Notícias

Míriam Leitão: Radiografia externa

27/01/2016 12:19
- O Globo Uma solitária notícia boa na economia brasileira vem do setor externo. A queda do déficit está sendo mais rápida do que se projetava. E isso, ainda que tenha como causas a alta do dólar e a recessão brasileira, tem o efeito positivo de ajudar a recuperação e diminuir o risco de uma crise...
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Dilma e o vírus zika – Editorial / O Estado de S. Paulo

27/01/2016 12:17
Não é difícil de perceber que o ministro da Saúde, deputado federal Marcelo Castro (PMDB-PI), é um pouco trapalhão com as palavras. Em menos de quatro meses no cargo, já acumulou inúmeras frases infelizes. Há males, no entanto, que vêm para bem. Sua recente declaração reconhecendo que o Brasil...
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Imobilismo diante de uma crise que se aprofunda – Editorial / O Globo

27/01/2016 12:16
• O ex- ministro Delfim Netto, em entrevista ao ‘ Valor’, prenunciauma ‘ tragédia’ se Dilma não assumir suas responsabilidades e encaminhar propostas de reformas   Mantidos os juros em 14,25%, como desejavam Planalto e PT, as projeções semanais dos departamentos de análise do mercado...
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Cristiano Romero: Banco Central: a falta que a autonomia faz

27/01/2016 09:16
• Tombini usou, em 2011, enredo idêntico para mudar política - Valor Econômico   Quanto mais o presidente do Banco Central (BC), Alexandre Tombini, tenta explicar a decisão de mudar subitamente o rumo da política de juros no último encontro do Comitê de Política Monetária (Copom), menos...
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Luiz Carlos Azedo: Dream Team

27/01/2016 09:11
• Dilma absolutiza a força do Estado e busca uma interlocução direta com os grandes grupos empresariais e setores organizados da sociedade sem a mediação dos partidos e do Congresso Correio Braziliense   Assim era chamada a histórica seleção de basquete dos Estados Unidos nas Olimpíadas de...
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Tem boi na linha e na polícia - VINICIUS TORRES FREIRE

27/01/2016 09:08
Folha de SP - 27/01 Parece inédito o número de grandes empresas brasileiras envolvidas em rolos medonhos e que estão sendo investigadas por policiais, promotores e procuradores. De qualquer modo, não há memória anedótica ou jornalística de que tantos rolos tenham parado simultaneamente na polícia...
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Dilma pode condicionar crédito a emprego

27/01/2016 08:29
Por Andrea Jubé e Leandra Peres – Valor Econômico   BRASÍLIA - O governo estuda exigir a geração de novos empregos como contrapartida às novas linhas de crédito destinadas a assegurar capital de giro às micro e pequenas empresas. As linhas de crédito devem somar R$ 50 bilhões e a forma como o...
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Não vejo distorção em transcrições de delações da Lava Jato, diz Janot

27/01/2016 08:27
Márcio Falcão – Folha de S. Paulo   BRASÍLIA - O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, rebateu nesta terça-feira (26) críticas feitas por advogados que atuam na Operação Lava Jato e disse que "não vê distorção" nas transcrições de depoimentos de delatores do esquema de corrupção da...
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Janot suspeitava que doações a Renan Calheiros disfarçavam propina

27/01/2016 08:26
Aguirre Talento – Folha de S. Paulo BRASÍLIA - O procurador-geral da República Rodrigo Janot suspeitava que doações eleitorais feitas ao PMDB de Alagoas e ao presidente do Senado Renan Calheiros (PMDB-AL) foram propina "sob a roupagem de doação oficial" ao pedir busca e apreensão na casa do...
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Se tudo vai mal, logo... - ROBERTO DAMATTA

27/01/2016 07:48
O GLOBO - 27/01 Roubar para ostentar é um ato falho do nosso inconsciente aristocrático A lógica nacional sempre foi sensata. Ela rezava assim: se tudo vai mal e, se o Brasil também vai mal, então tudo vai bem. Este princípio — hoje em suspeição — permeia o nosso pensamento. Está tão dentro de...
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Raymundo Costa: Impeachment trava o jogo e adia decisões

27/01/2016 07:43
• Média de apoio é suficiente para manter Dilma Valor Econômico, 26.01.2016   Governador do Espírito Santo, uma das poucas unidades da federação com as contas arrumadas, Paulo Hartung (PMDB) também está apreensivo com o aprofundamento da crise econômica e torce para a Câmara dos Deputados...
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STF sinaliza a governo não haver elementos para afastar Cunha

