Notícias

Luiz Carlos Azedo- Cada macaco no seu galho

10/09/2015 08:08
Luiz Carlos Azedo- Cada macaco no seu galho • Num momento de crise econômica, política e ética que fragiliza a presidente Dilma Rousseff, tudo o que o país não precisa é mexer com os brios dos militares. Eles estão quietos no seu canto   - Correio Braziliense   O golpismo no Brasil é uma...
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Levy fala em elevar Imposto de Renda, e, o PMDB reage

09/09/2015 09:07
Levy fala em elevar Imposto de Renda, e, o PMDB reage • Michel Temer afirma que é preciso evitar 'remédio amargo'   Levy defende mais imposto, e Temer critica a proposta   • Na contramão de Dilma, vice disse que é preciso evitar 'remédios amargos'   • Na noite desta terça, em jantar...
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Renato Andrade - Bomba na cozinha

08/09/2015 20:13
Renato Andrade - Bomba na cozinha Sem fazer barulho, o ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal, autorizou a instalação de uma bomba dentro da cozinha do Palácio do Planalto.   Ao liberar investigações contra os ministros Edinho Silva (Comunicação Social) e Aloizio Mercadante...
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Boneco inflado, país quebrado

08/09/2015 08:17
Fernando Gabeira- Boneco inflado, país quebrado • Reação ao boneco inflável Pixuleco mostra que o PT perdeu senso de humor   - O Globo / Segundo Caderno   Um boneco inflado chamado Pixuleco tornou-se um ator da política nacional. Ele representa Lula com uniforme de presidiário. A...
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Oposição mira em Edinho para desgastar Dilma

07/09/2015 10:44
Oposição mira em Edinho para desgastar Dilma • Presidente do DEM diz que ex-tesoureiro coloca a eleição da petista no centro da discussão   Daniela Lima – Folha de S. Paulo   SÃO PAULO - A oposição vai explorar as investigações sobre o ministro Edinho Silva (PT), secretário de...
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Para Marina Silva, PMDB, Levy e Lula governam o Brasil

06/09/2015 18:51
Para Marina Silva, PMDB, Levy e Lula governam o Brasil Marcelo de Moraes, Erich Decat - O Estado de S. Paulo BRASÍLIA - Terceira colocada na última disputa presidencial, a ex-ministra Marina Silva considera que a presidente Dilma Rousseff perdeu as rédeas do País antes mesmo de chegar ao primeiro...
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Fala de Temer eleva desconfiança no Planalto e anima PMDB anti-Dilma

06/09/2015 05:43
Fala de Temer eleva desconfiança no Planalto e anima PMDB anti-Dilma Estadão Conteúdo O Palácio do Planalto reagiu mal à fala do vice-presidente Michel Temer de que será difícil a presidente Dilma Rousseff resistir três anos no cargo sem apoio popular. Segundo interlocutores da petista, as...
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Jarbas Vasconcelos - A saída de Dilma é inevitável

05/09/2015 08:11
Jarbas Vasconcelos - "A saída de Dilma é inevitável" Deputado do PMDB acredita que permanência de Dilma ficará insustentável com a chegada do País ao fundo do poço. Para sair da crise, ele defende um governo de unificação nacional conduzido pelo vice Michel Temer Por Fabio Brandt e Izabelle...
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A grana da política

04/09/2015 11:32
Luiz Carlos Azedo - A grana da política • Pressionados pela opinião pública e pelos órgãos de controle, os políticos resolveram estabelecer regras mais rigorosas para as doações de campanha   - Correio Braziliense   O Senado derrubou ontem o financiamento de empresas a partidos e a...
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Dora Kramer - Matriz e filial

03/09/2015 11:27
Dora Kramer - Matriz e filial - O Estado de S. Paulo   A proposta de Orçamento da União para 2016 enviada ao Congresso contou ao Brasil o que já se sabia: o governo gastou mais do que deveria. A novidade é que as circunstâncias (pedaladas em processo de investigação, entre outras) não...
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Congresso rejeita pedido de Dilma em busca de saída para déficit orçamentário

02/09/2015 12:07
Congresso rejeita pedido de Dilma em busca de saída para déficit orçamentário • Presidentes do Senado e da Câmara dizem não ser papel do Legislativo indicar onde e como Executivo deve cortar gastos e obter receitas para cobrir buraco nas contas; para o deputado Ricardo Barros (PP-PR), relator do...
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É este governo que saberá liderar o país para que vençamos as crises? Esqueçam!

