Ser uma Igreja misericordiosa é o fruto mais bonito do Concílio

28/01/2016 17:28

Cidade do Vaticano (RV) - Amigo ouvinte, o quadro semanal “Nova Evangelização e Concílio Vaticano II” traz hoje a participação do Arcebispo de Palmas, Dom Pedro Brito Guimarães, desde 2010 à frente desta Igreja particular de Tocantins. Criado em 1988 pela Assembleia Nacional Constituinte, vale lembrar que – situado na região norte – Tocantins é o mais novo dos 26 estados do Brasil, e Palmas constitui a sua capital.

Voltando o olhar para o quadro em questão, recordamos que em 8 de dezembro passado celebramos 50 anos da conclusão do Concílio ecumênico Vaticano II, o qual “entrou de vez na vida da Igreja e trouxe frutos, que estamos colhendo”, afirma o arcebispo de Palmas.

Entrevistado pelo colega Silvonei José, Dom Pedro Brito destaca que “somos uma Igreja conciliar”, o que significa dizer que a Igreja tal como a conhecemos hoje é fruto do Concílio: “a estrutura das nossas paróquias, a formação, os leigos, 90% do clero que está na atividade é conciliar”, observa.

 

O arcebispo de Palmas nos diz que estamos vivendo o tempo da colheita: plantamos, regamos, cuidamos e agora estamos colhendo os frutos, que é essa Igreja viva, missionária, participativa, comprometida com a causa, empenhada na missão, “misericordiosa – o fruto mais bonito do Concílio, 50 anos depois – enfatiza Dom Pedro.


Lembrar da misericórdia contra a intolerância, o preconceito, as divisões, fruto palpável que a gente pode sentir na pele e na vida e ter uma Porta da Misericórdia, fruto do Concílio”, acrescenta o arcebispo de Palmas, que diz sentir-se muito otimista. 

 

 


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