Notícias

PF faz busca na casa de Cunha; ação mira PMDB e agrava crise

16/12/2015 11:33
Ação da PF mira Cunha e ministros do PMDB   • Sete autoridades com foro privilegiado estão entre os alvos da Operação Catilinárias, que cumpriu mandados de busca e apreensão Andreza Matais, Beatriz Bulla e Julia Affonso - O Estado de S. Paulo   A Polícia Federal cumpriu mandados de busca...
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Confusão de Poderes – Editorial / O Estado de S. Paulo

15/12/2015 19:25
Já ficou suficientemente claro que constitui inaceitável interferência do Judiciário no Legislativo a pretensão manifestada originalmente pelo ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), de propor “um rito que vai do começo ao final” para o julgamento do processo de impeachment. Em...
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Rubens Barbosa*: Desafio à política industrial brasileira

15/12/2015 19:22
A União Europeia e o Japão solicitaram no final de 2013 e em 2015, respectivamente, consultas ao Brasil na Organização Mundial do Comércio (OMC) a respeito de regimes tributários e da política industrial executada nos últimos anos. Essas medidas foram tomada no âmbito dos programas Inovar-Auto,...
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Firjan critica aumentos e novos tributos

15/12/2015 13:52
• Levantamento indica que cada fluminense recolherá mais R$ 269, em média, em 2016   Selma Schmidt – O Globo   Os custos com os aumentos e a criação de novos tributos estaduais podem chegar a R$ 4,4 bilhões em 2016, segundo levantamento feito pelo Sistema Firjan. Isso significaria que...
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Eisa pode pedir recuperação e demitir 90% dos trabalhadores

15/12/2015 13:50
Por Francisco Góes - Valor Econômico   RIO - A crise na indústria da construção naval brasileira parece não ter fim. Agora o Estaleiro Ilha S.A. (Eisa), controlado pelo Synergy Shipyard, da família Efromovich, estuda a possibilidade de entrar com pedido de recuperação judicial. O estaleiro...
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Estaleiros ampliam demissões

15/12/2015 13:48
Com a crise na Petrobras, o setor naval demitiu 14 mil no Estado do Rio este ano, reduzindo à metade seu número de empregados. Ontem, o estaleiro Eisa, na Ilha do Governador, dispensou 3 mil operários e, agora, deve entrar com pedido de recuperação judicial. Empregos naufragam   • Estaleiros...
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Voto aberto não deve mudar composição em comissão

15/12/2015 13:06
Por Thiago Resende e Fernando Taquari - Valor Econômico   BRASÍLIA - Uma votação aberta para escolher os membros da comissão especial que vai analisar o pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff ainda daria a vitória à chapa oposicionista na avaliação do presidente da Câmara, Eduardo...
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Planalto espera ação favorável do STF

15/12/2015 13:03
Por Andrea Jubé e Maíra Magro – Valor Econômico   BRASÍLIA - O governo conta com o Supremo Tribunal Federal (STF) para reduzir os poderes do presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), sobre os rumos do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff.   O ministro da...
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Planalto tenta enfraquecer novo líder do PMDB

15/12/2015 13:02
Gustavo Uribe, Flávia Foreque – Folha de S. Paulo BRASÍLIA - Sem conseguir reverter apoios para que Leonardo Picciani (RJ) retorne à liderança do PMDB na Câmara, o Planalto iniciou movimento para enfraquecer a legitimidade do atual líder, Leonardo Quintão (MG), à frente da bancada do...
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Alckmin vê ‘força’ em protestos de domingo

15/12/2015 11:17
Alckmin avalia que atos pró-impeachment foram 'fortes', apesar de perto do Natal   • Para governador de São Paulo, manifestação foi 'espontânea, pacífica e fortalece a democracia'; tucano também defendeu suspensão do recesso para análise de processo de afastamento de Dilma   Ricardo...
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Fiesp declara apoio formal ao impeachment de Dilma

15/12/2015 11:08
• A medida, que é inédita na história da entidade, foi aprovada por unanimidade depois de uma reunião conjunta entre o conselho de representantes, a diretoria da Federação e a cúpula do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo   Pedro Venceslau e André Italo Rocha - O Estado de S....
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PMDB aguarda decisão do STF para decidir se faz convenção

