Wellington Dias quer censurar vídeo diz Diário

07/12/2017 05:36
POLÍTICA - NA JUSTIÇA - Wellington pede censura a vídeo que critica a criação de cargos
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Foto: Marcelo Cardoso/GP1 Wellington Dias.         Processo já dura 7 meses para tirar o vídeo do ar
 
Por Manoel José - Repórter de Política - Jornal Diário do Povo
 
O governador Wellington Dias (PT) está há pelo menos sete meses tentando censurar a Jornalista paranaense Joice Hasselman, que ele acusa de ter proferido críticas infundadas a sua gestão. O petista ajuizou uma ação para retirar do ar o vídeo publicado pela Jornalista.
 
De acordo com a ação, o governador se diz ter sido atingido moralmente. No vídeo, a Jornalista diz que Wellington Dias é o governador mais irresponsável da história do Piauí e que apesar da grave crise econômica, criou uma série de cargos para acomodar aliados políticos.
 
"Wellington Dias, governador do estado do Piauí que está decidido a entrar para a história como o governador mais irresponsável de todos os tempos. O governador Wellington Dias está criando milhares de cargos comissionados para simplesmente colocar os apadrinhados do PMDB, para costurar uma aliança agora, pensando nas eleições", diz a Jornalista.
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Foto: Divulgação Jornalista Joice Hasselmann - Quem é Joice Hasselmann?
 
É jornalista graduada e seu foco principal é a política, tanto nacional (onde fala com toda propriedade) e internacional, trabalhou em redes de TV pelo Brasil, começando na Rede Massa (de propriedade do apresentador Ratinho), onde atuou apresentando telejornal. Passou também pela Band News e pela RIC TV (Record), antes de se transferir para Veja e apresentar a TVEJA. Atualmente faz parte da Rede Jovem Pan de Rádios. 
 
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Em maio, o juiz da 2ª Vara Cível de Teresina, José Aírton Medeiros de Sousa, negou a liminar pretendida pelo governador. Na decisão ele diz que não é possível concluir se é falsa a informação acerca da criação de três mil cargos. Segundo ele, as leis apresentadas pelo autor da ação não pode concluir qual âmbito de abrangência da fala contida no vídeo.
"Considerando que, de todo o conteúdo do vídeo, o autor centra suas alegações na suposta inexistência da criação de 3 mil cargos, a análise das provas apresentadas pelo autor, essencialmente leis estaduais que criaram e extinguiram cargos, não é suficiente para, nesta fase processual, sem ouvir-se a parte contrária, concluir se a informação é falsa, como alega o autor, ou não. Acaso os números de cargos extintos e criados, segundo as leis apresentadas pelo autor, sejam os que ele sustenta, não se pode concluir qual o âmbito de abrangência da fala contida no vídeo", diz.
 
 

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