01/09/2015 08:30
É este governo que saberá liderar o país para que vençamos as crises? Esqueçam! Quanta falta de vergonha: até outubro último vivíamos no país das maravilhas. Era o que dizia Dilma. A farsa acabou   Por Ricardo Noblat   Cabe ao governo compatibilizar despesas e receitas ao confeccionar o...
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Temer escora seu discurso nos erros de Dilma

31/08/2015 19:56
Temer escora seu discurso nos erros de Dilma Com Blog do Josias - UOL Alguém já disse, não me lembro quem, que os vices são como ciprestes: só crescem à beira dos túmulos. Num instante em que 66% dos brasileiros acham que o Congresso deveria abrir um processo de impeachment contra...
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Dilma envia Orçamento ao Congresso com déficit

31/08/2015 10:07
Dilma envia Orçamento ao Congresso com déficit   • Em atitude inédita, Planalto indica não ter como economizar para pagar juros   Dilma manda Orçamento ao Congresso com deficit   • Sem nova CPMF, equipe econômica ficou sem alternativa para cobrir rombo   • Numa tentativa de...
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A pressão da sociedade

30/08/2015 22:01
Merval Pereira - A pressão da sociedade - O Globo   O juiz Sérgio Moro, que atua na Operação Lava-Jato, compara-a à Operação Mãos Limpas, o famoso combate na Itália contra a corrupção, ocorrido na década de 90. Considerado um dos maiores especialistas em combate à lavagem de dinheiro — e por...
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Empresas-fantasmas movimentaram R$ 2,6 bi

30/08/2015 11:10
Empresas-fantasmas movimentaram R$ 2,6 bi   • Dinheiro circulou por 55 escritórios de fachada dos 84 já identificados • Pessoas que enfrentam dificuldades financeiras são atraídas para atuar como laranjas   Pelo menos 84 empresas de fachada, usadas para desviar dinheiro de contratos de...
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Erros sem contestação

29/08/2015 10:53
Merval Pereira- Erros sem contestação - O Globo   O depoimento ontem do presidente do BNDES, Luciano Coutinho, na CPI, e a sabatina do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, na Comissão de Constituição e Justiça do Senado, na quarta, deixaram pelo menos alguns pontos obscuros que...
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Para PSB, impeachment não é golpe

28/08/2015 20:39
Para PSB, impeachment não é golpe Por Raquel Ulhôa – Valor Econômico   BRASÍLIA - A Executiva Nacional do PSB aprovou ontem resolução na qual afirma que impeachment não é golpismo e cobra do Tribunal de Contas da União (TCU) e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) urgência e isenção nas...
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Depois de jantar com Temer, Skaf pede saída de ministro da Fazenda

28/08/2015 11:53
Depois de jantar com Temer, Skaf pede saída de ministro da Fazenda • Para presidente da Fiesp, desempenho de Levy 'está enfraquecendo a credibilidade do governo'   Pedro Venceslau e Ana Fernandes - O Estado de S. Paulo   SÃO PAULO - Depois de participar na noite desta quinta-feira de um...
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Sem rumo

27/08/2015 19:31
Sem rumo Por *Julio Hegedus Netto Mais uma semana infernal para os mercados. A bolsa de valores operou no negativo, na sexta-feira passada (dia 21) transitando em torno de 45 mil pontos, o dólar passou, em alguns momentos, de R$ 3,50, o “risco país” operou próximo a 320 pontos, e os mercados...
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Senado aprova Janot e dá respaldo à Lava- Jato

27/08/2015 11:31
Senado aprova Janot e dá respaldo à Lava- Jato • Procurador-geral teve 59 votos a favor de sua recondução e 12 contra   • Sabatina durou mais de dez horas; chefe do Ministério Público contou que delator omitiu acusação de pagamento de propina a Eduardo Cunha e depois mudou depoimento porque...
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Robert Rios solicita informações de Secretarias do Estado

