Notícias

O desmonte da CGU

01/10/2015 14:40
Merval Pereira - O desmonte da CGU - O Globo O “fatiamento” da Controladoria- Geral da União ( CGU), anunciado na reforma ministerial que o governo pretende fazer para tentar garantir sua base no Congresso em troca de cargos, pode ter uma consequência mais grave para a Operação Lava- Jato...
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Jornal O Estado de São Paulo - Capa do dia

01/10/2015 08:43
Documentos apontam ‘compra’ de medida provisória no governo Lula Documentos apontam que MP editada na gestão Lula foi 'comprada' por lobby   • Empresas negociaram pagamento de até R$ 36 milhões a lobistas para conseguir da Casa Civil um 'ato normativo' que prorrogou incentivos...
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Impeachment à vista - Rosângela Bittar

30/09/2015 17:37
Impeachment à vista - Rosângela Bittar • Dilma sabe que o PMDB tem a chave do seu mandato   - Valor Econômico   Tudo o que a presidente Dilma Rousseff pensa, a forma como age, negocia, formula, discute, representa, tem no horizonte o impeachment. Conquistar maioria, reter a base, agradar...
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Desemprego - Crise leva 883 mil à informalidade

30/09/2015 12:18
Desemprego – Crise leva 883 mil à informalidade A taxa de desemprego no país ficou em 8,6% em julho, a maior desde 2012. Mais 883 brasileiros passaram a trabalhar por conta própria, um aumento de 4%   Abrigo na informalidade   • País perde 927mil vagas com carteira assinada e ganha...
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Ao tentar manobra para beneficiar PL, Kassab irrita base do governo

29/09/2015 09:29
• Partidos dizem que pressão de ministro põe em risco votação dos vetos Ao tentar manobra para beneficiar PL, Kassab irrita base do governo   Júnia Gama, Washington Luiz e Carolina Brígido - O Globo    BRASÍLIA- Um pedido do ministro das Cidades, Gilberto Kassab, ao governo pelo...
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PMDB pode se tornar o algoz de Dilma em Impeachment

28/09/2015 17:13
PMDB pode se tornar o algoz de Dilma em impeachment • Partido adota discurso de independência para não se indispor com os descontentes com a petista   Tâmara Teixeira – O Tempo (MG)   Engana-se quem pensa que o possível impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT) depende...
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A pressão aliada pela reforma

28/09/2015 08:14
A pressão aliada pela reforma A presidente Dilma chega hoje de Nova York com a missão de correr contra o tempo para anunciar a reforma ministerial. Pressionada pelo PMDB, ela deve aumentar a cota do partido para garantir a fidelidade em uma das votações mais importantes do segundo mandato: a...
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Os crimes que podem levar à saída de Dilma

27/09/2015 10:55
 Os crimes que podem levar à saída de Dilma • Já existem elementos jurídicos para o afastamento da presidente da República. Sejam pelas pedaladas fiscais ou pelos indícios de delito eleitoral, Dilma pode ser enquadrada na lei 1.079, que tipifica o crime de responsabilidade Por Izabelle...
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Jornal Folha de São Paulo - Capa do dia

26/09/2015 12:35
Em 12 meses, Brasil fecjha 1 milhão de vagas formais • Em agosto foram cortados 87 mil postos, pior resultado desde 1995   Brasil encerra quase 1 milhão de vagas formais em 12 meses   SP perdeu maior número de postos; AM tem maior porcentagem de cortes   Serviços e...
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Janot defende depoimento de Lula na Lava-Jato

26/09/2015 11:26
Janto defende depoimento de Lula na Lava-Jato Janot pede ao Supremo que Lula seja ouvido pela PF na Operação Lava Jato   • Procurador-Geral dá aval a delegado da Polícia Federal que solicitou ao STF autorização para interrogar o ex-presidente, na condição de testemunha, dentro da investigação...
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Navegando no pântano - Fernando Gabeira

25/09/2015 14:28
Fernando Gabeira - Navegando no pântano - O Estado de S. Paulo   Navegando no pântano do Rio Pandeiros, no norte de Minas, tive uma intuição sobre o curso das coisas no Brasil. As plantas aquáticas dominavam o caminho, não se via água. Onde estava o leito do rio? Nosso objetivo era...
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Jornal Folha de São Paulo - Capa do dia

