Notícias

Inocentes do Leblon | Fernando Gabeira

10/04/2017 13:31
Inocentes do Leblon | Fernando Gabeira - O Globo   A Lava-Jato representa uma novidade no Brasil. Mas, às vezes, tem uma recaída, típica dos momentos anteriores. Considero insensato permitir que Adriana Ancelmo, mulher de Sérgio Cabral, cumpra prisão domiciliar. Não desconfio da...
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Tempos que correm | Cacá Diegues

10/04/2017 12:54
Tempos que correm | Cacá Diegues - O Globo   O dinheiro que nossos políticos, flagrados roubando pela Lava-Jato, botaram no bolso seria mais do que suficiente para iniciar esse processo contra a miséria e a desigualdade   Os assassinatos se sucedem nas ruas do Rio de...
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Autoritarismo midiático | Vera Magalhães

10/04/2017 12:48
Autoritarismo midiático | Vera Magalhães - O Estado de S. Paulo   O que Wyllys e Holiday têm em comum além de serem famosos? São autoritários   Dois personagens de campos opostos no espectro ideológico, mas com características bastante semelhantes tanto no modo como se...
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Adeus à razão | Hélio Schwartsman

10/04/2017 12:42
Adeus à razão | Hélio Schwartsman - Folha de S. Paulo   Se não é um livro excepcional, ele é ao menos muito bom e incrivelmente oportuno. Falo de "The Death of Expertise" (a morte da expertise), de Tom Nichols. O autor, um sovietólogo levemente conservador (é republicano, mas fez...
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História recente na ABL | Merval Pereira

10/04/2017 12:09
História recente na ABL | Merval Pereira - O Globo   As diversas variantes da história recente da política brasileira encontraram-se na noite de sexta-feira na posse do economista Edmar Bacha na Academia Brasileira de Letras. Recebido pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso,...
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Quem perdeu? | Luiz Carlos Azedo

10/04/2017 12:06
Quem perdeu? | Luiz Carlos Azedo - Correio Braziliense   O governo e a oposição, o Congresso e os partidos políticos, talvez boa parte dos governos estaduais, caíram no descrédito popular   A geração de políticos formada na Segunda República (1945-1964) foi derrotada pela...
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Futuro negado | Míriam Leitão - O Globo

10/04/2017 10:15
Futuro negado | Míriam Leitão - O Globo   “Hoje é sábado, 13 de março. São 11 horas da manhã. Acabei de falar com o Lula, uma conversa telefônica muito boa, muito tranquila. Eu liguei para ele”. Era 1999 e quem falava ao gravador era o então presidente Fernando Henrique. O país...
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A mãe das reformas | Antonio Herman Benjamin

10/04/2017 10:12
A mãe das reformas | Antonio Herman Benjamin - Folha de S. Paulo   O momento atual do Brasil preocupa a todos. Será lastimável, contudo, se perdermos de vista as oportunidades de avanço que se abrem diante de nós.   As crises -e já sobrevivemos a incontáveis no Império e na...
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Precisamos falar de mais impostos | Torres Freire

10/04/2017 09:31
Precisamos falar de mais impostos | Vinicius Torres Freire - Folha de S. Paulo   O próximo presidente vai chegar ao segundo ano do mandato, 2020, com as contas no vermelho. Além do mais, mesmo com reforma, a despesa da Previdência comerá parte crescente do Orçamento. Para piorar, a...
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Como desatar o nó(1)? | Sérgio Besserman Vianna

10/04/2017 09:29
Como desatar o nó(1)? | Sérgio Besserman Vianna - O Globo   Está claro que o sistema de poder, e todas as instituições dessa República, estão nus   ‘A resposta é a infelicidade da pergunta” ( André Green ), não custa repetir. Comecemos, então, deixando bem claro de que...
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Reformas são mais do que mudanças de regras

09/04/2017 22:29
Reformas são mais do que mudanças de regras | *Sergio Fausto - O Estado de S. Paulo   Persuasão da sociedade é a chave para mudar mentalidades e comportamentos   Tornou-se clichê dizer que o Brasil precisa de reformas. E é verdade. Habitualmente tomamos reformas como...
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Somos? | Merval Pereira - O Globo