15/12/2015 11:02
• Grupo ligado a Temer quer discutir saída do governo; para senadores, é ‘blefe’   Simone Iglesias, Júnia Gama e Maria Lima – O Globo   -BRASÍLIA- A cúpula do PMDB aguarda a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a validade da eleição da chapa avulsa na comissão do impeachment...
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Paes defende Dilma e ataca PMDB ligado a Temer

15/12/2015 11:00
 Prefeito expõe racha e afirma que partido tem de tentar chegar ao poder pelo voto • Ao menos dez diretórios estaduais querem antecipar para fevereiro a convenção em que os peemedebistas vão decidir se rompem ou não com o governo da petista; partido espera também a decisão do...
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PF faz busca nas residências de Cunha no DF e Rio, e de dois ministros

15/12/2015 08:15
• Pedido de buscas foi autorizado pelo ministro do STF, Teori Zavascki, relator do processo da Lava-Jato   Por Jailton de Carvalho e Francisco Leali – O Globo BRASÍLIA - A Polícia Federal cumpre na manhã desta terça-feira mandado de busca e apreensão na residência oficial do presidente da...
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Amigo de Lula é denunciado sob suspeita de corrupção

15/12/2015 08:12
Bumlai e mais 10 são denunciados sob acusação de corrupção e lavagem de dinheiro Estelita Hass Carazzai – Folha de S. Paulo   CURITIBA - Preso pela Operação Lava Jato, o pecuarista José Carlos Bumlai foi denunciado nesta segunda-feira (14) sob acusação de corrupção, lavagem de dinheiro e...
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Valdo Cruz: O medo das ruas

14/12/2015 22:43
- Folha de S. Paulo O Palácio do Planalto respira aliviado. Os protestos deste domingo não jogaram mais lenha na fogueira do impeachment, o que ajuda a conter o ânimo daquela turma que está a um passo de abandonar o barco em tempos revoltos.   A equipe dilmista já trabalhava com um cenário de...
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José Roberto de Toledo: As três chances de Dilma

14/12/2015 22:41
No sistema de poder brasileiro, milhares de manifestantes nas ruas não se equivalem a algumas dezenas de peemedebistas nos palácios. Selfie por selfie, enquanto uns se imortalizam em autorretratos, outros perpetuam o interesse próprio. Por mais que gritem, caras-pintadas nunca são tão ouvidos...
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Ricardo Noblat: Quem é o futuro

14/12/2015 22:38
- O Globo “Sei que a senhora não tem confiança em mim e no PMDB, hoje, e não terá amanhã.” MICHEL TEMER, em carta a Dilma   Dentro do PT e do governo, o clima é de desânimo. Ninguém teve coragem até aqui para dizer à presidente Dilma que o impeachment está na soleira da porta do gabinete...
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MPF denuncia Bumlai e mais dez na Lava Jato

14/12/2015 17:19
MPF denuncia Bumlai e mais dez na Lava Jato (Reuters) - O Ministério Público Federal do Paraná anunciou nesta segunda-feira que apresentou denúncia contra o pecuarista José Carlos Bumlai, amigo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e outras dez pessoas por crimes como lavagem de dinheiro,...
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Marcus Pestana: Impeachment: golpe ou solução?

14/12/2015 16:09
- O Tempo (MG) O processo histórico e a dinâmica política têm desdobramentos surpreendentes. A velha raposa mineira já alertava que se assemelham às nuvens com suas formas cambiantes. Por vezes, são anos a fio de calmaria, quase monotonia. De repente, as coisas viram de cabeça para baixo.   O...
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O vale-tudo de Dilma – Editorial / O Estado de S. Paulo

14/12/2015 12:27
A presidente Dilma Rousseff arregimentou uma legião de especialistas em direito – professores, advogados e juristas – para rebater os argumentos do pedido de impeachment contra a petista. Em encontro no Palácio do Planalto, esse exército de 30 estudiosos, perfilado diante da presidente, apresentou...
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Impeachment deve ser decidido sem açodamento – Editorial / Valor Econômico

14/12/2015 12:25
O ministro Edson Fachin aparentemente não teve dúvida ao envolver o Supremo Tribunal Federal (STF) no jogo político do impeachment. Faz parte da disputa parlamentar recorrer à corte suprema, seja por algum interesse legítimo ou por mera artimanha partidária. Caberá ao STF separar uma coisa da...
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Há razões técnicas – Editorial / O Globo