27/01/2016 07:41
Marina Dias – Folha de S. Paulo   BRASÍLIA - O governo da presidente Dilma Rousseff recebeu sinalização do STF (Supremo Tribunal Federal) de que hoje não há elementos para afastar o deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) da presidência da Câmara.   Segundo a Folha apurou, o portador da mensagem...
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Planalto avalia que oposição estámais forte em disputa do partido

27/01/2016 07:39
• Para o governo, Hugo Motta, nome de Cunha na briga pelo cargo de líder do PMDB, ganhou adesões à candidatura   Daiene Cardoso e R.B.- O Estado de S. Paulo   BRASÍLIA - O Palácio do Planalto já admite uma eventual vitória do deputado Hugo Motta (PMDB-PB), aliado do presidente da Câmara...
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PMDB cobra manutenção de Castro na Saúde e acusa PT de ‘fritar’ ministro

27/01/2016 07:37
Isadora Peron, Daniel Carvalho, Carla Araujo e Ricardo Brito - O Estado de S. Paulo   O PMDB saiu ontem em defesa do ministro da Saúde, Marcelo Castro, cujo desgaste tem se ampliado por causa das declarações polêmicas e do avanço das epidemias de dengue e de zika no País. O presidente da...
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Conselheiros oscilam entre a desconfiança e a conciliação

27/01/2016 07:35
• Membros temem que a presidente Dilma não escute as propostas   João Sorima Neto, Letícia Fernandes, Fernanda Krakovics, Maria Lima, Roberta Scrivano, Ruben Berta e Silvia Amorim - O Globo   - RIO, BRASÍLIA e SÃO PAULO - Com 90 nomes que vão de empresários a sindicalistas, passando por...
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Dilma vai defender união contra crise na reunião do Conselhão

27/01/2016 07:33
• Ministro da Fazenda anunciará medidas de curto prazo para tentar ‘ dividir responsabilidades’   Simone Iglesias, Júnia Gama e Martha Beck - O Globo   - BRASÍLIA- Antes de embarcar ontem para Quito, onde participaria da cúpula da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos, a...
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Luiz Carlos Azedo: Caixa dois e pé no barro

26/01/2016 11:44
• O modelo de financiamento adotado não é compatível com o sistema eleitoral vigente — as eleições proporcionais — devido ao número de candidatos e ao tamanho dos colégios eleitorais - Correio Braziliense   Há uma desorientação geral nos partidos políticos quanto ao financiamento das...
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Celso Ming: A volta do Conselhão

26/01/2016 11:40
• A escolha do governo de reconvocar o Conselhão parte do fato de estar isolado e com sua base política fragilizada; como se para baixar mais um pacote fosse preciso esse aparato - O Estado de S. Paulo   Nesta quinta-feira, o governo pretende retirar do baú o Conselhão, o Conselho de...
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Vinicius Torres Freire: Os debutantes de Dilma

26/01/2016 11:37
- Folha de S. Paulo A primeira reação dos porta-vozes do "mercado" à reviravolta do Banco Central na semana passada foi, como previsível, chutar para cima as previsões de inflação para este e para os próximos anos. Chutaram bem.   As reações ao desgoverno da economia não vão parar por aí, a...
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Cegueira e irresponsabilidade – Editorial / O Estado de S. Paulo

26/01/2016 11:29
O drama social e econômico causado pelo fechamento de 1,542 milhão de postos de trabalho no mercado formal no ano passado não parece suficiente para comover os integrantes do governo Dilma Rousseff nem para convencê-los da intensidade e extensão da crise provocada por seus erros e sua...
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Realiza- se o projeto de se equiparar Brasil à Venezuela – Editorial / O Globo

26/01/2016 11:27
• FMI responsabiliza os dois países pela recessão nos indicadores da América Latina, e assim une chavismo e lulopetismo, ideologias aparentadas   Com sólidos motivos, o Brasil se firma, na América Latina, como um dos casos mais graves na onda de desaceleração econômica que atinge a região....
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Bernardo Mello Franco: O ministro sincero

