Padre Cleidimar Moreira declara voto em Bolsonaro

21/09/2018 17:41

Padre com meio milhão de seguidores declara voto em Bolsonaro

O padre cantor carismático Cleidimar Moreira, com 470 mil seguidores no Facebook e 50 mil no Twitter, declarou apoio a Jair Bolsonaro.

“Dos candidatos de esquerda, não voto em nenhum”, diz em vídeo recente o religioso, que já foi da megacomunidade católica Canção Nova e atualmente atua na Arquidiocese de Goiânia.

“Precisamos de uma mudança”, continua ele, tecendo elogios ao candidato do PSL, “ficha limpa” e “contra a ideologia de gênero”.

Ele diz, ainda:

“Se colocarmos no poder, novamente, os políticos corruptos, nós seremos julgados pelo mesmo pecado de corrupção e pelo pecado da iniquidade.”

Em postagens nas suas redes sociais, o padre publica imagens com os dizeres “Se o Bolsonaro não pode fazer campanha, eu faço por ele” — em alusão à internação do candidato após o atentado em Juiz de Fora — e “A partir de 2019, o Brasil será um novo país. Bolsonaro presidente”.

Campanha de Bolsonaro acredita ter 40,5% dos votos válidos

O Relatório Reservado publicou a análise que a campanha de Jair Bolsonaro faz sobre as pesquisas de intenção de voto divulgadas pela imprensa.

A equipe do candidato acredita que os números são bem mais favoráveis a ele do que fazem supor os institutos.

Talvez seja uma análise demasiado otimista. Ela foi feita com base nas seguintes contas, segundo o Relatório Reservado:

“O PSL tem fortes motivos para acreditar na vitória de Jair Bolsonaro já no primeiro turno. As pesquisas realizadas pelo partido indicam que as intenções de voto atribuídas a Bolsonaro tanto no Ibope quanto no Datafolha estão subestimadas. A defasagem seria da ordem de 2,5%, o que representaria algo entre 3,5 milhões e quatro milhões a mais na conta do Capitão. O gap estatístico se deve aos critérios adotados pelos maiores institutos de opinião pública do Brasil.

Tanto o Ibope quanto o Datafolha usam, como amostragem, um corte do colégio eleitoral baseado no Censo de 2010. Ocorre que essas ponderações estão descalibradas: as sondagens realizadas pelo PSL têm revelado que há um Brasil conservador, fruto da recessão econômica, que não está representado no universo dos institutos de pesquisa. De 2010 para cá, o PIB caiu 10%. Nesse mesmo intervalo, o desemprego disparou de 4% para a casa dos 13%. Esse efeito gera o que os estatísticos chamam de uma subestimativa da medida amostral. Algo similar ocorreu na eleição de João Doria para a Prefeitura de São Paulo. As pesquisas não captaram a guinada conservadora na periferia paulistana. Nas últimas sondagens às vésperas da eleição, Doria tinha 44% dos votos válidos. Acabou eleito em primeiro turno, com 53,2%.

Na última pesquisa do Ibope, Bolsonaro apareceu com 35,5% dos votos válidos. Considerando-se a margem de erro de dois e meio pontos percentuais para cima e para baixo, na verdade, no melhor cenário, ele já estaria com 38%. Aplicando-se o modelo adotado pelos consultores do PSL, com o grau de dispersão de 2,5% não capturado nas pesquisas, o Capitão já chega, portanto, a 40,5% dos votos válidos nas sondagens recebidas pelo partido. O problema para Bolsonaro é que esse diferencial continuará sem ser quantificado nas próximas pesquisas dos grandes institutos. Ou seja: ele perde o impacto do “já ganhou”, que costuma ter um efeito-retroalimentador sobre a opinião pública.”

 

Fonte: www.oantagonista.com

 


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