14/12/2015 12:22
• Dilma é acusada de cometer crimes previstos na Carta, mas não há certeza da cassação   A aceitação do pedido de impeachment da presidente Dilma, representante de um bloco político no poder há 13 anos, enraizado no movimento sindical, com apoio de “organizações sociais” cevadas com dinheiro...
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Oposição quer ‘janela de infidelidade’ aberta só após impeachment

14/12/2015 12:15
A abertura da “janela de infidelidade”, aprovada na semana passada pelo Senado, pode garantir a maioria no Congresso para um novo presidente se for implementada apenas depois da decisão sobre o afastamento de Dilma Rousseff.   Oposição pede ‘janela de infidelidade’ só após processo de...
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Ex-ministro diz que maioria do PMDB quer deixar governo

14/12/2015 12:13
• Convenção do partido, marcada para março, pode ser antecipada   • Segundo Eliseu Padilha, com a decisão, legenda ficaria liberada sobre afastamento de Dilma   O ex-ministro Eliseu Padilha — principal aliado do vicepresidente Michel Temer — afirmou, em entrevista a Júnia Gama, que a...
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Decretos sem aval do Congresso pagaram parte da dívida pública

14/12/2015 09:33
Ao todo, em 2015, foram liberados R$ 2,5 bi em seis decretos editados sem autorização do Congresso, o que serviu de base para a abertura do processo de impeachment. Quase 30% dos gastos se destinaram ao pagamento de serviços da dívida pública. Decretos sem aval pagaram dívida pública • Ao todo, em...
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No TSE, recurso de Dilma será julgado amanhã

14/12/2015 09:07
• Tribunal deve discutir, e um dia antes do julgamento sobre o impeachment da presidente no Supremo, fatos que levaram à investigação das contas da petista   Beatriz Bulla – O Estado de S. Paulo   BRASÍLIA - Na véspera do julgamento do rito no impeachment no Supremo Tribunal Federal, o...
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Planalto prevê dificuldades no STF

14/12/2015 09:05
Parte do governo Dilma Rousseff admite que será difícil convencer o STF de que o ato do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), de receber a denúncia de impeachment contra a presidente deve ser anulado, como pede ação proposta pelo PC do B e encampada pelo governo. As esperan- ças do...
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Oposição pede apoio e governo fala em alívio

14/12/2015 09:02
Por Carolina Oms, Eduardo Laguna, Fernanda Pires, Marina Falcão e Marcos de Moura e Souza – Valor Econômico   Brasília, São Paulo, Recife e Belo Horizonte - No Palácio do Planalto, embora haja alívio com a adesão menor nos protestos de ontem quando comparados aos ocorridos em março, abril...
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Em ato, irmão de Eduardo Campos pede que PSB apoie impeachment

14/12/2015 08:53
Kleber Nunes – Folha de S. Paulo RECIFE - O advogado Antônio Campos, irmão do ex-governador pernambucano Eduardo Campos, morto no ano passado, defendeu neste domingo (13) que o PSB se posicione a favor do impeachment da presidente Dilma Rousseff.   Campos participou da manifestação...
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STF libera candidatura de Maia à reeleição

02/02/2017 11:25
STF libera candidatura de Maia à reeleição Supremo nega quatro pedidos para barrar candidatura de Maia   • Celso de Mello, decano da Corte, rejeita pedidos de liminares para barrar a candidatura do presidente da Casa; deputado do DEM é favorito e tem apoio do...
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Família autoriza doação dos órgãos de Marisa Letícia

02/02/2017 11:07
Família autoriza doação dos órgãos de Marisa Letícia A ex-primeira dama Marisa Letícia Lula da Silva, esposa e companheira do ex-presidente, durante o Encontro das mulheres e militantes com Lula, na Casa de Portugal do Grande ABC em Santo André (SP) (Leonardo Benassatto/Futura...
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Eunício Oliveira é eleito presidente do Senado

01/02/2017 20:15
Eunício Oliveira é eleito presidente do Senado   Peemedebista recebeu 61 votos, contra 10 do seu único adversário, José Medeiros. Novo presidente foi citado em delação da Odebrecht   Por Da redação - Site da Revista Veja O novo presidente do Senado, Eunício Oliveira...
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Eunício deve ser eleito hoje no Senado - Estadão

01/02/2017 13:29
Eunício deve ser eleito hoje no Senado • Com apoio da base e da oposição, senador do PMDB é defensor da agenda de reformas do governo Michel Temer, de quem se diz amigo   Ricardo Brito | O Estado de S.Paulo   BRASÍLIA - Num contraponto à tensa disputa ao comando da Câmara,...
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Artigo: A grande jogada de mestre ?