26/01/2016 10:34
Folha de S. Paulo O Brasil está "perdendo feio" a batalha para o Aedes aegypti. O diagnóstico foi feito ontem pelo ministro da Saúde, Marcelo Castro. A declaração irritou a presidente Dilma Rousseff, que o convocou para uma conversa a sós no Planalto.   A rigor, não houve novidade nas...
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Dívida pública tem alta recorde e chega a R$ 2,793 trilhões em 2015

26/01/2016 10:26
• Ritmo de crescimento da dívida foi quase três vezes maior do que o verificado em 2014; Tesouro diz que a dívida só vai começar a melhorar daqui a três anos   Lorenna Rodrigues, Adriana Fernandes, Bernardo Caram e Rachel Gamarski - O Estado de S. Paulo   Na esteira da alta de juros e da...
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Mercado piora projeção para inflação em 2016 e 2017

26/01/2016 10:23
Analistas ouvidos pelo BC também veem retração maior do PIB este ano   Gabriela Valente - O Globo - BRASÍLIA- Após o Banco Central ( BC) ter surpreendido o mercado financeiro na última quarta- feira, ao manter a taxa básica de juros ( Selic) inalterada em 14,25% ao ano, os especialistas...
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PMDB-RJ mantém aval a secretário de Paes

26/01/2016 10:21
• Jorge Picciani disse que Pedro Paulo, acusado de agredir ex-mulher, vai concorrer à prefeitura do Rio na eleição deste ano   Luciana Nunes Leal - O Estado de S. Paulo   O presidente do PMDB-RJ, Jorge Picciani, afirmou ontem que o secretário municipal de Coordenação de Governo, Pedro...
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Picciani ganha apoio de Newton Cardoso Jr e pressiona Planalto para que nomeie ministro

26/01/2016 10:17
• Atual líder da bancada do PMDB na Câmara quer o mineiro Mauro Lopes na Aviação Civil   Júnia Gama - O Globo   - BRASÍLIA- Em meio ao acirramento da disputa para o comando da bancada do PMDB, o grupo do atual líder Leonardo Picciani (PMDB- RJ) pretende resolver o mais breve possível a...
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Ministro da Saúde acumula falas polêmicas e se desgasta

26/01/2016 10:15
Natália Cancian – Folha de S. Paulo   BRASÍLIA - Na guerra contra o "danado" do mosquito Aedes aegypti, que "é tímido, mas gosta das extremidades", as mulheres se protegem menos que os homens, porque "ficam com as pernas de fora". "E quando usam calça, usam sandália".   As expressões...
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Após reunião com Lula, Delfim sugere que Dilma vá ao Congresso

26/01/2016 10:13
• Ex- ministro da Fazenda propõe quatro reformas para evitar o ‘ caos’ Mariana Sanches, Thiago Herdye Maria Lima - O Globo   - SÃO PAULO e BRASÍLIA- O ex-ministro e ex-deputado Antonio Delfim Netto defendeu que a presidente Dilma Rousseff apresente em 2 de fevereiro projetos de reforma...
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Zika amplia desgaste de ministro do PMDB no Planalto

26/01/2016 07:40
• Por causa de frases polêmicas e do avanço da epidemia, atuação de Marcelo Castro já desagrada a Dilma Rousseff; ele assumiu o cargo na mais recente reforma ministerial com objetivo de ampliar o espaço dos peemedebistas contrários ao impeachment Tânia Monteiro e Daniel Carvalho - O Estado de S....
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Carvalho admite contato com lobista para edição de MP

26/01/2016 07:38
• Ex-ministro do Governo Dilma admitiu que Mauro Marcondes, réu da Zelotes, o procurou demonstrando interesse na medida 627/2012 que prorrogaria incentivos fiscais para montadoras de veículos   Por Andreza Matais, Fábio Fabrini e Beatriz Bula – O Estado de S. Paulo   O ex-ministro...
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STF libera candidatura de Maia à reeleição

02/02/2017 11:25
STF libera candidatura de Maia à reeleição Supremo nega quatro pedidos para barrar candidatura de Maia   • Celso de Mello, decano da Corte, rejeita pedidos de liminares para barrar a candidatura do presidente da Casa; deputado do DEM é favorito e tem apoio do...
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Família autoriza doação dos órgãos de Marisa Letícia