09/04/2017 22:24
Somos? | Merval Pereira - O Globo   A bem da verdade, não é apenas o senador Renan Calheiros que está se movimentando no cenário político de olho na eleição do ano que vem, cuidando do próprio umbigo, sem levar em conta os interesses do país. Ele é apenas o mais espalhafatoso dos...
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Erros na Previdência | João Domingos

09/04/2017 14:48
Erros na Previdência | João Domingos - O Estado de S. Paulo   O destino de toda crise política será o colo do presidente Michel Temer   Reforma da Previdência é um Deus nos acuda, em qualquer país do mundo. Ela mexe com direitos do cidadão. Quem é que quer perder direitos?...
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Marshmallow e Previdência | Hélio Schwartsman

09/04/2017 14:46
"Marshmallow" e Previdência | Hélio Schwartsman - Folha de S. Paulo   Um bom preditor de sucesso na vida é a capacidade de, na infância, exercer o autocontrole e trocar a gratificação imediata por uma recompensa maior no futuro.   Essa noção é ilustrada pela célebre...
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Começo difícil | Míriam Leitão - O Globo

09/04/2017 10:50
Começo difícil | Míriam Leitão - O Globo   O primeiro trimestre chegou ao fim gerando um sentimento de frustração em vários empresários do país. Havia expectativa de uma recuperação mais forte no início do ano, com o crescimento do agronegócio alavancando outros setores. As...
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A vanguarda do atraso – Sérgio C. Buarque

09/04/2017 10:28
A vanguarda do atraso – Sérgio C. Buarque - Revista Será?   Conservador é quem rejeita mudanças, indicando que está satisfeito com a situação e que imagina possível manter as regras atuais no futuro, embora sejam evidentes os sinais de reestruturações econômicas e sociais. Quem é...
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O leão fugirá? | Julianna Sofia

09/04/2017 10:23
O leão fugirá? | Julianna Sofia - Folha de S. Paulo   Algumas horas antes de entrar no plenário do TSE na última terça-feira (4), o ministro-relator da ação que pede a cassação da chapa Dilma-Temer, Herman Benjamin, pintava-se para a guerra.   Na bolsa de apostas do mundo...
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As fanfarrices de Lula - Editorial

09/04/2017 02:10
As fanfarrices de Lula Por Carlos José Marques - Carlos José Marques é diretor editorial da Editora Três   O ex-presidente Lula agora faz proselitismo em horário nobre de TV. Diz que a economia piorou depois que o PT saiu do poder e que tudo pode voltar às mil maravilhas – se o...
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Anuário 2017 revela os dados da Igreja no mundo

09/04/2017 00:22
Anuário Pontifício 2017 revela os dados da Igreja no mundo Cidade do Vaticano (RV) - O Anuário Pontifício 2017 e o Anuarium Statisticum Ecclesiae 2015, cuja redação esteve sob a responsabilidade do Departamento Central de Estatística da Igreja foi distribuídos nestes dias nas livrarias. O...
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Mudança no jogo | Adriana Fernandes

09/04/2017 00:17
Mudança no jogo | Adriana Fernandes  O Estado de S. Paulo   Se o Planalto estava até agora com o livro da planilha de votos para a reforma da Previdência totalmente em branco, vai ter de correr para preencher as lacunas   A publicação do Placar da Previdência do Grupo...
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Trump e a guerra | Demétrio Magnoli

08/04/2017 18:22
Trump e a guerra | Demétrio Magnoli  Folha de S. Paulo   Na Síria, Trump causa sofrimento; na Coreia do Norte, ameaça segurança mundial   O livro preferido de Trump, "depois da Bíblia", é "A Arte do Acordo", de Donald Trump –hum, bem, de fato, do jornalista Tony...
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Venezuela golpeada | Roberto Freire

08/04/2017 18:11
Venezuela golpeada | Roberto Freire - Diário do Poder   Todos aqueles verdadeiramente compromissados com a defesa da democracia, da pluralidade e da liberdade vêm acompanhando com muita preocupação o desenrolar da gravíssima crise política e social pela qual passa a Venezuela....
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Perguntas da rua | *Fernando Gabeira