01/02/2017 11:40
A grande jogada de mestre ? Por Josenildo Melo   Em se concretizando hoje a filiação de um grande nome da política piauiense; o grande mestre coloca no tabuleiro do xadrez político a concretização de um sonho em prol do Estado do Piauí. E não está errado? Afinal quem é o grande...
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Resposta ao desemprego - Míriam Leitão

01/02/2017 11:22
Resposta ao desemprego - Míriam Leitão - O Globo   O principal problema da economia brasileira hoje é o desemprego. Ele é o fruto mais amargo da grave crise na qual o país entrou por má condução da política econômica. Foi o governo Dilma que jogou o emprego nesta queda livre, mas o...
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Cármen Lúcia quer sortear relatoria da Lava Jato

31/01/2017 11:57
Cármen Lúcia quer sortear relatoria da Lava Jato entre cinco Novo relator decidirá sobre sigilo de delação da Odebrecht   • Nome deve ser escolhido entre os integrantes da 2ª Turma do tribunal   Letícia Casado, Valdo Cruz | Folha de S. Paulo   BRASÍLIA - Após a...
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Supremo homologa delação da Odebrecht - Estadão

31/01/2017 11:47
Supremo homologa delação da Odebrecht, mas mantém sigilo Ministra Carmen Lúcia homologa as 77 delações da Odebrecht   • Presidente do STF, contudo, decidiu manter o sigilo dos depoimentos dos executivos e ex-executivos da empresa   Breno Pires e Rafael Moraes Moura | O...
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Estatais do Rio, MG e RS valem R$ 34 bilhões

30/01/2017 12:14
Estatais do Rio, MG e RS valem R$ 34 bilhões Por Rodrigo Carro | Valor Econômico   RIO - Se privatizarem todas as suas estatais, os Estados do Rio de Janeiro, Minas Gerais e Rio Grande do Sul conseguirão abater quase 50% de sua dívida com a União. Levantamento feito pela agência de...
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Sinais para a sociedade - Merval Pereira

29/01/2017 13:24
Sinais para a sociedade - Merval Pereira - O Globo   Homologar delações da Odebrecht será bom sinal. Caso a presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Cármen Lúcia, a “lucidade senhora” nas palavras do músico Tom Zé, homologue as delações dos 77 executivos da Odebrecht, ou pelo...
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Consumo puxa economia e faz disparar ações do varejo
Por Juliana Machado | Valor Econômico
 
SÃO PAULO - No momento em que a bolsa de valores brasileira ganha impulso e o Ibovespa rompe níveis históricos, ações de companhias de varejo básico e consumo de eletrodomésticos, vestuário e alimentação proporcionam ganhos extraordinários a seus acionistas. Em movimento coerente com a dinâmica de recuperação da economia, puxada pelo consumo, os papéis dessas empresas tiveram neste ano alta muito superior aos 23,76% do Ibovespa. Magazine Luiza, por exemplo, subiu 423%, Guararapes, 130% e Arezzo, 125%. Outros bons exemplos são Hering, Via Varejo, B2W, Renner e Pão de Açúcar.
 
A queda dos juros e a retomada gradual do crescimento econômico compõem a equação que provocou a recente recuperação da bolsa e mantém boas perspectivas para essas ações. Para analistas ouvidos pelo Valor, a retomada beneficia primeiramente empresas que atendem o consumo de menor valor, menos dependente do crédito e que tira proveito da melhora da renda real provocada pela queda da inflação.
 
A leitura é de que muitos consumidores só vão conseguir trocar de carro dentro de um ano e comprar um apartamento em 2019, mas já começam a adquirir eletrodomésticos e roupas.
 