02/02/2017 11:07
Família autoriza doação dos órgãos de Marisa Letícia A ex-primeira dama Marisa Letícia Lula da Silva, esposa e companheira do ex-presidente, durante o Encontro das mulheres e militantes com Lula, na Casa de Portugal do Grande ABC em Santo André (SP) (Leonardo Benassatto/Futura...
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Eunício Oliveira é eleito presidente do Senado

01/02/2017 20:15
Eunício Oliveira é eleito presidente do Senado   Peemedebista recebeu 61 votos, contra 10 do seu único adversário, José Medeiros. Novo presidente foi citado em delação da Odebrecht   Por Da redação - Site da Revista Veja O novo presidente do Senado, Eunício Oliveira...
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Eunício deve ser eleito hoje no Senado - Estadão

01/02/2017 13:29
Eunício deve ser eleito hoje no Senado • Com apoio da base e da oposição, senador do PMDB é defensor da agenda de reformas do governo Michel Temer, de quem se diz amigo   Ricardo Brito | O Estado de S.Paulo   BRASÍLIA - Num contraponto à tensa disputa ao comando da Câmara,...
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Artigo: A grande jogada de mestre ?

01/02/2017 11:40
A grande jogada de mestre ? Por Josenildo Melo   Em se concretizando hoje a filiação de um grande nome da política piauiense; o grande mestre coloca no tabuleiro do xadrez político a concretização de um sonho em prol do Estado do Piauí. E não está errado? Afinal quem é o grande...
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Resposta ao desemprego - Míriam Leitão

01/02/2017 11:22
Resposta ao desemprego - Míriam Leitão - O Globo   O principal problema da economia brasileira hoje é o desemprego. Ele é o fruto mais amargo da grave crise na qual o país entrou por má condução da política econômica. Foi o governo Dilma que jogou o emprego nesta queda livre, mas o...
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Cármen Lúcia quer sortear relatoria da Lava Jato

31/01/2017 11:57
Cármen Lúcia quer sortear relatoria da Lava Jato entre cinco Novo relator decidirá sobre sigilo de delação da Odebrecht   • Nome deve ser escolhido entre os integrantes da 2ª Turma do tribunal   Letícia Casado, Valdo Cruz | Folha de S. Paulo   BRASÍLIA - Após a...
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Supremo homologa delação da Odebrecht - Estadão

31/01/2017 11:47
Supremo homologa delação da Odebrecht, mas mantém sigilo Ministra Carmen Lúcia homologa as 77 delações da Odebrecht   • Presidente do STF, contudo, decidiu manter o sigilo dos depoimentos dos executivos e ex-executivos da empresa   Breno Pires e Rafael Moraes Moura | O...
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Estatais do Rio, MG e RS valem R$ 34 bilhões

30/01/2017 12:14
Estatais do Rio, MG e RS valem R$ 34 bilhões Por Rodrigo Carro | Valor Econômico   RIO - Se privatizarem todas as suas estatais, os Estados do Rio de Janeiro, Minas Gerais e Rio Grande do Sul conseguirão abater quase 50% de sua dívida com a União. Levantamento feito pela agência de...
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Sinais para a sociedade - Merval Pereira

29/01/2017 13:24
Sinais para a sociedade - Merval Pereira - O Globo   Homologar delações da Odebrecht será bom sinal. Caso a presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Cármen Lúcia, a “lucidade senhora” nas palavras do músico Tom Zé, homologue as delações dos 77 executivos da Odebrecht, ou pelo...
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Consumo puxa economia e faz disparar ações do varejo
Por Juliana Machado | Valor Econômico
 
SÃO PAULO - No momento em que a bolsa de valores brasileira ganha impulso e o Ibovespa rompe níveis históricos, ações de companhias de varejo básico e consumo de eletrodomésticos, vestuário e alimentação proporcionam ganhos extraordinários a seus acionistas. Em movimento coerente com a dinâmica de recuperação da economia, puxada pelo consumo, os papéis dessas empresas tiveram neste ano alta muito superior aos 23,76% do Ibovespa. Magazine Luiza, por exemplo, subiu 423%, Guararapes, 130% e Arezzo, 125%. Outros bons exemplos são Hering, Via Varejo, B2W, Renner e Pão de Açúcar.
 
A queda dos juros e a retomada gradual do crescimento econômico compõem a equação que provocou a recente recuperação da bolsa e mantém boas perspectivas para essas ações. Para analistas ouvidos pelo Valor, a retomada beneficia primeiramente empresas que atendem o consumo de menor valor, menos dependente do crédito e que tira proveito da melhora da renda real provocada pela queda da inflação.
 