26/08/2015 15:03
Robert Rios solicita informações de Secretarias do Estado Dois requerimentos do deputado Robert Rios (PDT) foram lidos hoje (26) no pequeno expediente da Assembleia Legislativa. O primeiro, dirigido ao Secretário Estadual da Fazenda, Rafael Fonteles,...
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Maioria do TSE vota por investigação da campanha de Dilma

26/08/2015 11:25
Maioria do TSE vota por investigação da campanha de Dilma Tucanos pedem apuração sobre possíveis abusos na eleição de 2014; pedido de vista suspende a sessão   TSE forma maioria a favor de apuração de contas de Dilma   • Quatro ministros votaram para reabrir ação sobre irregularidades na...
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O principal beneficiário

25/08/2015 19:27
Raymundo Costa - O principal beneficiário • Nada indica que a pressão sobre Dilma vá arrefecer - Valor Econômico   Apresentada como algo quase impossível, devido principalmente à forte personalidade da presidente da República, a renúncia de Dilma Rousseff é algo mais no tabuleiro político que...
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Dilma admite erros na economia e agora anuncia corte de ministérios

25/08/2015 10:52
Dilma admite erros na economia e agora anuncia corte de ministérios • Presidente reconhece que, no ano eleitoral, demorou a perceber gravidade da crise e a agir   No dia em que o vice-presidente Michel Temer confirmou sua saída da articulação política do governo, a presidente Dilma fez ontem...
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Descendo a ladeira

24/08/2015 19:08
Ricardo Noblat - Descendo a ladeira O Globo   “Nada do que vi ou ouvi até agora me faz achar que há condições para um impeachment.” Roberto Setúbal, banqueiro   Dilma é a presidente do “sem”. Sem programa de governo. Sem equipe que preste. Sem base de apoio no Congresso. Sem...
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Temer dirá hoje a Dilma que vai deixar a articulação política

24/08/2015 11:07
Temer dirá hoje a Dilma que vai deixar a articulação política • Segundo ministros, presidente poderá pedir ao vice para ficar na função   Cristiane Jungblut e Isabel Braga - O Globo   O vice-presidente Michel Temer dirá hoje à presidente Dilma Rousseff que vai deixar a coordenação...
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A incrível inversão

23/08/2015 11:03
Eliane Cantanhêde - A incrível inversão - O Estado de S. Paulo   Nesta encrenca política tão grande e tão desafiadora, inverteu-se o jogo. Diante da crise política e econômica, com a Lava Jato chegando ao Congresso, é a elite quem toma a dianteira para apoiar o claudicante governo Dilma...
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Política e ideologia na crise universitária

22/08/2015 14:44
"Política e ideologia na crise universitária", editorial de O Globo Movimentos grevistas expõem atuação radical de grupos de estudantes e sindicatos de funcionários, cujo resultado é a degradação da qualidade do ensino   O que aparece na superfície da atual crise nas universidades públicas...
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Temperatura máxima

21/08/2015 13:35
Dora Kramer - Temperatura máxima - O Estado de S. Paulo   • Há a dúvida se Eduardo Cunha vai se enfraquecer ou continuará buscando o confronto   Denunciado o presidente da Câmara ao Supremo Tribunal Federal por corrupção e lavagem de dinheiro, a questão óbvia que se impõe diz respeito às...
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STF libera candidatura de Maia à reeleição

02/02/2017 11:25
STF libera candidatura de Maia à reeleição Supremo nega quatro pedidos para barrar candidatura de Maia   • Celso de Mello, decano da Corte, rejeita pedidos de liminares para barrar a candidatura do presidente da Casa; deputado do DEM é favorito e tem apoio do...
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Família autoriza doação dos órgãos de Marisa Letícia

02/02/2017 11:07
Família autoriza doação dos órgãos de Marisa Letícia A ex-primeira dama Marisa Letícia Lula da Silva, esposa e companheira do ex-presidente, durante o Encontro das mulheres e militantes com Lula, na Casa de Portugal do Grande ABC em Santo André (SP) (Leonardo Benassatto/Futura...
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Eunício Oliveira é eleito presidente do Senado

01/02/2017 20:15
Eunício Oliveira é eleito presidente do Senado   Peemedebista recebeu 61 votos, contra 10 do seu único adversário, José Medeiros. Novo presidente foi citado em delação da Odebrecht   Por Da redação - Site da Revista Veja O novo presidente do Senado, Eunício Oliveira...
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Eunício deve ser eleito hoje no Senado - Estadão

01/02/2017 13:29
Eunício deve ser eleito hoje no Senado • Com apoio da base e da oposição, senador do PMDB é defensor da agenda de reformas do governo Michel Temer, de quem se diz amigo   Ricardo Brito | O Estado de S.Paulo   BRASÍLIA - Num contraponto à tensa disputa ao comando da Câmara,...
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Artigo: A grande jogada de mestre ?