08/04/2017 17:01
Perguntas da rua | *Fernando Gabeira - O Estado de S. Paulo   Como sair desta maré? Existe um caminho possível, mas apenas a esperança nada resolve   Numa entrevista de TV com a escritora norte-americana Sarah Chayes, estudiosa da corrupção e autora do livro 'Ladrões do...
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A Reforma Política, Tiririca e o futuro

08/04/2017 16:51
A Reforma Política, Tiririca e o futuro | Murillo de Aragão Blog do Noblat   Certos temas enjoam. Especialmente depois que se escreve um livro a respeito. No entanto, a Reforma Política vive me perseguindo e obrigando a alguma posicionamento. Digo que, de certa forma, a Reforma...
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A linha divisória | César Felício

08/04/2017 15:25
A linha divisória | César Felício  Valor Econômico   Temer provavelmente cederá mais   Uma frase atribuída a Getúlio Vargas definia a política como a arte de ser obrigado a fazer o que se quer. É a lógica que no universo da negociação justifica a colocação de bodes na...
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Mulheres serão atendidas | Merval Pereira

08/04/2017 15:18
Mulheres serão atendidas | Merval Pereira - O Globo   O governo deve aceitar incluir a diferenciação da idade mínima para homens e mulheres na reforma da Previdência. Mas admite, no máximo, diferença de três anos, sendo 62 para as mulheres. O governo Michel Temer ainda não terminou...
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Desafios da democracia na América Latina

08/04/2017 14:15
Desafios da democracia na América Latina | Fernando Abrucio Eu & Fim de Semana | Valor Econômico   Os episódios recentes envolvendo a Venezuela e o Paraguai, ambos verdadeiros golpes nas regras democráticas, revelam sinais de esgarçamento do processo de democratização da região,...
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Capitalismos imaginativos | José de Souza

08/04/2017 14:09
Capitalismos imaginativos | José de Souza Martins Eu & Fim de Semana | Valor Econômico   A multidão cansada começava a subir a avenida Rebouças, em São Paulo, em direção à avenida Paulista para uma manifestação pela moradia. Na frente e atrás do cortejo, agrupamentos da Polícia...
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Artigo: O PP é o fiel da balança ?

08/04/2017 13:08
O PP é o fiel da balança ? Por Josenildo Melo   O Partido Progressista é atualmente o partido mais forte em termos de poderio junto ao governo federal; isto é fato. Por mais que muitos tentem ignorar isso; esta é a verdade dos fatos e acontecimentos. A política brasileira sobretudo...
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Lulismo precisa ser derrotado nas urnas

08/04/2017 10:09
LULISMO PRECISA SER DERROTADO NAS URNAS, DIZ SOCIÓLOGO DE ESQUERDA Demétrio Magnoli escreve em sua coluna de hoje na Gazeta do Povo que o juiz Sergio Moro não deveria correr com o processo contra o ex-presidente Lula, pois o melhor para o país seria o lulismo ser derrotado nas urnas. Ainda...
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STF libera candidatura de Maia à reeleição

02/02/2017 11:25
STF libera candidatura de Maia à reeleição Supremo nega quatro pedidos para barrar candidatura de Maia   • Celso de Mello, decano da Corte, rejeita pedidos de liminares para barrar a candidatura do presidente da Casa; deputado do DEM é favorito e tem apoio do...
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Família autoriza doação dos órgãos de Marisa Letícia

02/02/2017 11:07
Família autoriza doação dos órgãos de Marisa Letícia A ex-primeira dama Marisa Letícia Lula da Silva, esposa e companheira do ex-presidente, durante o Encontro das mulheres e militantes com Lula, na Casa de Portugal do Grande ABC em Santo André (SP) (Leonardo Benassatto/Futura...
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Eunício Oliveira é eleito presidente do Senado

01/02/2017 20:15
Eunício Oliveira é eleito presidente do Senado   Peemedebista recebeu 61 votos, contra 10 do seu único adversário, José Medeiros. Novo presidente foi citado em delação da Odebrecht   Por Da redação - Site da Revista Veja O novo presidente do Senado, Eunício Oliveira...
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Eunício deve ser eleito hoje no Senado - Estadão

01/02/2017 13:29
Eunício deve ser eleito hoje no Senado • Com apoio da base e da oposição, senador do PMDB é defensor da agenda de reformas do governo Michel Temer, de quem se diz amigo   Ricardo Brito | O Estado de S.Paulo   BRASÍLIA - Num contraponto à tensa disputa ao comando da Câmara,...
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Artigo: A grande jogada de mestre ?