Especialistas consideram que muitos desses papéis de empresas de varejo ainda têm espaço para ganhos. Ricardo Peretti, da Santander Corretora, chama a atenção para o fato de que há algumas empresas com cotações ainda relativamente baratas, como Americanas, Hering e Carrefour, pelas quais o interesse do investidor pode ser maior.
 
Levantamento feito pelo Valor Data mostra que a receita dessas empresas teve uma clara recuperação nos últimos trimestres, desempenho que contrasta com companhias que reagem mais diretamente a investimentos, como bens de capital e siderurgia, ou das incorporadoras, que dependem da capacidade de endividamento de longo prazo do consumidor.
 
Ações ligadas a varejo disparam em meio à retomada do consumo
No momento em que a bolsa de valores brasileira ganha impulso e o Ibovespa rompe níveis históricos, ações de companhias de varejo básico e consumo discricionário - eletrodomésticos, vestuário e alimentação - ganham destaque. O movimento é coerente com a dinâmica de recuperação da economia, que vem sendo puxada pelo consumo, e não pelo investimento, o que faz com que essas empresas continuem no foco dos gestores, mesmo depois de valorizações expressivas nos últimos meses.
 
A queda da taxa de juros e a retomada, ainda que gradual, do crescimento econômico compõem a equação que provocou a recente recuperação da bolsa e mantém boas perspectivas para as ações. Mas, para analistas ouvidos pelo Valor, essa retomada beneficia primeiramente empresas que atendem ao consumo de menor valor, menos dependente do crédito e que tira proveito da melhora da renda real provocada pela queda da inflação.
 
A leitura é de que o consumidor só vai conseguir trocar de carro dentro de um ano e comprar um apartamento em 2019, mas já começa a gastar com eletrodomésticos ou roupas. Comportamento esse que beneficia empresas como Lojas Americanas, Lojas Renner, Natura e Pão de Açúcar, que fazem parte do Ibovespa. Mas também Marisa, Carrefour, Hering, Arezzo, Magazine Luiza e Guararapes, dona da Riachuelo.
 
Todas essas ações acumulam forte alta este ano, superando, inclusive, o Ibovespa, com valorização de 23,76% no período. O caso mais impressionante é o de Magazine Luiza, cuja ação avançou 422,6%. Entre outros exemplos emblemáticos, estão Guararapes, com alta de 130%, e Arezzo, cujo papel já subiu 124,6%.
 
Ainda assim, para especialistas, muitas dessas ações ainda têm espaço para ganhos adicionais. Em relatório de julho deste ano, o Bradesco BBI apontava trajetória crescente para a Magazine Luiza diante da perspectiva de resultados ainda fortes, ganho de participação de mercado e de rentabilidade.
 
Já Ricardo Peretti, da Santander Corretora, chama a atenção para o fato de que há algumas empresas relativamente mais atrasadas, pelas quais o interesse do investidor pode ser maior. Ele destaca Lojas Americanas, que acumula alta de 24,3% no ano - pouco acima do Ibovespa -, Hering (+98%) e Carrefour, que desde a estreia na bolsa, em 20 de julho, sobe 11,41%, abaixo do índice (14,78%).
 
Levantamento feito pelo Valor Data mostra que a receita líquida somada de 13 empresas ligadas ao varejo teve uma clara recuperação ao longos dos últimos trimestres, desempenho que contrasta com o de companhias que reagem mais diretamente a investimentos, de setores como bens de capital e siderurgia, ou das incorporadoras, que dependem da capacidade de endividamento de longo prazo do consumidor.
 
O bom desempenho está refletido nos dados divulgados ontem pelo IBGE, que confirmam que a recuperação do varejo observada no segundo trimestre tem continuidade. Em julho, as vendas ficaram 1,7% acima da média do segundo trimestre. Isso reforça que o setor continua sendo a principal força motriz para a retomada da atividade brasileira na segunda metade do ano, assim como aconteceu no semestre passado.
 