01/02/2017 11:40
A grande jogada de mestre ? Por Josenildo Melo   Em se concretizando hoje a filiação de um grande nome da política piauiense; o grande mestre coloca no tabuleiro do xadrez político a concretização de um sonho em prol do Estado do Piauí. E não está errado? Afinal quem é o grande...
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Resposta ao desemprego - Míriam Leitão

01/02/2017 11:22
Resposta ao desemprego - Míriam Leitão - O Globo   O principal problema da economia brasileira hoje é o desemprego. Ele é o fruto mais amargo da grave crise na qual o país entrou por má condução da política econômica. Foi o governo Dilma que jogou o emprego nesta queda livre, mas o...
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Cármen Lúcia quer sortear relatoria da Lava Jato

31/01/2017 11:57
Cármen Lúcia quer sortear relatoria da Lava Jato entre cinco Novo relator decidirá sobre sigilo de delação da Odebrecht   • Nome deve ser escolhido entre os integrantes da 2ª Turma do tribunal   Letícia Casado, Valdo Cruz | Folha de S. Paulo   BRASÍLIA - Após a...
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Supremo homologa delação da Odebrecht - Estadão

31/01/2017 11:47
Supremo homologa delação da Odebrecht, mas mantém sigilo Ministra Carmen Lúcia homologa as 77 delações da Odebrecht   • Presidente do STF, contudo, decidiu manter o sigilo dos depoimentos dos executivos e ex-executivos da empresa   Breno Pires e Rafael Moraes Moura | O...
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Estatais do Rio, MG e RS valem R$ 34 bilhões

30/01/2017 12:14
Estatais do Rio, MG e RS valem R$ 34 bilhões Por Rodrigo Carro | Valor Econômico   RIO - Se privatizarem todas as suas estatais, os Estados do Rio de Janeiro, Minas Gerais e Rio Grande do Sul conseguirão abater quase 50% de sua dívida com a União. Levantamento feito pela agência de...
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Sinais para a sociedade - Merval Pereira

29/01/2017 13:24
Sinais para a sociedade - Merval Pereira - O Globo   Homologar delações da Odebrecht será bom sinal. Caso a presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Cármen Lúcia, a “lucidade senhora” nas palavras do músico Tom Zé, homologue as delações dos 77 executivos da Odebrecht, ou pelo...
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Consumo puxa economia e faz disparar ações do varejo
Por Juliana Machado | Valor Econômico
 
SÃO PAULO - No momento em que a bolsa de valores brasileira ganha impulso e o Ibovespa rompe níveis históricos, ações de companhias de varejo básico e consumo de eletrodomésticos, vestuário e alimentação proporcionam ganhos extraordinários a seus acionistas. Em movimento coerente com a dinâmica de recuperação da economia, puxada pelo consumo, os papéis dessas empresas tiveram neste ano alta muito superior aos 23,76% do Ibovespa. Magazine Luiza, por exemplo, subiu 423%, Guararapes, 130% e Arezzo, 125%. Outros bons exemplos são Hering, Via Varejo, B2W, Renner e Pão de Açúcar.
 
A queda dos juros e a retomada gradual do crescimento econômico compõem a equação que provocou a recente recuperação da bolsa e mantém boas perspectivas para essas ações. Para analistas ouvidos pelo Valor, a retomada beneficia primeiramente empresas que atendem o consumo de menor valor, menos dependente do crédito e que tira proveito da melhora da renda real provocada pela queda da inflação.
 
A leitura é de que muitos consumidores só vão conseguir trocar de carro dentro de um ano e comprar um apartamento em 2019, mas já começam a adquirir eletrodomésticos e roupas.
 