A leitura é de que muitos consumidores só vão conseguir trocar de carro dentro de um ano e comprar um apartamento em 2019, mas já começam a adquirir eletrodomésticos e roupas.
 
Especialistas consideram que muitos desses papéis de empresas de varejo ainda têm espaço para ganhos. Ricardo Peretti, da Santander Corretora, chama a atenção para o fato de que há algumas empresas com cotações ainda relativamente baratas, como Americanas, Hering e Carrefour, pelas quais o interesse do investidor pode ser maior.
 
Levantamento feito pelo Valor Data mostra que a receita dessas empresas teve uma clara recuperação nos últimos trimestres, desempenho que contrasta com companhias que reagem mais diretamente a investimentos, como bens de capital e siderurgia, ou das incorporadoras, que dependem da capacidade de endividamento de longo prazo do consumidor.
 
Ações ligadas a varejo disparam em meio à retomada do consumo
No momento em que a bolsa de valores brasileira ganha impulso e o Ibovespa rompe níveis históricos, ações de companhias de varejo básico e consumo discricionário - eletrodomésticos, vestuário e alimentação - ganham destaque. O movimento é coerente com a dinâmica de recuperação da economia, que vem sendo puxada pelo consumo, e não pelo investimento, o que faz com que essas empresas continuem no foco dos gestores, mesmo depois de valorizações expressivas nos últimos meses.
 
A queda da taxa de juros e a retomada, ainda que gradual, do crescimento econômico compõem a equação que provocou a recente recuperação da bolsa e mantém boas perspectivas para as ações. Mas, para analistas ouvidos pelo Valor, essa retomada beneficia primeiramente empresas que atendem ao consumo de menor valor, menos dependente do crédito e que tira proveito da melhora da renda real provocada pela queda da inflação.
 
A leitura é de que o consumidor só vai conseguir trocar de carro dentro de um ano e comprar um apartamento em 2019, mas já começa a gastar com eletrodomésticos ou roupas. Comportamento esse que beneficia empresas como Lojas Americanas, Lojas Renner, Natura e Pão de Açúcar, que fazem parte do Ibovespa. Mas também Marisa, Carrefour, Hering, Arezzo, Magazine Luiza e Guararapes, dona da Riachuelo.
 
Todas essas ações acumulam forte alta este ano, superando, inclusive, o Ibovespa, com valorização de 23,76% no período. O caso mais impressionante é o de Magazine Luiza, cuja ação avançou 422,6%. Entre outros exemplos emblemáticos, estão Guararapes, com alta de 130%, e Arezzo, cujo papel já subiu 124,6%.
 
Ainda assim, para especialistas, muitas dessas ações ainda têm espaço para ganhos adicionais. Em relatório de julho deste ano, o Bradesco BBI apontava trajetória crescente para a Magazine Luiza diante da perspectiva de resultados ainda fortes, ganho de participação de mercado e de rentabilidade.
 
Já Ricardo Peretti, da Santander Corretora, chama a atenção para o fato de que há algumas empresas relativamente mais atrasadas, pelas quais o interesse do investidor pode ser maior. Ele destaca Lojas Americanas, que acumula alta de 24,3% no ano - pouco acima do Ibovespa -, Hering (+98%) e Carrefour, que desde a estreia na bolsa, em 20 de julho, sobe 11,41%, abaixo do índice (14,78%).
 
Levantamento feito pelo Valor Data mostra que a receita líquida somada de 13 empresas ligadas ao varejo teve uma clara recuperação ao longos dos últimos trimestres, desempenho que contrasta com o de companhias que reagem mais diretamente a investimentos, de setores como bens de capital e siderurgia, ou das incorporadoras, que dependem da capacidade de endividamento de longo prazo do consumidor.
 
O bom desempenho está refletido nos dados divulgados ontem pelo IBGE, que confirmam que a recuperação do varejo observada no segundo trimestre tem continuidade. Em julho, as vendas ficaram 1,7% acima da média do segundo trimestre. Isso reforça que o setor continua sendo a principal força motriz para a retomada da atividade brasileira na segunda metade do ano, assim como aconteceu no semestre passado.
 