25/09/2015 10:13
Impasse com, PMDB faz pŕesidente adiar reforma ministerial   • Distribuição de pastas a partido aliado é vista no PT como última cartada contra o impeachment   Impasse com PMDB faz Dilma adiar reforma   • Presidente viajou aos EUA antes de anunciar sua nova equipe ministerial,...
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Impasse com PMDB faz Dilma adiar anúncio de reforma

25/09/2015 06:55
Impasse com PMDB faz Dilma adiar anúncio de reforma para terça-feira   • Presidente só deve informar a nova composição dos ministérios quando retornar da sua viagem a Nova York   Impasse com PMDB faz Dilma adiar anúncio de reforma   Por Andrea Jubé e Raphael Di Cunto...
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O duro programa do PMDB na TV

24/09/2015 18:39
Vídeo: O duro programa do PMDB na TV Intitulado 'É hora de reunificar os sonhos', programa da sigla cita a grave crise econômica que o país enfrenta e explora fala de Michel Temer que causou atrito com Dilma   Em meio a uma complicada negociação pelo comando de ministérios, o PMDB leva ao ar...
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Jornal O Estado de São Paulo - Manchete do dia

24/09/2015 10:28
Supremo decide fatiar inquérito e reduz poder de Moro na Lava-Jato   Caso envolvendo a senadora Gleisi Hoffmann (PT) é separado das investigações sobre desvios na Petrobrás; decisão abre brecha para outros desmembramentos   STF ‘fatia’ Lava Jato e reduz controle de Moro sobre braços da...
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Troca-troca é jogo de alto risco para presidente

23/09/2015 16:34
Troca-troca é jogo de alto risco para presidente • Estratégia é seduzir deputados que analisarão impeachment   Alan Gripp e Jeferson Ribeiro - O Globo   Reformas ministeriais são, tradicionalmente, momentos de grande tensão política. Dividir o poder envolve obrigatoriamente desagradar a...
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Jornal Folha de São Paulo - Manchete do dia

23/09/2015 13:53
Crise leva dólar a R$ 4,05, maior valor da era do real   • Governo estima recessão maior que a prevista, mas prevê alta da arrecadação   Dólar supera R$ 4, e risco em alta encarece o crédito   • Crise política e incerteza fiscal fazem proteção contra calote brasileiro...
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Planalto isola Temer

23/09/2015 08:48
Planalto isola Temer e oferece cinco pastas para as bancadas do PMDB no Congresso   Dilma divide PMDB e oferece cinco pastas para bancadas no Congresso   Por Raymundo Costa, Raquel Ulhôa e Raphael Di Cunto - Valor Econômico   BRASÍLIA - Em um movimento claramente...
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Dilma mordeu outra isca

22/09/2015 14:01
Bernardo Mello Franco - Dilma mordeu outra isca      Folha de S. Paulo   O reencontro com Michel Temer, que voltou da longa turnê pelo leste europeu, não foi nada agradável para Dilma Rousseff. Nesta segunda, o vice disse à presidente que não fará indicações para...
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Jornal O Globo - Capa do dia

22/09/2015 09:12
Mais um ex- tesoureiro do PT é condenado   • Na Lava- Jato, Vaccari tem pena de 15 anos por corrupção   Juiz da Lava- Jato, Sérgio Moro condenou o ex- tesoureiro do PT João Vaccari Neto a 15 anos de prisão por corrupção e lavagem de dinheiro, e o ex- diretor da Petrobras Renato Duque, a...
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PMDB diz não a Dilma e se distancia mais do governo

22/09/2015 07:47
PMDB diz não a Dilma e se distancia mais do governo   Por Ricardo Noblat Dilma já teve pelo menos 12 anos para aprender como fazer política e lidar com políticos – oito ao lado de Lula e os quatro mais recentes depois de tê-lo sucedido. Desperdiçou o tempo. Se é que tentou aproveitá-lo para...
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Marcos Nobre - Dilma Rousseff está acuada e só

