!
 
Parabéns Diário do Povo, por sua bela história!
 
 
Editorial do Jornal Impresso Diário do Povo do Piauí
Edição do dia 11 de outubro de 2017.
 
 
 
 

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