"Companhias e setores mais conectados com a economia, como consumo discricionário e bens de capital, podem contar com revisões para cima das estimativas de lucro por ação conforme o crescimento econômico seja incorporado aos preços", dizem os analistas do Bank of America Merrill Lynch (BofA) Felipe Hirai e Nicole Inui, em relatório. Eles explicam que a expectativa é que haja crescimento das receitas para o setor de varejo em 2017 e 2018, enquanto as vendas no conceito mesmas lojas, isto é, unidades abertas há pelo menos um ano, também devem registrar expansão de 6,2% este ano e 6,4% em 2018, ante 2,3% registrados em 2016.
 
Peretti, da Santander, confirma que o cenário macroeconômico - inflação baixa, juros em queda, crescimento do salário médio e redução do endividamento das famílias - dá suporte à perspectiva positiva para o consumo e para a própria atividade. "Varejistas são as primeiras a responder", afirma o analista. "Essa dinâmica é importante para todos os segmentos da economia, mas o tíquete médio é um pouco menor nas empresas de varejo, o que significa que a necessidade de crédito do setor é menor do que para os demais."
 
Para Ivo Chermont, economista-chefe da gestora Quantitas, o menor endividamento das famílias deve colaborar ainda mais para a renda disponível para gastos básicos e discricionários. "E isso vai melhorando à medida que os juros forem caindo", diz.
 
A ata do Copom confirmou que a Selic vai continuar em queda, ainda que em um ritmo mais lento. E a maior parte dos economistas acredita que a taxa possa fechar o ano em 7%, abaixo da mínima histórica, de 7,25%.
 
Analistas têm citado as incertezas políticas, que ganham intensidade com a aproximação da eleição presidencial, como um elemento de risco para a continuidade desse cenário favorável para atividade e, consequentemente, para o mercado de ações. Somente com a confirmação da continuidade da agenda de reformas depois de 2018 é que o investimento deve ganhar tração. "Para o crescimento [da economia e das empresas] ser sustentável, vale frisar que precisamos que os investimentos aumentem também. Para isso, além da menor taxa de juros, é fundamental a reorganização fiscal do Brasil. Se não conseguirmos isso, podemos voltar a andar para trás", pondera Chermont prisão, o que não tem respaldo na Constituição. O Senado tem que deliberar sobre isso — disse Gilmar, acrescentando: — Temos que evitar o populismo constitucional, institucional. Devemos nos balizar pela Constituição. Quando começamos a reescrever a Constituição, é preocupaPnte.A traição original- Editorial: O Estado de S. PauloMadri intervém e põe nas urnas destino da Catalunha – Editorial: Valor EconômicoFernando Henrique Cardoso*: Hora de decidirGoverno mostrou que não está imobilizado – Editorial: Valor Eco

 

 
Nomeação infeliz – Editorial | Folha de S. Paulo
Em episódio que marcou os estertores do governo petista, a ex-presidente Dilma Rousseff anunciou a escolha de seu antecessor, Luiz Inácio Lula da Silva, para a chefia da Casa Civil.
 
Como ficou mais que evidente à época, tratava-se de manobra que tinha como um de seus objetivos garantir foro privilegiado ao ministro recém-nomeado, em cujo encalço estava a força-tarefa da Operação Lava Jato em Curitiba.
 
Eis que agora o Palácio do Planalto, sob o comando de Michel Temer (PMDB), decide conceder status ministerial a Moreira Franco, peemedebista citado ao menos 34 vezes em delação premiada de um ex-dirigente da construtora Odebrecht.
 
Há que se guardar, por óbvio, as proporções entre as circunstâncias, os personagens envolvidos e as consequências esperadas em um e outro caso. Mas o eventual sentido administrativo da medida de Temer permanece muito menos visível que o benefício concedido ao correligionário.
 
Moreira Franco é um dos auxiliares mais próximos ao presidente. Ocupava o cargo, estratégico para a política econômica, de secretário-executivo do Programa de Parceria em Investimentos (PPI), ao qual cabe desfazer os gargalos no setor de infraestrutura.
 
Assumirá a recriada Secretaria-Geral da Presidência, à qual estará subordinado o mesmo PPI, além das estruturas de comunicação, administração e cerimonial.
 
Sobre ele pesa a suspeita —que evidentemente ainda precisaria ser corroborada por provas— de ter auferido propinas, sob o codinome "Angorá", para fazer avançarem os interesses da empreiteira quando era ministro da Aviação Civil do governo Dilma.
 