21/09/2015 17:38
• A presidente pode não ter tropa para ir à guerra   - Valor Econômico   Na multidão de informações contraditórias e desencontradas que vem de Brasília, uma se destaca de maneira insistente: a de uma possível renúncia de Dilma Rousseff. Nesse cenário, a presidente teria sido...
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Tensão pré-petrolão

21/09/2015 00:18
Eliane Cantanhêde - Tensão pré-petrolão - O Estado de S. Paulo   O fim do julgamento sobre doações privadas de campanhas, no Supremo Tribunal Federal, evidenciou dois fatos muito importantes: o clima na alta Corte está péssimo e a polarização já está claríssima. Se o presidente Joaquim...
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O quebra - cabeça do impedimento

20/09/2015 18:50
Joaquim Falcão - O quebra - cabeça do impedimento   - O Globo   Retirar um presidente eleito da Presidência da República é o ato mais grave do regime democrático. Por isto, a Constituição cria uma série de obstáculos até que se chegue à decisão definitiva. Prudência...
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Vinicius Torres Freire - Impeachment econômico

20/09/2015 12:42
Vinicius Torres Freire - "Impeachment" econômico     • Caso altas de juros e dólar não sejam um exagero, arrocho 'de mercado' pode causar revolta   A jornada nas estrelas do dólar e das taxas de juros no mercado pode bem ser um exagero. Isto é, o custo do dinheiro...
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Não vejo Temer conspirando, diz José Serra

20/09/2015 08:03
Entrevista. José Serra   • Senador tucano condiciona apoio a eventual governo do vice de Dilma, de quem é próximo, à adoção do parlamentarismo em 2018   Adriano Ceolin – O Estado de S. Paulo   BRASÍLIA- José Serra (PSDB) e Michel Temer (PMDB) quase sempre atuaram juntos na vida...
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Merval Pereira – Diálogo de instituições

19/09/2015 13:23
Merval Pereira – Diálogo de instituições O Globo   Ao insinuar que a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de proibir o financiamento de campanhas por pessoas jurídicas é baseada em cláusulas pétreas da Constituição e, por isso, não pode ser alterada por emenda constitucional do...
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Lula pede a Cunha que ajude o governo

19/09/2015 10:43
Lula pede a Cunha que ajude o governo • Objetivo é impedir pautas-bomba e processos de impeachment   Depois do encontro em Brasília, presidente da Câmara, rompido com Dilma desde julho, voltou a criticar Planalto pela falta de plano B   O ex-presidente Lula se encontrou ontem com o...
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STF veta doação de empresas para partidos e candidatos

18/09/2015 10:51
STF veta doação de empresas para partidos e candidatos Supremo proíbe doação eleitoral de empresas   • A decisão, tomada por oito votos contra três, ocorre às vésperas de análise da presidente Dilma Rousseff sobre um projeto de lei aprovado no Congresso, que permitia as doações de empresas...
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Usar crise para chegar ao poder é golpe, diz Dilma

17/09/2015 16:20
Usar crise para chegar ao poder é golpe, diz Dilma Presidente dá recado a empresários que admitem sua saída   Dilma fala em golpismo e diz que oposição fomenta a crise   • Objetivo é mandar recado a empresários que já aceitam hipótese de afastamento   • 'Usar a crise como mecanismo...
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STF libera candidatura de Maia à reeleição

02/02/2017 11:25
STF libera candidatura de Maia à reeleição Supremo nega quatro pedidos para barrar candidatura de Maia   • Celso de Mello, decano da Corte, rejeita pedidos de liminares para barrar a candidatura do presidente da Casa; deputado do DEM é favorito e tem apoio do...
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Família autoriza doação dos órgãos de Marisa Letícia

02/02/2017 11:07
Família autoriza doação dos órgãos de Marisa Letícia A ex-primeira dama Marisa Letícia Lula da Silva, esposa e companheira do ex-presidente, durante o Encontro das mulheres e militantes com Lula, na Casa de Portugal do Grande ABC em Santo André (SP) (Leonardo Benassatto/Futura...
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Eunício Oliveira é eleito presidente do Senado

01/02/2017 20:15
Eunício Oliveira é eleito presidente do Senado   Peemedebista recebeu 61 votos, contra 10 do seu único adversário, José Medeiros. Novo presidente foi citado em delação da Odebrecht   Por Da redação - Site da Revista Veja O novo presidente do Senado, Eunício Oliveira...
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Eunício deve ser eleito hoje no Senado - Estadão

01/02/2017 13:29
Eunício deve ser eleito hoje no Senado • Com apoio da base e da oposição, senador do PMDB é defensor da agenda de reformas do governo Michel Temer, de quem se diz amigo   Ricardo Brito | O Estado de S.Paulo   BRASÍLIA - Num contraponto à tensa disputa ao comando da Câmara,...
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Artigo: A grande jogada de mestre ?