01/02/2017 11:40
A grande jogada de mestre ? Por Josenildo Melo   Em se concretizando hoje a filiação de um grande nome da política piauiense; o grande mestre coloca no tabuleiro do xadrez político a concretização de um sonho em prol do Estado do Piauí. E não está errado? Afinal quem é o grande...
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Resposta ao desemprego - Míriam Leitão

01/02/2017 11:22
Resposta ao desemprego - Míriam Leitão - O Globo   O principal problema da economia brasileira hoje é o desemprego. Ele é o fruto mais amargo da grave crise na qual o país entrou por má condução da política econômica. Foi o governo Dilma que jogou o emprego nesta queda livre, mas o...
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Cármen Lúcia quer sortear relatoria da Lava Jato

31/01/2017 11:57
Cármen Lúcia quer sortear relatoria da Lava Jato entre cinco Novo relator decidirá sobre sigilo de delação da Odebrecht   • Nome deve ser escolhido entre os integrantes da 2ª Turma do tribunal   Letícia Casado, Valdo Cruz | Folha de S. Paulo   BRASÍLIA - Após a...
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Supremo homologa delação da Odebrecht - Estadão

31/01/2017 11:47
Supremo homologa delação da Odebrecht, mas mantém sigilo Ministra Carmen Lúcia homologa as 77 delações da Odebrecht   • Presidente do STF, contudo, decidiu manter o sigilo dos depoimentos dos executivos e ex-executivos da empresa   Breno Pires e Rafael Moraes Moura | O...
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Estatais do Rio, MG e RS valem R$ 34 bilhões

30/01/2017 12:14
Estatais do Rio, MG e RS valem R$ 34 bilhões Por Rodrigo Carro | Valor Econômico   RIO - Se privatizarem todas as suas estatais, os Estados do Rio de Janeiro, Minas Gerais e Rio Grande do Sul conseguirão abater quase 50% de sua dívida com a União. Levantamento feito pela agência de...
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Sinais para a sociedade - Merval Pereira

29/01/2017 13:24
Sinais para a sociedade - Merval Pereira - O Globo   Homologar delações da Odebrecht será bom sinal. Caso a presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Cármen Lúcia, a “lucidade senhora” nas palavras do músico Tom Zé, homologue as delações dos 77 executivos da Odebrecht, ou pelo...
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Consumo puxa economia e faz disparar ações do varejo
Por Juliana Machado | Valor Econômico
 
SÃO PAULO - No momento em que a bolsa de valores brasileira ganha impulso e o Ibovespa rompe níveis históricos, ações de companhias de varejo básico e consumo de eletrodomésticos, vestuário e alimentação proporcionam ganhos extraordinários a seus acionistas. Em movimento coerente com a dinâmica de recuperação da economia, puxada pelo consumo, os papéis dessas empresas tiveram neste ano alta muito superior aos 23,76% do Ibovespa. Magazine Luiza, por exemplo, subiu 423%, Guararapes, 130% e Arezzo, 125%. Outros bons exemplos são Hering, Via Varejo, B2W, Renner e Pão de Açúcar.
 
A queda dos juros e a retomada gradual do crescimento econômico compõem a equação que provocou a recente recuperação da bolsa e mantém boas perspectivas para essas ações. Para analistas ouvidos pelo Valor, a retomada beneficia primeiramente empresas que atendem o consumo de menor valor, menos dependente do crédito e que tira proveito da melhora da renda real provocada pela queda da inflação.
 
A leitura é de que muitos consumidores só vão conseguir trocar de carro dentro de um ano e comprar um apartamento em 2019, mas já começam a adquirir eletrodomésticos e roupas.
 
Especialistas consideram que muitos desses papéis de empresas de varejo ainda têm espaço para ganhos. Ricardo Peretti, da Santander Corretora, chama a atenção para o fato de que há algumas empresas com cotações ainda relativamente baratas, como Americanas, Hering e Carrefour, pelas quais o interesse do investidor pode ser maior.
 