Especialistas consideram que muitos desses papéis de empresas de varejo ainda têm espaço para ganhos. Ricardo Peretti, da Santander Corretora, chama a atenção para o fato de que há algumas empresas com cotações ainda relativamente baratas, como Americanas, Hering e Carrefour, pelas quais o interesse do investidor pode ser maior.
 
Levantamento feito pelo Valor Data mostra que a receita dessas empresas teve uma clara recuperação nos últimos trimestres, desempenho que contrasta com companhias que reagem mais diretamente a investimentos, como bens de capital e siderurgia, ou das incorporadoras, que dependem da capacidade de endividamento de longo prazo do consumidor.
 
Ações ligadas a varejo disparam em meio à retomada do consumo
No momento em que a bolsa de valores brasileira ganha impulso e o Ibovespa rompe níveis históricos, ações de companhias de varejo básico e consumo discricionário - eletrodomésticos, vestuário e alimentação - ganham destaque. O movimento é coerente com a dinâmica de recuperação da economia, que vem sendo puxada pelo consumo, e não pelo investimento, o que faz com que essas empresas continuem no foco dos gestores, mesmo depois de valorizações expressivas nos últimos meses.
 
A queda da taxa de juros e a retomada, ainda que gradual, do crescimento econômico compõem a equação que provocou a recente recuperação da bolsa e mantém boas perspectivas para as ações. Mas, para analistas ouvidos pelo Valor, essa retomada beneficia primeiramente empresas que atendem ao consumo de menor valor, menos dependente do crédito e que tira proveito da melhora da renda real provocada pela queda da inflação.
 
A leitura é de que o consumidor só vai conseguir trocar de carro dentro de um ano e comprar um apartamento em 2019, mas já começa a gastar com eletrodomésticos ou roupas. Comportamento esse que beneficia empresas como Lojas Americanas, Lojas Renner, Natura e Pão de Açúcar, que fazem parte do Ibovespa. Mas também Marisa, Carrefour, Hering, Arezzo, Magazine Luiza e Guararapes, dona da Riachuelo.
 
Todas essas ações acumulam forte alta este ano, superando, inclusive, o Ibovespa, com valorização de 23,76% no período. O caso mais impressionante é o de Magazine Luiza, cuja ação avançou 422,6%. Entre outros exemplos emblemáticos, estão Guararapes, com alta de 130%, e Arezzo, cujo papel já subiu 124,6%.
 
Ainda assim, para especialistas, muitas dessas ações ainda têm espaço para ganhos adicionais. Em relatório de julho deste ano, o Bradesco BBI apontava trajetória crescente para a Magazine Luiza diante da perspectiva de resultados ainda fortes, ganho de participação de mercado e de rentabilidade.
 
Já Ricardo Peretti, da Santander Corretora, chama a atenção para o fato de que há algumas empresas relativamente mais atrasadas, pelas quais o interesse do investidor pode ser maior. Ele destaca Lojas Americanas, que acumula alta de 24,3% no ano - pouco acima do Ibovespa -, Hering (+98%) e Carrefour, que desde a estreia na bolsa, em 20 de julho, sobe 11,41%, abaixo do índice (14,78%).
 
Levantamento feito pelo Valor Data mostra que a receita líquida somada de 13 empresas ligadas ao varejo teve uma clara recuperação ao longos dos últimos trimestres, desempenho que contrasta com o de companhias que reagem mais diretamente a investimentos, de setores como bens de capital e siderurgia, ou das incorporadoras, que dependem da capacidade de endividamento de longo prazo do consumidor.
 
O bom desempenho está refletido nos dados divulgados ontem pelo IBGE, que confirmam que a recuperação do varejo observada no segundo trimestre tem continuidade. Em julho, as vendas ficaram 1,7% acima da média do segundo trimestre. Isso reforça que o setor continua sendo a principal força motriz para a retomada da atividade brasileira na segunda metade do ano, assim como aconteceu no semestre passado.
 