01/02/2017 11:40
A grande jogada de mestre ? Por Josenildo Melo   Em se concretizando hoje a filiação de um grande nome da política piauiense; o grande mestre coloca no tabuleiro do xadrez político a concretização de um sonho em prol do Estado do Piauí. E não está errado? Afinal quem é o grande...
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Resposta ao desemprego - Míriam Leitão

01/02/2017 11:22
Resposta ao desemprego - Míriam Leitão - O Globo   O principal problema da economia brasileira hoje é o desemprego. Ele é o fruto mais amargo da grave crise na qual o país entrou por má condução da política econômica. Foi o governo Dilma que jogou o emprego nesta queda livre, mas o...
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Cármen Lúcia quer sortear relatoria da Lava Jato

31/01/2017 11:57
Cármen Lúcia quer sortear relatoria da Lava Jato entre cinco Novo relator decidirá sobre sigilo de delação da Odebrecht   • Nome deve ser escolhido entre os integrantes da 2ª Turma do tribunal   Letícia Casado, Valdo Cruz | Folha de S. Paulo   BRASÍLIA - Após a...
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Supremo homologa delação da Odebrecht - Estadão

31/01/2017 11:47
Supremo homologa delação da Odebrecht, mas mantém sigilo Ministra Carmen Lúcia homologa as 77 delações da Odebrecht   • Presidente do STF, contudo, decidiu manter o sigilo dos depoimentos dos executivos e ex-executivos da empresa   Breno Pires e Rafael Moraes Moura | O...
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Estatais do Rio, MG e RS valem R$ 34 bilhões

30/01/2017 12:14
Estatais do Rio, MG e RS valem R$ 34 bilhões Por Rodrigo Carro | Valor Econômico   RIO - Se privatizarem todas as suas estatais, os Estados do Rio de Janeiro, Minas Gerais e Rio Grande do Sul conseguirão abater quase 50% de sua dívida com a União. Levantamento feito pela agência de...
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Sinais para a sociedade - Merval Pereira

29/01/2017 13:24
Sinais para a sociedade - Merval Pereira - O Globo   Homologar delações da Odebrecht será bom sinal. Caso a presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Cármen Lúcia, a “lucidade senhora” nas palavras do músico Tom Zé, homologue as delações dos 77 executivos da Odebrecht, ou pelo...
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Consumo puxa economia e faz disparar ações do varejo
Por Juliana Machado | Valor Econômico
 
SÃO PAULO - No momento em que a bolsa de valores brasileira ganha impulso e o Ibovespa rompe níveis históricos, ações de companhias de varejo básico e consumo de eletrodomésticos, vestuário e alimentação proporcionam ganhos extraordinários a seus acionistas. Em movimento coerente com a dinâmica de recuperação da economia, puxada pelo consumo, os papéis dessas empresas tiveram neste ano alta muito superior aos 23,76% do Ibovespa. Magazine Luiza, por exemplo, subiu 423%, Guararapes, 130% e Arezzo, 125%. Outros bons exemplos são Hering, Via Varejo, B2W, Renner e Pão de Açúcar.
 
A queda dos juros e a retomada gradual do crescimento econômico compõem a equação que provocou a recente recuperação da bolsa e mantém boas perspectivas para essas ações. Para analistas ouvidos pelo Valor, a retomada beneficia primeiramente empresas que atendem o consumo de menor valor, menos dependente do crédito e que tira proveito da melhora da renda real provocada pela queda da inflação.
 
A leitura é de que muitos consumidores só vão conseguir trocar de carro dentro de um ano e comprar um apartamento em 2019, mas já começam a adquirir eletrodomésticos e roupas.
 