Levantamento feito pelo Valor Data mostra que a receita dessas empresas teve uma clara recuperação nos últimos trimestres, desempenho que contrasta com companhias que reagem mais diretamente a investimentos, como bens de capital e siderurgia, ou das incorporadoras, que dependem da capacidade de endividamento de longo prazo do consumidor.
 
Ações ligadas a varejo disparam em meio à retomada do consumo
No momento em que a bolsa de valores brasileira ganha impulso e o Ibovespa rompe níveis históricos, ações de companhias de varejo básico e consumo discricionário - eletrodomésticos, vestuário e alimentação - ganham destaque. O movimento é coerente com a dinâmica de recuperação da economia, que vem sendo puxada pelo consumo, e não pelo investimento, o que faz com que essas empresas continuem no foco dos gestores, mesmo depois de valorizações expressivas nos últimos meses.
 
A queda da taxa de juros e a retomada, ainda que gradual, do crescimento econômico compõem a equação que provocou a recente recuperação da bolsa e mantém boas perspectivas para as ações. Mas, para analistas ouvidos pelo Valor, essa retomada beneficia primeiramente empresas que atendem ao consumo de menor valor, menos dependente do crédito e que tira proveito da melhora da renda real provocada pela queda da inflação.
 
A leitura é de que o consumidor só vai conseguir trocar de carro dentro de um ano e comprar um apartamento em 2019, mas já começa a gastar com eletrodomésticos ou roupas. Comportamento esse que beneficia empresas como Lojas Americanas, Lojas Renner, Natura e Pão de Açúcar, que fazem parte do Ibovespa. Mas também Marisa, Carrefour, Hering, Arezzo, Magazine Luiza e Guararapes, dona da Riachuelo.
 
Todas essas ações acumulam forte alta este ano, superando, inclusive, o Ibovespa, com valorização de 23,76% no período. O caso mais impressionante é o de Magazine Luiza, cuja ação avançou 422,6%. Entre outros exemplos emblemáticos, estão Guararapes, com alta de 130%, e Arezzo, cujo papel já subiu 124,6%.
 
Ainda assim, para especialistas, muitas dessas ações ainda têm espaço para ganhos adicionais. Em relatório de julho deste ano, o Bradesco BBI apontava trajetória crescente para a Magazine Luiza diante da perspectiva de resultados ainda fortes, ganho de participação de mercado e de rentabilidade.
 
Já Ricardo Peretti, da Santander Corretora, chama a atenção para o fato de que há algumas empresas relativamente mais atrasadas, pelas quais o interesse do investidor pode ser maior. Ele destaca Lojas Americanas, que acumula alta de 24,3% no ano - pouco acima do Ibovespa -, Hering (+98%) e Carrefour, que desde a estreia na bolsa, em 20 de julho, sobe 11,41%, abaixo do índice (14,78%).
 
Levantamento feito pelo Valor Data mostra que a receita líquida somada de 13 empresas ligadas ao varejo teve uma clara recuperação ao longos dos últimos trimestres, desempenho que contrasta com o de companhias que reagem mais diretamente a investimentos, de setores como bens de capital e siderurgia, ou das incorporadoras, que dependem da capacidade de endividamento de longo prazo do consumidor.
 
O bom desempenho está refletido nos dados divulgados ontem pelo IBGE, que confirmam que a recuperação do varejo observada no segundo trimestre tem continuidade. Em julho, as vendas ficaram 1,7% acima da média do segundo trimestre. Isso reforça que o setor continua sendo a principal força motriz para a retomada da atividade brasileira na segunda metade do ano, assim como aconteceu no semestre passado.
 
"Companhias e setores mais conectados com a economia, como consumo discricionário e bens de capital, podem contar com revisões para cima das estimativas de lucro por ação conforme o crescimento econômico seja incorporado aos preços", dizem os analistas do Bank of America Merrill Lynch (BofA) Felipe Hirai e Nicole Inui, em relatório. Eles explicam que a expectativa é que haja crescimento das receitas para o setor de varejo em 2017 e 2018, enquanto as vendas no conceito mesmas lojas, isto é, unidades abertas há pelo menos um ano, também devem registrar expansão de 6,2% este ano e 6,4% em 2018, ante 2,3% registrados em 2016.
 