"Companhias e setores mais conectados com a economia, como consumo discricionário e bens de capital, podem contar com revisões para cima das estimativas de lucro por ação conforme o crescimento econômico seja incorporado aos preços", dizem os analistas do Bank of America Merrill Lynch (BofA) Felipe Hirai e Nicole Inui, em relatório. Eles explicam que a expectativa é que haja crescimento das receitas para o setor de varejo em 2017 e 2018, enquanto as vendas no conceito mesmas lojas, isto é, unidades abertas há pelo menos um ano, também devem registrar expansão de 6,2% este ano e 6,4% em 2018, ante 2,3% registrados em 2016.
 
Peretti, da Santander, confirma que o cenário macroeconômico - inflação baixa, juros em queda, crescimento do salário médio e redução do endividamento das famílias - dá suporte à perspectiva positiva para o consumo e para a própria atividade. "Varejistas são as primeiras a responder", afirma o analista. "Essa dinâmica é importante para todos os segmentos da economia, mas o tíquete médio é um pouco menor nas empresas de varejo, o que significa que a necessidade de crédito do setor é menor do que para os demais."
 
Para Ivo Chermont, economista-chefe da gestora Quantitas, o menor endividamento das famílias deve colaborar ainda mais para a renda disponível para gastos básicos e discricionários. "E isso vai melhorando à medida que os juros forem caindo", diz.
 
A ata do Copom confirmou que a Selic vai continuar em queda, ainda que em um ritmo mais lento. E a maior parte dos economistas acredita que a taxa possa fechar o ano em 7%, abaixo da mínima histórica, de 7,25%.
 
Analistas têm citado as incertezas políticas, que ganham intensidade com a aproximação da eleição presidencial, como um elemento de risco para a continuidade desse cenário favorável para atividade e, consequentemente, para o mercado de ações. Somente com a confirmação da continuidade da agenda de reformas depois de 2018 é que o investimento deve ganhar tração. "Para o crescimento [da economia e das empresas] ser sustentável, vale frisar que precisamos que os investimentos aumentem também. Para isso, além da menor taxa de juros, é fundamental a reorganização fiscal do Brasil. Se não conseguirmos isso, podemos voltar a andar para trás", pondera Chermont prisão, o que não tem respaldo na Constituição. O Senado tem que deliberar sobre isso — disse Gilmar, acrescentando: — Temos que evitar o populismo constitucional, institucional. Devemos nos balizar pela Constituição. Quando começamos a reescrever a Constituição, é preocupaPnte.A traição original- Editorial: O Estado de S. PauloMadri intervém e põe nas urnas destino da Catalunha – Editorial: Valor EconômicoFernando Henrique Cardoso*: Hora de decidirGoverno mostrou que não está imobilizado – Editorial: Valor Eco

 

 
Nomeação infeliz – Editorial | Folha de S. Paulo
Em episódio que marcou os estertores do governo petista, a ex-presidente Dilma Rousseff anunciou a escolha de seu antecessor, Luiz Inácio Lula da Silva, para a chefia da Casa Civil.
 
Como ficou mais que evidente à época, tratava-se de manobra que tinha como um de seus objetivos garantir foro privilegiado ao ministro recém-nomeado, em cujo encalço estava a força-tarefa da Operação Lava Jato em Curitiba.
 
Eis que agora o Palácio do Planalto, sob o comando de Michel Temer (PMDB), decide conceder status ministerial a Moreira Franco, peemedebista citado ao menos 34 vezes em delação premiada de um ex-dirigente da construtora Odebrecht.
 
Há que se guardar, por óbvio, as proporções entre as circunstâncias, os personagens envolvidos e as consequências esperadas em um e outro caso. Mas o eventual sentido administrativo da medida de Temer permanece muito menos visível que o benefício concedido ao correligionário.
 
Moreira Franco é um dos auxiliares mais próximos ao presidente. Ocupava o cargo, estratégico para a política econômica, de secretário-executivo do Programa de Parceria em Investimentos (PPI), ao qual cabe desfazer os gargalos no setor de infraestrutura.
 
Assumirá a recriada Secretaria-Geral da Presidência, à qual estará subordinado o mesmo PPI, além das estruturas de comunicação, administração e cerimonial.
 
Sobre ele pesa a suspeita —que evidentemente ainda precisaria ser corroborada por provas— de ter auferido propinas, sob o codinome "Angorá", para fazer avançarem os interesses da empreiteira quando era ministro da Aviação Civil do governo Dilma.
 