Especialistas consideram que muitos desses papéis de empresas de varejo ainda têm espaço para ganhos. Ricardo Peretti, da Santander Corretora, chama a atenção para o fato de que há algumas empresas com cotações ainda relativamente baratas, como Americanas, Hering e Carrefour, pelas quais o interesse do investidor pode ser maior.
 
Levantamento feito pelo Valor Data mostra que a receita dessas empresas teve uma clara recuperação nos últimos trimestres, desempenho que contrasta com companhias que reagem mais diretamente a investimentos, como bens de capital e siderurgia, ou das incorporadoras, que dependem da capacidade de endividamento de longo prazo do consumidor.
 
Ações ligadas a varejo disparam em meio à retomada do consumo
No momento em que a bolsa de valores brasileira ganha impulso e o Ibovespa rompe níveis históricos, ações de companhias de varejo básico e consumo discricionário - eletrodomésticos, vestuário e alimentação - ganham destaque. O movimento é coerente com a dinâmica de recuperação da economia, que vem sendo puxada pelo consumo, e não pelo investimento, o que faz com que essas empresas continuem no foco dos gestores, mesmo depois de valorizações expressivas nos últimos meses.
 
A queda da taxa de juros e a retomada, ainda que gradual, do crescimento econômico compõem a equação que provocou a recente recuperação da bolsa e mantém boas perspectivas para as ações. Mas, para analistas ouvidos pelo Valor, essa retomada beneficia primeiramente empresas que atendem ao consumo de menor valor, menos dependente do crédito e que tira proveito da melhora da renda real provocada pela queda da inflação.
 
A leitura é de que o consumidor só vai conseguir trocar de carro dentro de um ano e comprar um apartamento em 2019, mas já começa a gastar com eletrodomésticos ou roupas. Comportamento esse que beneficia empresas como Lojas Americanas, Lojas Renner, Natura e Pão de Açúcar, que fazem parte do Ibovespa. Mas também Marisa, Carrefour, Hering, Arezzo, Magazine Luiza e Guararapes, dona da Riachuelo.
 
Todas essas ações acumulam forte alta este ano, superando, inclusive, o Ibovespa, com valorização de 23,76% no período. O caso mais impressionante é o de Magazine Luiza, cuja ação avançou 422,6%. Entre outros exemplos emblemáticos, estão Guararapes, com alta de 130%, e Arezzo, cujo papel já subiu 124,6%.
 
Ainda assim, para especialistas, muitas dessas ações ainda têm espaço para ganhos adicionais. Em relatório de julho deste ano, o Bradesco BBI apontava trajetória crescente para a Magazine Luiza diante da perspectiva de resultados ainda fortes, ganho de participação de mercado e de rentabilidade.
 
Já Ricardo Peretti, da Santander Corretora, chama a atenção para o fato de que há algumas empresas relativamente mais atrasadas, pelas quais o interesse do investidor pode ser maior. Ele destaca Lojas Americanas, que acumula alta de 24,3% no ano - pouco acima do Ibovespa -, Hering (+98%) e Carrefour, que desde a estreia na bolsa, em 20 de julho, sobe 11,41%, abaixo do índice (14,78%).
 
Levantamento feito pelo Valor Data mostra que a receita líquida somada de 13 empresas ligadas ao varejo teve uma clara recuperação ao longos dos últimos trimestres, desempenho que contrasta com o de companhias que reagem mais diretamente a investimentos, de setores como bens de capital e siderurgia, ou das incorporadoras, que dependem da capacidade de endividamento de longo prazo do consumidor.
 
O bom desempenho está refletido nos dados divulgados ontem pelo IBGE, que confirmam que a recuperação do varejo observada no segundo trimestre tem continuidade. Em julho, as vendas ficaram 1,7% acima da média do segundo trimestre. Isso reforça que o setor continua sendo a principal força motriz para a retomada da atividade brasileira na segunda metade do ano, assim como aconteceu no semestre passado.
 
"Companhias e setores mais conectados com a economia, como consumo discricionário e bens de capital, podem contar com revisões para cima das estimativas de lucro por ação conforme o crescimento econômico seja incorporado aos preços", dizem os analistas do Bank of America Merrill Lynch (BofA) Felipe Hirai e Nicole Inui, em relatório. Eles explicam que a expectativa é que haja crescimento das receitas para o setor de varejo em 2017 e 2018, enquanto as vendas no conceito mesmas lojas, isto é, unidades abertas há pelo menos um ano, também devem registrar expansão de 6,2% este ano e 6,4% em 2018, ante 2,3% registrados em 2016.
 
