PODEMOS discute apoio à candidatura de João Vicente

16/01/2018 17:20
PODEMOS DISCUTE APOIO À CANDIDATURA DE JOÃO VICENTE
Silas Freire não garante apoio do Podemos a Wellington Dias (Foto:JailsonSoares/PoliticaDinamica.com)
Silas Freire não garante apoio do Podemos a Wellington Dias (Foto:JailsonSoares/PoliticaDinamica.com)
 
DEPUTADO SILAS FREIRE AFIRMA QUE SOFRE PRESSÃO DE LÍDERES DA LEGENDA PARA DEIXAR A BASE DE APOIO AO GOVERNADOR WELLINGTON DIAS
 
Politica Dinâmica - Coluna da Lídia Brito
 
A permanência do Podemos na base de apoio do governador Wellington Dias (PT) não é prego batido. O presidente da sigla no Piauí, deputado Silas Freire, afirma que sofre pressão de setores da sigla para romper com o petista.
 
Segundo ele, alas do partido desejam apoiar a candidatura do ex-senador João Vicente Claudino a governador. Silas afirma que na próxima semana o partido irá se reunir para discutir o caminho que seguirá na eleição de outubro.
 
“Confesso que tenho levado uma pressão grande para que o Podemos deixe a base de apoio ao governador Wellington. Tenho tentado manter essas conversas para que possamos decidir isso pelo menos em abril, para não politizarmos logo o momento. Mas tenho sido pressionado. Não é uma posição majoritária do Podemos deixar o governo. Agora se o JVC for candidato, há muitos simpatizantes do partido à candidatura dele”, declarou.
 
Silas disse defender a permanência do partido no governo. Mas afirma que não irá impor nenhuma decisão. “O podemos não é só o Silas. Eu já sai do PR porque o presidente de lá carregava o partido dentro de um pasta. Era ele, a mãe dele e o cunhado. Eu sai para promover a democracia. No Podemos vamos ter candidatos à Assembleia Legislativa em todos os cantos do estado. Tenho que ouvir todos eles. Eu acho que Wellington conseguiu segurar uma barra onde grandes estados como Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul mergulharam no caos. Tivemos a habilidade do governador, isso é um êxito. Precisa ser levado em conta”, afirmou.
 
Sobre o filho Stanley Freire, que é coordenador de Piscicultura do Piauí, Silas afirma que ele deve se afastar da pasta por questões de saúde e não políticas. “Há a pressão do partido para que o Stanley entregue o cargo. O cargo dele foi nomeação dada ao grupo político do deputado Silas e não ao Podemos. Até porque na eleição de 2014 não estávamos no partido. Vamos fazer uma reunião na semana que vem para discutir o futuro.  Tem gente da executiva que defende que o Stanley entregue. Ele passa por um tratamento de saúde, é um paciente renal, busca um transplante. Se deixar é por recomendações médicas e não partidárias”, comentou.
 

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