"Companhias e setores mais conectados com a economia, como consumo discricionário e bens de capital, podem contar com revisões para cima das estimativas de lucro por ação conforme o crescimento econômico seja incorporado aos preços", dizem os analistas do Bank of America Merrill Lynch (BofA) Felipe Hirai e Nicole Inui, em relatório. Eles explicam que a expectativa é que haja crescimento das receitas para o setor de varejo em 2017 e 2018, enquanto as vendas no conceito mesmas lojas, isto é, unidades abertas há pelo menos um ano, também devem registrar expansão de 6,2% este ano e 6,4% em 2018, ante 2,3% registrados em 2016.
 
Peretti, da Santander, confirma que o cenário macroeconômico - inflação baixa, juros em queda, crescimento do salário médio e redução do endividamento das famílias - dá suporte à perspectiva positiva para o consumo e para a própria atividade. "Varejistas são as primeiras a responder", afirma o analista. "Essa dinâmica é importante para todos os segmentos da economia, mas o tíquete médio é um pouco menor nas empresas de varejo, o que significa que a necessidade de crédito do setor é menor do que para os demais."
 
Para Ivo Chermont, economista-chefe da gestora Quantitas, o menor endividamento das famílias deve colaborar ainda mais para a renda disponível para gastos básicos e discricionários. "E isso vai melhorando à medida que os juros forem caindo", diz.
 
A ata do Copom confirmou que a Selic vai continuar em queda, ainda que em um ritmo mais lento. E a maior parte dos economistas acredita que a taxa possa fechar o ano em 7%, abaixo da mínima histórica, de 7,25%.
 
Analistas têm citado as incertezas políticas, que ganham intensidade com a aproximação da eleição presidencial, como um elemento de risco para a continuidade desse cenário favorável para atividade e, consequentemente, para o mercado de ações. Somente com a confirmação da continuidade da agenda de reformas depois de 2018 é que o investimento deve ganhar tração. "Para o crescimento [da economia e das empresas] ser sustentável, vale frisar que precisamos que os investimentos aumentem também. Para isso, além da menor taxa de juros, é fundamental a reorganização fiscal do Brasil. Se não conseguirmos isso, podemos voltar a andar para trás", pondera Chermont prisão, o que não tem respaldo na Constituição. O Senado tem que deliberar sobre isso — disse Gilmar, acrescentando: — Temos que evitar o populismo constitucional, institucional. Devemos nos balizar pela Constituição. Quando começamos a reescrever a Constituição, é preocupaPnte.A traição original- Editorial: O Estado de S. PauloMadri intervém e põe nas urnas destino da Catalunha – Editorial: Valor EconômicoFernando Henrique Cardoso*: Hora de decidirGoverno mostrou que não está imobilizado – Editorial: Valor Eco

 

 
Nomeação infeliz – Editorial | Folha de S. Paulo
Em episódio que marcou os estertores do governo petista, a ex-presidente Dilma Rousseff anunciou a escolha de seu antecessor, Luiz Inácio Lula da Silva, para a chefia da Casa Civil.
 
Como ficou mais que evidente à época, tratava-se de manobra que tinha como um de seus objetivos garantir foro privilegiado ao ministro recém-nomeado, em cujo encalço estava a força-tarefa da Operação Lava Jato em Curitiba.
 
Eis que agora o Palácio do Planalto, sob o comando de Michel Temer (PMDB), decide conceder status ministerial a Moreira Franco, peemedebista citado ao menos 34 vezes em delação premiada de um ex-dirigente da construtora Odebrecht.
 
Há que se guardar, por óbvio, as proporções entre as circunstâncias, os personagens envolvidos e as consequências esperadas em um e outro caso. Mas o eventual sentido administrativo da medida de Temer permanece muito menos visível que o benefício concedido ao correligionário.
 
Moreira Franco é um dos auxiliares mais próximos ao presidente. Ocupava o cargo, estratégico para a política econômica, de secretário-executivo do Programa de Parceria em Investimentos (PPI), ao qual cabe desfazer os gargalos no setor de infraestrutura.
 
Assumirá a recriada Secretaria-Geral da Presidência, à qual estará subordinado o mesmo PPI, além das estruturas de comunicação, administração e cerimonial.
 
Sobre ele pesa a suspeita —que evidentemente ainda precisaria ser corroborada por provas— de ter auferido propinas, sob o codinome "Angorá", para fazer avançarem os interesses da empreiteira quando era ministro da Aviação Civil do governo Dilma.
 