Peretti, da Santander, confirma que o cenário macroeconômico - inflação baixa, juros em queda, crescimento do salário médio e redução do endividamento das famílias - dá suporte à perspectiva positiva para o consumo e para a própria atividade. "Varejistas são as primeiras a responder", afirma o analista. "Essa dinâmica é importante para todos os segmentos da economia, mas o tíquete médio é um pouco menor nas empresas de varejo, o que significa que a necessidade de crédito do setor é menor do que para os demais."
 
Para Ivo Chermont, economista-chefe da gestora Quantitas, o menor endividamento das famílias deve colaborar ainda mais para a renda disponível para gastos básicos e discricionários. "E isso vai melhorando à medida que os juros forem caindo", diz.
 
A ata do Copom confirmou que a Selic vai continuar em queda, ainda que em um ritmo mais lento. E a maior parte dos economistas acredita que a taxa possa fechar o ano em 7%, abaixo da mínima histórica, de 7,25%.
 
Analistas têm citado as incertezas políticas, que ganham intensidade com a aproximação da eleição presidencial, como um elemento de risco para a continuidade desse cenário favorável para atividade e, consequentemente, para o mercado de ações. Somente com a confirmação da continuidade da agenda de reformas depois de 2018 é que o investimento deve ganhar tração. "Para o crescimento [da economia e das empresas] ser sustentável, vale frisar que precisamos que os investimentos aumentem também. Para isso, além da menor taxa de juros, é fundamental a reorganização fiscal do Brasil. Se não conseguirmos isso, podemos voltar a andar para trás", pondera Chermont prisão, o que não tem respaldo na Constituição. O Senado tem que deliberar sobre isso — disse Gilmar, acrescentando: — Temos que evitar o populismo constitucional, institucional. Devemos nos balizar pela Constituição. Quando começamos a reescrever a Constituição, é preocupaPnte.A traição original- Editorial: O Estado de S. PauloMadri intervém e põe nas urnas destino da Catalunha – Editorial: Valor EconômicoFernando Henrique Cardoso*: Hora de decidirGoverno mostrou que não está imobilizado – Editorial: Valor Eco

 

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Nomeação infeliz – Editorial | Folha de S. Paulo
Em episódio que marcou os estertores do governo petista, a ex-presidente Dilma Rousseff anunciou a escolha de seu antecessor, Luiz Inácio Lula da Silva, para a chefia da Casa Civil.
 
Como ficou mais que evidente à época, tratava-se de manobra que tinha como um de seus objetivos garantir foro privilegiado ao ministro recém-nomeado, em cujo encalço estava a força-tarefa da Operação Lava Jato em Curitiba.
 
Eis que agora o Palácio do Planalto, sob o comando de Michel Temer (PMDB), decide conceder status ministerial a Moreira Franco, peemedebista citado ao menos 34 vezes em delação premiada de um ex-dirigente da construtora Odebrecht.
 
Há que se guardar, por óbvio, as proporções entre as circunstâncias, os personagens envolvidos e as consequências esperadas em um e outro caso. Mas o eventual sentido administrativo da medida de Temer permanece muito menos visível que o benefício concedido ao correligionário.
 
Moreira Franco é um dos auxiliares mais próximos ao presidente. Ocupava o cargo, estratégico para a política econômica, de secretário-executivo do Programa de Parceria em Investimentos (PPI), ao qual cabe desfazer os gargalos no setor de infraestrutura.
 
Assumirá a recriada Secretaria-Geral da Presidência, à qual estará subordinado o mesmo PPI, além das estruturas de comunicação, administração e cerimonial.
 
Sobre ele pesa a suspeita —que evidentemente ainda precisaria ser corroborada por provas— de ter auferido propinas, sob o codinome "Angorá", para fazer avançarem os interesses da empreiteira quando era ministro da Aviação Civil do governo Dilma.
 