Peretti, da Santander, confirma que o cenário macroeconômico - inflação baixa, juros em queda, crescimento do salário médio e redução do endividamento das famílias - dá suporte à perspectiva positiva para o consumo e para a própria atividade. "Varejistas são as primeiras a responder", afirma o analista. "Essa dinâmica é importante para todos os segmentos da economia, mas o tíquete médio é um pouco menor nas empresas de varejo, o que significa que a necessidade de crédito do setor é menor do que para os demais."
 
Para Ivo Chermont, economista-chefe da gestora Quantitas, o menor endividamento das famílias deve colaborar ainda mais para a renda disponível para gastos básicos e discricionários. "E isso vai melhorando à medida que os juros forem caindo", diz.
 
A ata do Copom confirmou que a Selic vai continuar em queda, ainda que em um ritmo mais lento. E a maior parte dos economistas acredita que a taxa possa fechar o ano em 7%, abaixo da mínima histórica, de 7,25%.
 
Analistas têm citado as incertezas políticas, que ganham intensidade com a aproximação da eleição presidencial, como um elemento de risco para a continuidade desse cenário favorável para atividade e, consequentemente, para o mercado de ações. Somente com a confirmação da continuidade da agenda de reformas depois de 2018 é que o investimento deve ganhar tração. "Para o crescimento [da economia e das empresas] ser sustentável, vale frisar que precisamos que os investimentos aumentem também. Para isso, além da menor taxa de juros, é fundamental a reorganização fiscal do Brasil. Se não conseguirmos isso, podemos voltar a andar para trás", pondera Chermont prisão, o que não tem respaldo na Constituição. O Senado tem que deliberar sobre isso — disse Gilmar, acrescentando: — Temos que evitar o populismo constitucional, institucional. Devemos nos balizar pela Constituição. Quando começamos a reescrever a Constituição, é preocupaPnte.A traição original- Editorial: O Estado de S. PauloMadri intervém e põe nas urnas destino da Catalunha – Editorial: Valor EconômicoFernando Henrique Cardoso*: Hora de decidirGoverno mostrou que não está imobilizado – Editorial: Valor Eco

 

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Nomeação infeliz – Editorial | Folha de S. Paulo
Em episódio que marcou os estertores do governo petista, a ex-presidente Dilma Rousseff anunciou a escolha de seu antecessor, Luiz Inácio Lula da Silva, para a chefia da Casa Civil.
 
Como ficou mais que evidente à época, tratava-se de manobra que tinha como um de seus objetivos garantir foro privilegiado ao ministro recém-nomeado, em cujo encalço estava a força-tarefa da Operação Lava Jato em Curitiba.
 
Eis que agora o Palácio do Planalto, sob o comando de Michel Temer (PMDB), decide conceder status ministerial a Moreira Franco, peemedebista citado ao menos 34 vezes em delação premiada de um ex-dirigente da construtora Odebrecht.
 
Há que se guardar, por óbvio, as proporções entre as circunstâncias, os personagens envolvidos e as consequências esperadas em um e outro caso. Mas o eventual sentido administrativo da medida de Temer permanece muito menos visível que o benefício concedido ao correligionário.
 
Moreira Franco é um dos auxiliares mais próximos ao presidente. Ocupava o cargo, estratégico para a política econômica, de secretário-executivo do Programa de Parceria em Investimentos (PPI), ao qual cabe desfazer os gargalos no setor de infraestrutura.
 
Assumirá a recriada Secretaria-Geral da Presidência, à qual estará subordinado o mesmo PPI, além das estruturas de comunicação, administração e cerimonial.
 
Sobre ele pesa a suspeita —que evidentemente ainda precisaria ser corroborada por provas— de ter auferido propinas, sob o codinome "Angorá", para fazer avançarem os interesses da empreiteira quando era ministro da Aviação Civil do governo Dilma.
 
Boas razões embasam o princípio do foro privilegiado —pelo qual ministros de Estado, entre outras autoridades de primeiro escalão, só podem ser processados e julgados pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Trata-se de uma proteção contra a litigância de má-fé por parte de inimigos políticos.
 