Boas razões embasam o princípio do foro privilegiado —pelo qual ministros de Estado, entre outras autoridades de primeiro escalão, só podem ser processados e julgados pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Trata-se de uma proteção contra a litigância de má-fé por parte de inimigos políticos.
 
A garantia constitucional, entretanto, não pode se converter em atalho para a impunidade, o que muitas vezes ocorre devido ao acúmulo de processos que se arrastam no STF.
 
Como revelou uma pesquisa efetuada por este jornal, em novembro passado havia nada menos que 362 inquéritos e 84 ações envolvendo profissionais da política na corte.
 
Por ineficiência geral da Justiça e chicanas jurídicas dos interessados, o foro é visto com desconfiança pela opinião pública. Quaisquer que tenham sido seus propósitos, a nomeação infeliz anunciada por Michel Temer acaba por contribuir para essa imagem nega
 
 

Celso Ming: São as incertezas, senhores
- O Estado de S.Paulo
 
O País está imerso em indefinições e isso ameaça, outra vez, empacar a vida econômica.
 
Uma dessas indefinições tem a ver com o tratamento a ser dado ao rombo crescente da Previdência Social (veja gráfico ao lado). Até quem pensa com apenas dois neurônios sabe que à frente há um abismo e, depois do abismo, o imponderável.
 
Ou sai imediatamente a reforma ou ficará mais perto o dia em que o Brasil inteiro se transformará num gigantesco Rio de Janeiro, onde os salários estão atrasados, o 13.º deste ano ficará para quando der e as aposentadorias, se chegarem, chegarão no pinga-pinga – e, obviamente, num cenário em que a bandidagem ganhará mais campo aberto.
 
O astral da economia tinha melhorado porque, embora lenta e insegura, a recuperação vinha dando bons sinais. Mas essa recuperação da confiança se baseia numa aposta: na de que pelo menos alguma coisa da reforma da Previdência viria antes das eleições. Não seria a virada definitiva do jogo hoje perdedor; seria apenas o primeiro passo de muitos que ainda terão de ser dados para reequilibrar as finanças da Previdência Social.
 
E foi com base nessa aposta que os investimentos reapareceram, que a Bolsa avançou em setembro e outubro e que outras aplicações de risco passaram a ser consideradas viáveis nos mercados, não só no financeiro.
 
Mas bastou que o presidente da República admitisse publicamente que a reforma poderia ficar para depois, para que fosse colocado em dúvida o sucesso da aposta sobre a qual se apoiou boa parte da retomada da confiança e para que o azedume se reinstalasse em todos os setores da economia.
 
Ainda há aqueles que não acreditam na aritmética. São os que se aferram a pretensos direitos adquiridos, aqueles para os quais pagamento de aposentadoria é cláusula pétrea. Não é, senhoras e senhores. Não há mais milagres da multiplicação dos pães e dos peixes. É a receita que define a despesa, e não o contrário. Nas condições atuais, não há pagamento futuro garantido de aposentadorias e pensões.
 
Quanto ao projeto de reforma da Previdência propriamente dita, estamos diante de duas hipóteses. Ou se aprova uma parcela das propostas em discussão, talvez apenas a imposição de idade mínima para aposentadoria; ou não se aprova nada. No primeiro caso, será um passo insuficiente para devolver a confiança no futuro das contas públicas, mas, pelo menos, será um passo na direção correta.
 
Se a reforma for rejeitada ou se o projeto continuar indefinidamente encalhado em Brasília, o risco de novo desastre será muito alto. O País ficará sujeito a aumento de impostos ou, simplesmente, ao calote da dívida pública, algo que, antes mesmo das agências de classificação de risco, o mercado financeiro se encarregará de prever.
 
Para quem tem um dinheiro aplicado no mercado financeiro, este cenário confuso imporá novas incertezas. A derrubada da inflação e dos juros empurra o aplicador para as opções de risco e, no entanto, diante desse céu exposto a turbulências, como se conformar com retorno cada vez mais baixo das aplicações financeiras?
 
Josenildo Nascimento Melo - Bacharel em Serviço Social - CRESS PI 1826 22ª Região
 
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Josenildo Nascimento Melo - Jornalista MTB DRT PI 01958 - Credenciado Vaticanista

 

                                                    
 
 

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