Boas razões embasam o princípio do foro privilegiado —pelo qual ministros de Estado, entre outras autoridades de primeiro escalão, só podem ser processados e julgados pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Trata-se de uma proteção contra a litigância de má-fé por parte de inimigos políticos.
 
A garantia constitucional, entretanto, não pode se converter em atalho para a impunidade, o que muitas vezes ocorre devido ao acúmulo de processos que se arrastam no STF.
 
Como revelou uma pesquisa efetuada por este jornal, em novembro passado havia nada menos que 362 inquéritos e 84 ações envolvendo profissionais da política na corte.
 
Por ineficiência geral da Justiça e chicanas jurídicas dos interessados, o foro é visto com desconfiança pela opinião pública. Quaisquer que tenham sido seus propósitos, a nomeação infeliz anunciada por Michel Temer acaba por contribuir para essa imagem nega
 
 

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Celso Ming: São as incertezas, senhores
- O Estado de S.Paulo
 
O País está imerso em indefinições e isso ameaça, outra vez, empacar a vida econômica.
 
Uma dessas indefinições tem a ver com o tratamento a ser dado ao rombo crescente da Previdência Social (veja gráfico ao lado). Até quem pensa com apenas dois neurônios sabe que à frente há um abismo e, depois do abismo, o imponderável.
 
Ou sai imediatamente a reforma ou ficará mais perto o dia em que o Brasil inteiro se transformará num gigantesco Rio de Janeiro, onde os salários estão atrasados, o 13.º deste ano ficará para quando der e as aposentadorias, se chegarem, chegarão no pinga-pinga – e, obviamente, num cenário em que a bandidagem ganhará mais campo aberto.
 
O astral da economia tinha melhorado porque, embora lenta e insegura, a recuperação vinha dando bons sinais. Mas essa recuperação da confiança se baseia numa aposta: na de que pelo menos alguma coisa da reforma da Previdência viria antes das eleições. Não seria a virada definitiva do jogo hoje perdedor; seria apenas o primeiro passo de muitos que ainda terão de ser dados para reequilibrar as finanças da Previdência Social.
 
E foi com base nessa aposta que os investimentos reapareceram, que a Bolsa avançou em setembro e outubro e que outras aplicações de risco passaram a ser consideradas viáveis nos mercados, não só no financeiro.
 
Mas bastou que o presidente da República admitisse publicamente que a reforma poderia ficar para depois, para que fosse colocado em dúvida o sucesso da aposta sobre a qual se apoiou boa parte da retomada da confiança e para que o azedume se reinstalasse em todos os setores da economia.
 
Ainda há aqueles que não acreditam na aritmética. São os que se aferram a pretensos direitos adquiridos, aqueles para os quais pagamento de aposentadoria é cláusula pétrea. Não é, senhoras e senhores. Não há mais milagres da multiplicação dos pães e dos peixes. É a receita que define a despesa, e não o contrário. Nas condições atuais, não há pagamento futuro garantido de aposentadorias e pensões.
 
Quanto ao projeto de reforma da Previdência propriamente dita, estamos diante de duas hipóteses. Ou se aprova uma parcela das propostas em discussão, talvez apenas a imposição de idade mínima para aposentadoria; ou não se aprova nada. No primeiro caso, será um passo insuficiente para devolver a confiança no futuro das contas públicas, mas, pelo menos, será um passo na direção correta.
 
Se a reforma for rejeitada ou se o projeto continuar indefinidamente encalhado em Brasília, o risco de novo desastre será muito alto. O País ficará sujeito a aumento de impostos ou, simplesmente, ao calote da dívida pública, algo que, antes mesmo das agências de classificação de risco, o mercado financeiro se encarregará de prever.
 
Para quem tem um dinheiro aplicado no mercado financeiro, este cenário confuso imporá novas incertezas. A derrubada da inflação e dos juros empurra o aplicador para as opções de risco e, no entanto, diante desse céu exposto a turbulências, como se conformar com retorno cada vez mais baixo das aplicações financeiras?
 
Josenildo Nascimento Melo - Bacharel em Serviço Social - CRESS PI 1826 22ª Região
 
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Josenildo Nascimento Melo - Jornalista MTB DRT PI 01958 - Credenciado Vaticanista

 

 

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Teresina - Piauí - Brazil

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