A garantia constitucional, entretanto, não pode se converter em atalho para a impunidade, o que muitas vezes ocorre devido ao acúmulo de processos que se arrastam no STF.
 
Como revelou uma pesquisa efetuada por este jornal, em novembro passado havia nada menos que 362 inquéritos e 84 ações envolvendo profissionais da política na corte.
 
Por ineficiência geral da Justiça e chicanas jurídicas dos interessados, o foro é visto com desconfiança pela opinião pública. Quaisquer que tenham sido seus propósitos, a nomeação infeliz anunciada por Michel Temer acaba por contribuir para essa imagem nega
 
 

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Celso Ming: São as incertezas, senhores
- O Estado de S.Paulo
 
O País está imerso em indefinições e isso ameaça, outra vez, empacar a vida econômica.
 
Uma dessas indefinições tem a ver com o tratamento a ser dado ao rombo crescente da Previdência Social (veja gráfico ao lado). Até quem pensa com apenas dois neurônios sabe que à frente há um abismo e, depois do abismo, o imponderável.
 
Ou sai imediatamente a reforma ou ficará mais perto o dia em que o Brasil inteiro se transformará num gigantesco Rio de Janeiro, onde os salários estão atrasados, o 13.º deste ano ficará para quando der e as aposentadorias, se chegarem, chegarão no pinga-pinga – e, obviamente, num cenário em que a bandidagem ganhará mais campo aberto.
 
O astral da economia tinha melhorado porque, embora lenta e insegura, a recuperação vinha dando bons sinais. Mas essa recuperação da confiança se baseia numa aposta: na de que pelo menos alguma coisa da reforma da Previdência viria antes das eleições. Não seria a virada definitiva do jogo hoje perdedor; seria apenas o primeiro passo de muitos que ainda terão de ser dados para reequilibrar as finanças da Previdência Social.
 
E foi com base nessa aposta que os investimentos reapareceram, que a Bolsa avançou em setembro e outubro e que outras aplicações de risco passaram a ser consideradas viáveis nos mercados, não só no financeiro.
 
Mas bastou que o presidente da República admitisse publicamente que a reforma poderia ficar para depois, para que fosse colocado em dúvida o sucesso da aposta sobre a qual se apoiou boa parte da retomada da confiança e para que o azedume se reinstalasse em todos os setores da economia.
 
Ainda há aqueles que não acreditam na aritmética. São os que se aferram a pretensos direitos adquiridos, aqueles para os quais pagamento de aposentadoria é cláusula pétrea. Não é, senhoras e senhores. Não há mais milagres da multiplicação dos pães e dos peixes. É a receita que define a despesa, e não o contrário. Nas condições atuais, não há pagamento futuro garantido de aposentadorias e pensões.
 
Quanto ao projeto de reforma da Previdência propriamente dita, estamos diante de duas hipóteses. Ou se aprova uma parcela das propostas em discussão, talvez apenas a imposição de idade mínima para aposentadoria; ou não se aprova nada. No primeiro caso, será um passo insuficiente para devolver a confiança no futuro das contas públicas, mas, pelo menos, será um passo na direção correta.
 
Se a reforma for rejeitada ou se o projeto continuar indefinidamente encalhado em Brasília, o risco de novo desastre será muito alto. O País ficará sujeito a aumento de impostos ou, simplesmente, ao calote da dívida pública, algo que, antes mesmo das agências de classificação de risco, o mercado financeiro se encarregará de prever.
 
Para quem tem um dinheiro aplicado no mercado financeiro, este cenário confuso imporá novas incertezas. A derrubada da inflação e dos juros empurra o aplicador para as opções de risco e, no entanto, diante desse céu exposto a turbulências, como se conformar com retorno cada vez mais baixo das aplicações financeiras?
 
Josenildo Nascimento Melo - Bacharel em Serviço Social - CRESS PI 1826 22ª Região
 
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Josenildo Nascimento Melo - Jornalista MTB DRT PI 01958 - Credenciado Vaticanista

 

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Jornalista Josenildo Melo

Teresina - Piauí - Brazil

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