Boas razões embasam o princípio do foro privilegiado —pelo qual ministros de Estado, entre outras autoridades de primeiro escalão, só podem ser processados e julgados pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Trata-se de uma proteção contra a litigância de má-fé por parte de inimigos políticos.
 
A garantia constitucional, entretanto, não pode se converter em atalho para a impunidade, o que muitas vezes ocorre devido ao acúmulo de processos que se arrastam no STF.
 
Como revelou uma pesquisa efetuada por este jornal, em novembro passado havia nada menos que 362 inquéritos e 84 ações envolvendo profissionais da política na corte.
 
Por ineficiência geral da Justiça e chicanas jurídicas dos interessados, o foro é visto com desconfiança pela opinião pública. Quaisquer que tenham sido seus propósitos, a nomeação infeliz anunciada por Michel Temer acaba por contribuir para essa imagem nega
 
 

Celso Ming: São as incertezas, senhores
- O Estado de S.Paulo
 
O País está imerso em indefinições e isso ameaça, outra vez, empacar a vida econômica.
 
Uma dessas indefinições tem a ver com o tratamento a ser dado ao rombo crescente da Previdência Social (veja gráfico ao lado). Até quem pensa com apenas dois neurônios sabe que à frente há um abismo e, depois do abismo, o imponderável.
 
Ou sai imediatamente a reforma ou ficará mais perto o dia em que o Brasil inteiro se transformará num gigantesco Rio de Janeiro, onde os salários estão atrasados, o 13.º deste ano ficará para quando der e as aposentadorias, se chegarem, chegarão no pinga-pinga – e, obviamente, num cenário em que a bandidagem ganhará mais campo aberto.
 
O astral da economia tinha melhorado porque, embora lenta e insegura, a recuperação vinha dando bons sinais. Mas essa recuperação da confiança se baseia numa aposta: na de que pelo menos alguma coisa da reforma da Previdência viria antes das eleições. Não seria a virada definitiva do jogo hoje perdedor; seria apenas o primeiro passo de muitos que ainda terão de ser dados para reequilibrar as finanças da Previdência Social.
 
E foi com base nessa aposta que os investimentos reapareceram, que a Bolsa avançou em setembro e outubro e que outras aplicações de risco passaram a ser consideradas viáveis nos mercados, não só no financeiro.
 
Mas bastou que o presidente da República admitisse publicamente que a reforma poderia ficar para depois, para que fosse colocado em dúvida o sucesso da aposta sobre a qual se apoiou boa parte da retomada da confiança e para que o azedume se reinstalasse em todos os setores da economia.
 
Ainda há aqueles que não acreditam na aritmética. São os que se aferram a pretensos direitos adquiridos, aqueles para os quais pagamento de aposentadoria é cláusula pétrea. Não é, senhoras e senhores. Não há mais milagres da multiplicação dos pães e dos peixes. É a receita que define a despesa, e não o contrário. Nas condições atuais, não há pagamento futuro garantido de aposentadorias e pensões.
 
Quanto ao projeto de reforma da Previdência propriamente dita, estamos diante de duas hipóteses. Ou se aprova uma parcela das propostas em discussão, talvez apenas a imposição de idade mínima para aposentadoria; ou não se aprova nada. No primeiro caso, será um passo insuficiente para devolver a confiança no futuro das contas públicas, mas, pelo menos, será um passo na direção correta.
 
Se a reforma for rejeitada ou se o projeto continuar indefinidamente encalhado em Brasília, o risco de novo desastre será muito alto. O País ficará sujeito a aumento de impostos ou, simplesmente, ao calote da dívida pública, algo que, antes mesmo das agências de classificação de risco, o mercado financeiro se encarregará de prever.
 
Para quem tem um dinheiro aplicado no mercado financeiro, este cenário confuso imporá novas incertezas. A derrubada da inflação e dos juros empurra o aplicador para as opções de risco e, no entanto, diante desse céu exposto a turbulências, como se conformar com retorno cada vez mais baixo das aplicações financeiras?
 
Josenildo Nascimento Melo - Bacharel em Serviço Social - CRESS PI 1826 22ª Região
 
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Josenildo Nascimento Melo - Jornalista MTB DRT PI 01958 - Credenciado Vaticanista

                                                    
 
 

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Jornalista Josenildo Melo

Teresina - Piauí - Brazil

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