Boas razões embasam o princípio do foro privilegiado —pelo qual ministros de Estado, entre outras autoridades de primeiro escalão, só podem ser processados e julgados pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Trata-se de uma proteção contra a litigância de má-fé por parte de inimigos políticos.
 
A garantia constitucional, entretanto, não pode se converter em atalho para a impunidade, o que muitas vezes ocorre devido ao acúmulo de processos que se arrastam no STF.
 
Como revelou uma pesquisa efetuada por este jornal, em novembro passado havia nada menos que 362 inquéritos e 84 ações envolvendo profissionais da política na corte.
 
Por ineficiência geral da Justiça e chicanas jurídicas dos interessados, o foro é visto com desconfiança pela opinião pública. Quaisquer que tenham sido seus propósitos, a nomeação infeliz anunciada por Michel Temer acaba por contribuir para essa imagem nega
 
 

Celso Ming: São as incertezas, senhores
- O Estado de S.Paulo
 
O País está imerso em indefinições e isso ameaça, outra vez, empacar a vida econômica.
 
Uma dessas indefinições tem a ver com o tratamento a ser dado ao rombo crescente da Previdência Social (veja gráfico ao lado). Até quem pensa com apenas dois neurônios sabe que à frente há um abismo e, depois do abismo, o imponderável.
 
Ou sai imediatamente a reforma ou ficará mais perto o dia em que o Brasil inteiro se transformará num gigantesco Rio de Janeiro, onde os salários estão atrasados, o 13.º deste ano ficará para quando der e as aposentadorias, se chegarem, chegarão no pinga-pinga – e, obviamente, num cenário em que a bandidagem ganhará mais campo aberto.
 
O astral da economia tinha melhorado porque, embora lenta e insegura, a recuperação vinha dando bons sinais. Mas essa recuperação da confiança se baseia numa aposta: na de que pelo menos alguma coisa da reforma da Previdência viria antes das eleições. Não seria a virada definitiva do jogo hoje perdedor; seria apenas o primeiro passo de muitos que ainda terão de ser dados para reequilibrar as finanças da Previdência Social.
 
E foi com base nessa aposta que os investimentos reapareceram, que a Bolsa avançou em setembro e outubro e que outras aplicações de risco passaram a ser consideradas viáveis nos mercados, não só no financeiro.
 
Mas bastou que o presidente da República admitisse publicamente que a reforma poderia ficar para depois, para que fosse colocado em dúvida o sucesso da aposta sobre a qual se apoiou boa parte da retomada da confiança e para que o azedume se reinstalasse em todos os setores da economia.
 
Ainda há aqueles que não acreditam na aritmética. São os que se aferram a pretensos direitos adquiridos, aqueles para os quais pagamento de aposentadoria é cláusula pétrea. Não é, senhoras e senhores. Não há mais milagres da multiplicação dos pães e dos peixes. É a receita que define a despesa, e não o contrário. Nas condições atuais, não há pagamento futuro garantido de aposentadorias e pensões.
 
Quanto ao projeto de reforma da Previdência propriamente dita, estamos diante de duas hipóteses. Ou se aprova uma parcela das propostas em discussão, talvez apenas a imposição de idade mínima para aposentadoria; ou não se aprova nada. No primeiro caso, será um passo insuficiente para devolver a confiança no futuro das contas públicas, mas, pelo menos, será um passo na direção correta.
 
Se a reforma for rejeitada ou se o projeto continuar indefinidamente encalhado em Brasília, o risco de novo desastre será muito alto. O País ficará sujeito a aumento de impostos ou, simplesmente, ao calote da dívida pública, algo que, antes mesmo das agências de classificação de risco, o mercado financeiro se encarregará de prever.
 
Para quem tem um dinheiro aplicado no mercado financeiro, este cenário confuso imporá novas incertezas. A derrubada da inflação e dos juros empurra o aplicador para as opções de risco e, no entanto, diante desse céu exposto a turbulências, como se conformar com retorno cada vez mais baixo das aplicações financeiras?
 
Josenildo Nascimento Melo - Bacharel em Serviço Social - CRESS PI 1826 22ª Região
 
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Josenildo Nascimento Melo - Jornalista MTB DRT PI 01958 - Credenciado Vaticanista

 

                                                    
 
 

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Jornalista Josenildo Melo

Teresina - Piauí - Brazil

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