Roberto Freire: Com apoio do PSDB, impeachment volta à ordem do dia

01/12/2015 11:40

Por: Assessoria do PPS

 

Em entrevista ao programa ‘Gente Que Fala’, da Rádio Trianon que também transmitido pela AllTV, presidente do PPS afirma que governo Dilma é um ‘desastre para o país’

 

As recentes sinalizações do PSDB, maior partido de oposição do país, de que o impeachment de Dilma Rousseff se impõe diante da paralisia que toma conta do Brasil são mais um sinal de que o atual governo se aproxima de seus estertores. A avaliação é do deputado federal Roberto Freire (SP), presidente nacional do PPS, que participou nesta segunda-feira (30) do programa “Gente Que Fala”, exibido pela AllTV (www.alltv.com.br) e transmitido pelas Rádios Trianon (AM 740 KHz) e Universal, de Santos (AM 810 KHz), além da TV Guarulhos.


O PSDB e suas principais lideranças começaram a perceber que é fundamental haver o fim desse governo. O impeachment volta à ordem do dia com toda a força”, afirmou o parlamentar durante o debate comandado pelo apresentador Zancopé Simões e que também contou com a participação do advogado Leonardo Carvalho e do empresário Néfi Tales. “O problema mais grave que vivemos hoje é a crise econômica. Acredito que vamos precisar de um novo governo, até com uma certa urgência.”

Na entrevista, o deputado chamou a atenção para a gravidade da crise que se abate sobre o Brasil e atinge praticamente todos os setores da economia. “Nós estamos produzindo hoje o que produzíamos em 2004. É como se jogássemos fora 11 anos e essa regressão é dramática para o país. Isso vai significar mais de 2,5 milhões de trabalhadores demitidos”, lamentou Freire. “Não há registro na história brasileira de dois anos seguidos de recessão, como teremos com Dilma. Isso é um desastre para o país.”

 

Instituições funcionam

 

Questionado sobre a recente prisão do senador Delcídio do Amaral (PT-MS), ex-líder do governo no Senado, o presidente do PPS destacou o bom funcionamento das instituições e ressaltou o papel desempenhado pelo Senado Federal, que endossou o entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF) pela detenção do petista.

 

Havia o receio de que o Congresso mantivesse o voto secreto e, com isso, relaxasse a prisão de Delcídio. Mas, com todos os seus problemas, as instituições estão funcionando, inclusive o Parlamento”, disse Freire. “Na crise, tanto o Judiciário está funcionando quanto o Legislativo provou que funciona. O Senado e o Congresso, com todos os seus muitos problemas, decidiram, quando chamados, pela democracia e contra a corrupção.”

 

O deputado aproveitou para defender novamente o parlamentarismo. “Se nós fôssemos parlamentaristas, essa crise política já teria sido resolvida há muito tempo”, afirmou. “E, se o Congresso não respondesse à crise com a presteza devida, você poderia dissolvê-lo e convocar novas eleições.” (Fábio Matos/Assessoria do Parlamentar)


 


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